Ovarense da Liga de Basquetebol

A Ovarense foi eliminada nas meias-finais do play-off da Liga de Basquetebol 2018-19. Como foi o pior perdedor desta fase, o pior classificado após as duas fases de grupos, é-lhe atribuído o quarto lugar. É o clube atual com mais anos seguidos no primeiro escalão do basquetebol nacional, 39: 1980-81 a 2018-19. Este número engloba todas as suas presenças neste patamar. Estreou-se em 1980-81 com um 10ºlugar. Sete anos depois foi campeão, derrotando o Benfica na final, no primeiro ano em que houve play-off no campeonato lusitano, embora fosse à melhor de três e não de cinco. A este troféu, soma-se mais quatro: 1999-2000, 2005-06, 2006-07, 2007-08. A última final disputada foi em 2008-09, perdida para os encarnados. Atingiram 14 vezes a final da Taça de Portugal, ergueram-na três vezes: 1988-89, 1989-90, 2008-09. A isto, soma-se três Taças da Liga: 1991-92, 1996-97 e 2000-01. E ainda mais 8 Supertaças, com um tri entre 2006 e 2008. Soçobrou na última em 2009, para novamente o Benfica.

A Ovarense tem 18 presenças nas competições europeias, que se dividem da seguinte forma: 2 na Euroliga, 6 na extinta Taça Saporta, 2 na Taça EuroCup, 6 na já defunta Taça Korac, e 2 na também já acabada na EuroCup Challenge. O melhor que fez são dois quartos-de-final na Saporta em 1990-91 e 1993-94.

V Campeonato do Mundo de Voleibol Feminino, 1967, Japão: Bicampeonato para o Japão

        1967- Japão: Japão  
  
     
     
     
  Fase FinalPerú3-0 (15-1,15-5,15-1)
   Coreia do Sul3-0 (15-3,15-3,15-4)
   EUA3-0 (15-12,15-0,15-8)
     
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Este foi um Campeonato do Mundo de Voleibol Feminino 1967 atípico. Não houve nações europeias a disputá-lo e só foi participado por quatro seleções. Uma dessas foi o país organizador, obviamente o Japão, mas este era também o detentor do troféu erguido em 1962 na União Soviética, surpreendendo as russas por um ponto. Em 1967, não teve oposição, três jogos, três vitórias, todas por 3-0 e só num set as jogadoras nipónicas permitiram às suas adversárias chegar aos 10 pontos. Claro que se pode especular por causa de só quatro países participarem, mas vale como qualquer outro formato de disputa que este evento teve ao longo da sua história.

O Mundial foi decidido num único grupo final com as quatro nações, todas contra todas, quem ganhasse mais jogos era campeão. Para o Japão foi o segundo ouro consecutivo. Nunca mais alcançou tal feito. Foi também o terceiro pódio seguido: uma prata e dois ouros. Foi o auge do voleibol feminino japonês.

Para os EUA que obteve a prata foi a primeira medalha da história deste evento. Era a sua terceira presença e o melhor das duas anteriores era um sexto lugar em 1960. Foi o primeiro passo rumo a mais medalhas que viriam posteriormente.

A Coreia do Sul também obteve o bronze , algo inédito até então. Era a sua primeira participação e conseguiu algo que seria a sua melhor classificação de sempre até aos dias de hoje, porém igualada no futuro.

Este foi para o Perú o primeiro grande resultado a este nível. Não ficou mais nenhum vez nesta posição mas a década de 80 iria bater todos os recordes do voleibol feminino peruano.

