Famalicense oitavo classificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O Famalicense foi o oitavo classificado da I Divisão de Voleibol em 2018-19. Não há muito a acrescentar a isto, visto que foi a sua primeira presença neste campeonato. Assim, o oitavo lugar é a sua melhor prestação e a sua pior! É o clube com menos palmarés e história dos 14 que vão disputar a I Divisão em 2019-20. O seu objetivo deverá ser ficar nos oito primeiros, feito que conseguiu na sua estreia. Nunca foi à final da Taça de Portugal ou da Supertaça. O seu único troféu foi o título da II Divisão em 2017-18, que deu a tal subida inédita. Nas camadas jovens não conseguiu qualquer título. Nunca participou nas competições europeias.

Leixões nono classificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O nono classificado da época de 2018-19 de Voleibol é um dos clubes com mais palmarés nesta modalidade, neste caso, o Leixões. Tem 67 presenças na I Divisão: 1946-47 a 1948-49, 1950-51 a 1955-56, 1958-59 a 1960-61, 1963-64 a 2012-13, 2014-15 a 2018-19. Só o Sporting Espinho tem mais aparições na I Divisão. No caso dos espinhenses, têm mais uma, isto é, 68. Antes de falar no palmarés, diga-se que os matosinhenses estiveram 50 épocas seguidas na primeira divisão, um recorde ainda por igualar. Outro registo interessante é o facto de entre 1963-64 e 1992-93, o Leixões acabou sempre nos quatro primeiros classificados da I Divisão.
Está longe dos tempos áureos o clube de Matosinhos, mas ostenta oito campeonatos: 1963-64, 1971-72, 1973-74, 1975-76, 1978-79, 1979-80, 1981-82 e 1988-89; 5 Taças de Portugal: 1968-69, 1972-73, 1976-77,1982-83 e 1988-89; e uma Supertaça, a primeira que se disputou, em 1988-89. Atualmente o clube não almeja títulos deste calibre, mas ficar nos oito primeiros, é um objetivo mais realista.
Não foi só nisto que o clube ganhou, ainda ostenta dois títulos da II Divisão: 1961-62 e 2013-14. Nas camadas jovens é um dos mais laureados com: nove de Juniores, o último em 2012-13; é o atual campeão de Juvenis, onde tem 10 conquistas; a estes junta um de Iniciados, 1983-84 e um de Infantis em 2008-09.
O Leixões não vai às competições europeias há muito tempo, mas já lá andou. Conta com 7 presenças na agora Liga dos Campeões, onde o melhor que fez foi chegar aos oitavos-de-final nas épocas de 1964-65 e 1982-83. Mais 3 na agora Taça CEV, onde também não passou dos oitavos, 1973-74, 1977-78 e 1983-84. Finalmente, 6 aparições na agora Taça Challenge, os oitavos são a fase que este clube nunca passou, aqui em 1984-85, 1985-86, 1988-89 e 1991-92. Não participa nas provas CEV desde dessa época de 1991-92. Os problemas financeiros dos matosinhenses foram muitos desde a década de 90, daí este interregno.

Castêlo Maia, 10ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

Agora começa-se a entrar no restrito grupo de clubes que já fizeram história, já conquistaram títulos e já foram os maiores de Portugal no voleibol. O Castêlo Maia entra nesse lote. Ficou em 10ºlugar na I Divisão, pior classificação de sempre. Até esta época de 2018-19, esse registo era um 9ºlugar em 1975-76, ano de estreia no escalão máximo. Foi preciso chegar aos anos 90 para regressar à I Divisão. A partir daí foi a construção do seu melhor período. Conta com 30 presenças: 1975-76, 1990-91 a 2018-19. Foi 4 vezes campeão nacional, todas consecutivas, entre 2000-01 e 2003-04. Ergeu 6 Taças de Portugal: 1993-94, 2001-02, 2002-03, 2003-04, 2009-10 e 2013-14; e perdeu mais cinco finais. Para finalizar, mais 5 Supertaças: 1993-94, 1995-96, 1998-99, 2000-01 e 2009-10. Entre 1995-96 e 2003-04 finalizou sempre nos dois primeiros lugares. Só ficou 3 vezes abaixo de quinto classificado: o 10ºlugar de 2018-19, 9ºlugar de 1975-76 e um 7ºlugar em 1990-91.
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Ao nível das camadas jovens tem 6 títulos de Juniores: 1992-93 a 1995-96, 2013-14 e 2014-15. 2 de Juvenis: 2011-12 e 2016-17. 3 de Iniciados: 1989-90, 1991-92 e 2018-19. 1 de Infantis: 2017-18. Foi campeão da II Divisão em 1989-90. E ainda da III Divisão: 1973-74 e 1992-93, aqui com a equipa B.

