XVIII Europeu de Basquetebol Feminino, 1981, Itália: mais um para a União Soviética

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1981, Itália: URSS    
   
       
       
       
  1ªfase (Grupo B) Hungria 94-68
    Roménia 90-40
    Checoslováquia 99-58
    Suécia 95-60
    Bulgária 111-78
  Meias-finais Jugoslávia 94-60
  FINAL Polónia 85-42
     

 

Mais um campeonato, mais um título para União Soviética. Mais uma vez um passeio. Venceram todos os jogos por pelo menos 25 pontos. O mais “renhido” foi contra a Hungria, com uma vitória por 26 pontos. Isto demonstra o poderio e a hegemonia das soviéticas. Simplesmente, à altura, não tinham rival. Não tinham ninguém que pudesse mostrar ou rivalizar com estas. E seria um domínio que se estenderia até à dissolução da União Soviética, embora, as coisas se equilibrassem um bocado mais para diante na década de 80. Mas no início desta, ninguém oferecia resistência a estas fantásticas equipas soviéticas.

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XVIII Europeu de Basquetebol, 1973, Espanha: título para a Jugoslávia

1973, Espanha: Jugoslávia    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Espanha 65-59
      Grécia 84-68
      Bulgária 76-65
      Itália 73-71 a.2p.
      França 80-70
    Meias-finais Checoslováquia 96-71
    FINAL Espanha 78-67
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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No Europeu de 1973, na Espanha, este teve um vencedor diferente: a Jugoslávia. E teve outro fator diferente a União Soviética não chegou à final. Esta foi uma final sem os soviéticos, algo que já não acontecia há muito tempo. Curiosamente, o primeiro encontro do torneio na fase de grupos frente aos anfitriões, a Espanha, foi o mesmo do jogo decisivo do torneio o Jugoslávia e Espanha. E o que daí adveio foi o mesmo vitória para os jugoslavos. Se na fase de grupos era apenais mais um jogo, na final deu o título à Jugoslávia. Algo que este país já procurava. De resto, vitória em todos os jogos, uns com mais dificuldades, outras com menos, mas triunfos. Até à final, onde bateu o país anfitrião somando assim o seu primeiro troféu e começando uma hegemonia que dominou a restante década de 70.

XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Leixões o primeiro de onze seguidos: 1975-76

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Esta é a imagem do título conquistado em 2016-17. 25 anos depois do último e 16º do historial do clube. Todavia, houve um período na história do campeonato de voleibol feminino em que o Leixões colecionava títulos. Ano após ano. Hoje deixo a classificação de um início de algo bonito, que começou em 1975-76. Entre 1975-76 e 1985-86, as matosinhenses venceram onze campeonatos seguidos, algo sem paralelo no palmarés da modalidade. Além disso, junte-se mais cinco Taças de Portugal. Um domínio hegemónico. Apenas no andebol feminino, por parte, do Madeira SAD, se encontra algo parecido. Nesse hiato temporal, quase ninguém as batia. Ainda, este ciclo começou e interrompeu a série de nove campeonatos seguidos pelo Benfica. Porém, as lisboetas não ganharam mais nada nesta vertente e género. O Leixões não mais conseguiu tal sequência, mas ainda ganhou mais alguns troféus. Mas isto foi algo de incrível! Provavelmente irrepetível!

De referir que em 1975-76 não havia segundas fases, divisões em grupos ou play-offs. Jogavam as quatro melhores equipas do Norte e do Sul respetivamente. Depois, quem ficasse em primeiro, após 14 jogos, todos contra todos, casa e fora era considerado campeão.

 

1975-76 J V D SETS P
1-Leixões 14 13  1 41-11 27
2-CDUP 14 11  3 38-10 25
3-Benfica 14 11  3 36-16 25
4-Vila Real 14  9  5 32-18 23
5-Sporting Braga 13  4  9 16-30 17
6-Desportivo Póvoa 14  3 11 16-36 17
7-CDUL 14  2 12 10-38 16
8-Escola Matosinhos 13  2 11  8-34 15

 

 

1998, Barcelona do Equador volta a surpreender na Taça Libertadores da América

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Oito anos depois de ter chegado à final da Taça Libertadores da América, o clube equatoriano, Barcelona, voltou a chegar à final da mesma. Infelizmente, como em 1990, perdeu essa final. Não deixa de ser um feito até porque além deste clube, no Equador, só o LDU Quito e o Independiente del Valle conseguiram chegar a uma final. O primeiro festejou em 2008, o segundo também perdeu em 2016. Todavia, isto não retira a dimensão de tal feito. Só faltou levantar a taça!