Lusitânia da Liga de Basquetebol

O Lusitânia perdeu nos quartos-de-final do play-off da Liga de Basquetebol 2018-19. Como foi o perdedor nesta fase melhor classificado após a segunda fase de grupos, atribui-se, como classificação final o 5ºlugar. O clube açoriano participou por 16 vezes na Liga de Basquetebol. Em todo o século XX não a disputou: 2001-02 a 2007-08, 2010-11 a 2018-19. A melhor classificação de sempre foram 3 quartos lugares: 2006-07, 2011-12 e 2013-14. Como nestas temporadas havia o formato de play-off, significa que chegou às meias-finais e foi o pior classificado dos derrotados. Na Taça Liga de 2006-07 conseguiu o maior feito do seu palmarés, venceu-a, ultrapassando o Benfica por 80-73. Não tem qualquer final da Taça de Portugal ou Supertaça.

Nunca experimentou ou se aventurou nas competições europeias.

V Mundial de Voleibol, 1962, União Soviética: Quarto título para os anfitriões

        1962- União Soviética: União Soviética  
  
     
     
     
  1ªfase (Grupo D)Tunísia3-0 (15-11,15-1,15-2)
   Holanda3-0 (15-0,15-4,15-6)
   China3-0 (15-6,15-13,16-14)
  Fase Final[China3-0 (15-6,15-13,16-14)] resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
   Japão3-2 (10-15,15-3,15-10,14-16,15-1)
   Roménia3-1 (15-17,15-8,15-6,15-11)
   Jugoslávia3-1 (15-9,15-13,10-15,15-13)
   Bulgária3-0 (15-12,18-16,15-10)
   Checoslováquia3-0 (15-8,15-13,15-9)
   Brasil3-0 (15-4,15-3,15-12)
   Hungria3-0 (15-10,15-8,15-6)
   Polónia3-2 (10-15,15-9,15-4,14-16,15-7)
     
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

O Campeonato do Mundo de Voleibol de 1962 realizou-se na União Soviética. O título foi para os anfitriões. Era o quarto título em cinco edições deste evento. A isto somam um terceiro lugar em 1956, única vez que não tinham chegado ao ouro nas primeiras cinco ocasiões que isto se realizou. Venceu os jogos todos. Os da primeira fase, onde eram apuradas as 10 equipas que num grupo de todos contra todos, quem ganhasse mais jogos erguia o troféu. Os soviéticos ganharam os nove jogos e assim fizeram a festa.

A Checoslováquia por sua vez era a quarta prata nas cinco ocasiões que este evento se realizou. No entanto, o ouro de 1956, conquistado pelos checos era o único que os russos tinham perdido até então. Mais uma vez os checos não passaram do segundo lugar. Parecia maldição! Porém, desde aí não mais chegaram à prata.

A Roménia ficou com o bronze pela segunda edição seguida, não mais o fez. Era também a terceira vez seguida que ficavam no pódio: uma prata e dois bronzes. Como o voleibol romeno está longe atualmente destes patamares!

A Bulgária demonstrou com o quarto lugar que o domínio do voleibol mundial nesta altura era do Leste Europeu, para lá da Cortina de Ferro. Os quatro primeiros lugares todos com seleções dessa parte do Mundo. Foi a única vez que os búlgaros terminaram nesta posição.

Terceira Basket da Liga de Basquetebol

O Terceira Basket finalizou a Liga de Basquetebol no 6ºlugar. Perdeu nos quartos-de-final do play-off, como foi o segundo melhor perdedor ficou nessa classificação. Este facto depende da posição na época regular. O clube açoriano tem uma história curta nesta liga. Conta com apenas 3 presenças: 2011-12, 2017-18 e 2018-19. O melhor resultado foi o 6ºlugar de 2018-19, a que se junta um 10ºlugar na época 2017-18 e um 11ºlugar em 2011-12. Nunca atingiu as finais da Taça Portugal, Taça da Liga e Supertaça.

Nunca participou nas competições europeias.

XXIII Europeu de Basquetebol Feminino: mais um para a União Soviética

        1991- Israel: União Soviética  
  
     
     
     
  1ªfase (Grupo B)Polónia91-56
   Jugoslávia74-75
   Itália72-65
  Meias-finaisHungria93-80
  FINALJugoslávia97-84
     
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

O Europeu Feminino de Basquetebol de 1991 disputou-se em Israel. Como vinha sido costume desde 1958 quando a Bulgária foi campeã na Polónia, dois anos depois a União Soviética conquistou o título e manteve-o até este de 1991. Num Europeu curto, com apenas dois grupos de 4 equipas, as russas sagraram-se campeãs europeias. Não com a facilidade que tiveram durante muito tempo, mas chegou para mais um ouro, apesar de terem perdido na fase de grupos para a Jugoslávia. A vingança serviu-se fria e derrotaram estas na final por 97-84. Foi o 21º ouro!

Para a Jugoslávia foi a quarta medalha de prata. Ainda não tinha sido campeã. E a segunda desta cor em três europeus. Parecia que o título estava perto, mas este país ia-se desintegrar na década de 90 e só no século XXI é que chegou o tão desejado título.

Para a Hungria, que ficou com o bronze, foi o quinto do seu historial. Só ficou nos quatro primeiros uma vez desde 1991, um quarto lugar em 1997.

A Bulgária ficou em quarto lugar pela quarta vez. Nunca mais andou perto disto, até porque desde 1991 só participou no Eurobasket de 1993 na Itália. Não se qualifica há quase 30 anos para este evento.

CAB da Liga de Basquetebol

CAB no jogo

CAB foi eliminado nos quartos-de-final do play-off da Liga de Basquetebol de 2018-19. Como ficou em 7ºlugar na fase regular, ficou nessa classificação. Participou nas últimas 22 temporadas neste campeonato, 1997-98 a 2018-19, isto totaliza todas as presenças nisto. O melhor que fez foram três terceiros lugares: 2008-09, 2011-12 e 2012-13. Isto significa que foi eliminado nas meias-finais do play-off e como era o melhor perdedor desta fase, ou seja, ficou mais acima na fase regular que o outro derrotado. Na Taça de Portugal já se pode dizer que tem uma história bonita, venceu-a em 2010-11, derrotou o CB Penafiel na final, 64-62; e foi finalista derrotado em 2002-03, cedeu perante a Oliveirense e ainda, 2016-17, onde o Benfica foi mais forte. A sua tradição nas taças continua na Taça Liga, ergueu-a na época de 2004-05, surpreendendo o FC Porto na final, 94-87; nove anos depois quase fez o mesmo com o Benfica, perdendo por 83-82, um único ponto separou as equipas. Na Supertaça não foi tão feliz, apesar de ter disputado três finais, perdeu as três: em 2003 para a Oliveirense, 76-97; 2011 diante do FC Porto 62-76 e 2017 frente ao Benfica 74-104.

O seu palmarés não se limita às provas internas. Nas competições europeias participou em competições já extintas, mas não deixaram de o ser, 3 na Taça Korac e 4 na Eurocup Challenge, onde em 2005-06 chegou aos quartos-de-final, algo que poucas equipas igualaram na história do basquetebol português neste patamar.

XXIII Europeu de Basquetebol, 1983, França: primeiro título para a Itália

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1983- França: Itália

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Espanha 75-74
      Suécia 89-74
      Grécia 108-83
      França 105-80
      Jugoslávia 91-76
    Meias-finais Holanda 88-69
    FINAL Espanha 105-96
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar

 

O Eurobasket de 1983 foi organizado pela França. A Itália obteve o seu primeiro título neste evento. Até aqui, os italianos tinham duas medalhas de prata já nos longíquos anos de 1937 e 1946 e também dois bronzes: 1971 e 1975 e ainda dois quartos lugares: 1965 e 1977. Tinham andado perto várias vezes mas o troféu parecia sempre escapar-lhes, mas em 1983 finalmente sagraram-se campeões europeus de Basquetebol. Curiosamente o primeiro jogo foi contra a Espanha, o mesmo adversário da final, com vitórias da Itália por 75-74 na fase de grupos e no jogo decisivo por 105-96,

A Espanha na altura atingia o desiderato de vice-campeã europeia pela terceira vez: 1935, 1973 e 1983. Só no século XXI esta maldição seria superada.  Então também tinha ficado em quarto lugar em 1975 e 1981.