Ao contrário de 1990, o Barcelona teve sorte no caminho rumo à final. Não apanhou nenhum clube brasileiro ou argentino nas três eliminatórias que antecedem os jogos decisivos. Talvez, devido a este facto, não deram muita luta frente ao Vasco da Gama, clube brasileiro. Os cariocas venceram facilmente, triunfando nos dois jogos, conseguindo, até agora, a sua única conquista neste evento. Porém, o clube do Equador, com duas finais, continua a ser o que mais as disputou no seu país.

 

       
1998, Taça dos Libertadores: Barcelona Equador    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Deportivo Quito 0-0
      Bucaramanga 1-0
      América 1-0
      Deportivo Quito 1-1*
      Bucaramanga 0-1*
      América 1-1*
    Oitavos-de-final Colo Colo 2-1/2-2*
    Quartos-de-final Bolívar 1-1*/4-0
    Meias-finais Cerro Porteño 1-0/1-2/4-3 g.p.*
    FINAL Vasco Gama 0-2*/1-2
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

Barcelona do Equador na final da Taça Libertadores América 1990

1990, Taça dos Libertadores: Barcelona Equador
   
 
 
  1ªfase (Grupo 1) Emelec 0-0
  Oriente Petrolero 2-1
  Emelec 1-3*
  The Strongest 1-2*
  Oriente Petrolero 1-1*
  The Strongest 1-0
  Play-off 3º/4ºlugar Oriente Petrolero 3-1/2-3/5-4 g.p.
  Oitavos-de-final Progeso 2-0/2-2*
  Quartos-de-final Emelec 0-0*/1-0
  Meias-finais River Plate 0-1*/1-0/4-3 g.p.
  FINAL Olímpia Assunção 0-2*/1-1
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Em 1990, na Taça Libertadores da América, pela primeira vez uma equipa equatoriana chegou à final. Esse conjunto foi o Barcelona (não confundir com os catalães). O que é mais curioso é que só se qualificaram para a fase a eliminar num play-off do próprio grupo, diante dos bolivianos do Oriente Petrolero, apenas decidido nas grandes penalidades. Mas, chegada a fase a eliminar, foram avançando com maior ou menor dificuldade. Nas meias-finais, tiveram que enfrentar o poderoso clube argentino, River Plate, conseguiram eliminá-lo nas grandes penalidades. Na final, encontraram o campeão de 1979, Olímpia Assunção e finalista do ano transato. Uma final sem nenhum clube da Argentina, Brasil e Uruguai; algo tão raro na história desta prova e algo que poucas vezes aconteceu após esta edição. Aí, os paraguaios foram superiores e conquistaram-na pela segunda vez.

O Barcelona do Equador chegou a mais uma final, em 1998, onde soçobrou frente aos brasileiros do Vasco da Gama. Só em 2008, uma equipa equatoriana ganharia este evento, LDU Quito. Mas fica o pioneirismo desta agremiação.

 

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XVII Europeu de Basquetebol Feminino, 1980, Jugoslávia: título soviético

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Mais um Europeu mais um título para a União Soviética. Mais uma vez uma vitória concludente. Podendo dizer-se que não houve oposição à altura. Ficaram isentos da primeira fase de grupos e a seguir cilindraram todas as adversárias rumo à final. Tudo vitórias acima dos trinta pontos. O jogo mais renhido (se se pode chamar assim) foi a meia-final frente à Checoslováquia, com um triunfo por 32 pontos! De resto, tudo acima dos 45 pontos. Nada à dizer. Um título conquistado sem muito mais a elaborar. Nesta altura as soviéticas dominavam o panorama europeu do basquetebol e não tinham muita oposição. Limitavam-se a ir ao Campeonato Europeu e a conquistá-lo sem muito labor. Eram hegemónicas, ninguém lhes fazia frente. Algo que só o fim da URSS mudou.

1980, Jugoslávia: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase Isento  
    Quartos-de-final (Grupo A) Holanda 105-43
      Polónia 94-40
      Bulgária 119-63
    Meias-finais Checoslováquia 94-62
    FINAL Polónia 95-49
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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