A União Soviética que tinha dominado este evento na década de 50 e 60, chegou a este campeonato como detentora do troféu, que tinha sido o décimo terceiro, conseguiu o bronze pela terceira ocasião: 1955, 1973 e 1983. Tinha também duas pratas: 1975 e 1977. Desde os anos 80 até hoje, este país e depois do fim deste, a Rússia só conquistaram dois títulos depois de entre 1947 e 1983 tê-lo feito por 13 vezes!

Os Países Baixos  ao ficar em quarto lugar conseguiu a sua melhor classificação de sempre em 15 vezes que aqui participou. Atrás disto ficam o 5ºlugar de 1949 e o sexto de 1946.

Illiabum da Liga de Basquetebol

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O Illiabum foi aos quartos-de-final do play-off da Liga de Basquetebol 2018-19, perdeu com a Oliveirense, ficando classificado no oitavo lugar. Fez a sua estreia neste patamar em 1984-85. Completa 23 presenças aqui: 1984-85 a 1993-94, 1995-96 a 2001-02, 2009-10 e 2010-11, 2014-15, 2016-17 a 2018-19. No seu palmarés, o melhor que fez foi chegar à final do campeonato em 1998-99, o FC Porto venceu por 3-1. A fotografia aqui apresentada representa o melhor momento da sua história, a conquista da Taça de Portugal 2017-18, batendo o Benfica na final por 91-83. Já tinha outras duas finais disputadas, em 1988-89 e 1991-92, perdeu ambas. Mas a de 1992 deu origem a outra grande façanha, derrotou novamente o Benfica e ergueu a Supertaça. Na Taça da Liga foi finalista vencido em 1999-2000. O FC Porto foi novamente a besta negra e bateu o clube de Ílhavo.

O Illiabum em também se aventurou na Europa. Participou em 1999-2000 na Taça Saporta, onde não passou a fase de grupos. A isto junta duas na Taça Korac, 1987-88 e 1989-90; ficou em ambas na 1ªeliminatória.

 

VI Mundial de Basquetebol Feminino, 1971, Brasil: tetra para União Soviética

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1971- Brasil: União Soviética

   
   
         
       
         
    1ªfase (Grupo C) Argentina 74-16
      Canadá 94-44
      Cuba 76-43
    Fase Final Coreia do Sul 89-67
      Japão 94-46
      Cuba 88-51
      Checoslováquia 88-69
      França 80-52
      Brasil 82-49
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

A União Soviética venceu o Mundial de Basquetebol Feminino de 1971 no Brasil. Foi o tetracampeonato e o quarto título do seu historial. Não perdeu qualquer jogo. Ganhou os três da primeira fase de grupos e os seis do grupo final. Relembre-se que neste evento não houve final. Houve uma primeira fase de grupos que apurava seis para uma poule final de sete seleções, onde já estava o país organizador que não pelejava nessa primeira etapa.

A Checoslováquia ficou com a prata pela segunda vez, a primeira tinha sido em 1964. Não mais repetiu este resultado que é o seu melhor de sempre. No entanto, foi o seu quinto pódio consecutivo desde o Mundial de 1957, também no Brasil, com duas pratas e três bronzes.

O Brasil chegou pela primeira vez no seu palmarés ao bronze e às medalhas. Aproveitou bem o facto de ser o anfitrião desta prova. Melhorou os dois quartos lugares antecedentes: 1953 e 1957.

A Coreia do Sul depois do brilharete na edição anterior onde ficou em segundo, alcançou um honroso quarto lugar que ainda não tinha obtido antes.

 

 

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