Nas competições europeias da CEV (UEFA do Voleibol) o Castêlo Maia esteve muito perto de chegar a uma final. Disputou duas final-fours europeias, em 1997-98 na Taça das Taças e em 2003-04 na Top Teams’ Cup. São a mesma competição, o nome é que mudou e o critérios de apuramento também; agora são a Taça CEV. Sucumbiu nas meias-finais nessas duas ocasiões. Podia ter ido à final! Assim, acumulou 13 presenças nestas provas: 10 na agora Taça CEV e 3 na designação atual a Taça Challenge.

VC Viana 11ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O VC Viana ficou em 11ºlugar em 2018-19, na I Divisão de Voleibol. Tem três presenças na I Divisão, entre 2016-17 e 2018-19. A melhor classificação foi obtida no primeiro ano, um nono lugar em 2016-17. Seguiu-se um 12ºlugar em 2017-18 e ficou em 11º em 2018-19. Nunca chegou à final da Taça de Portugal ou participou em competições europeias. Um lugar nos oito primeiros deve ser o objetivo da época.
Nos escalões secundários tem um palmarés com algumas conquistas interessantes. Venceu a II Divisão por duas vezes: 2008-09 e 2015-16. No primeiro caso, este campeonato era na verdade a terceira divisão. A partir de 2011-12, voltou ao que sempre foi, o segundo escalão do voleibol português. A A2 foi extinta. A estes, junta três títulos da III Divisão: 1995-96, 2006-07 e 2013-14. Não tem qualquer troféu nacional nas camadas jovens.

SC Caldas, 12ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O SC Caldas ficou em 12ºlugar no Campeonato de Voleibol de 2018-19. Não confundir com o Caldas Sport Clube que tem alguns registos interessantes no futebol. São da mesma cidade, mas, clubes distintos. No caso do SC Caldas vou falar um pouco sobre a sua história no voleibol. Tem nove presenças na I Divisão: 2009-10, 2011-12 a 2018-19. A melhor classificação de sempre foi um quinto lugar em 2015-16. Nunca chegou a qualquer final da Taça de Portugal. Ficou nos oito primeiros entre 2012-13 e 2017-18. Este ano esse será o objetivo.
Curiosamente tem dois títulos nas divisões secundárias num campeonato que já não existe, isto é, a A2. Foi uma competição que decorreu entre 1997-98 e 2010-11 e era o segundo escalão do voleibol, com algumas variações. O SC Caldas foi o seu último campeão em 2010-11 ao que se junta o de 2008-09. Não tem troféus nas camadas jovens também.
Em 2018-19 o SC Caldas teve a sua única experiência nas competições da CEV, isto é, competições europeias, chegando à 3ªeliminatória da Taça Challenge.

Clube K, 13ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O Clube K, foi 13º classificado da I Divisão de Voleibol em 2018-19, escapou da descida num play-off com o 2ºclassificado da II Divisão, Fiães. É um clube açoriano o que traz sempre alguns problemas. Estreou-se na I Divisão de Voleibol em 2008-09, tendo sido despromovido, após acabar em 12º e último classificado, depois da disputa dos play-offs, para os clubes que ficavam fora dos oito primeiros, que iam apurar o campeão. Nessa altura, não era um campeonato de todos contra todos como agora, mas sim, eliminatórias a melhor de 3, o 9º com o 12º e o 10º com o 11º. Os derrotados iam decidir quem descia, em novo emparelhamento a melhor de 3. A esta presença, seguiram seis mais: 2010-11, 2012-13 a 2014-15, 2017-18 e 2018-19, isto é, conta com sete presenças no principal escalão desta modalidade. A melhor classificação de sempre foi um nono lugar em 2012-13.
Não tem qualquer título nacional nas camadas jovens nem foi alguma vez à final da Taça de Portugal e Supertaça no masculino. Porém, conquistou alguns troféus de divisões inferiores. Um desses é o Campeonato da A2 que já não existe e que decorreu entre 1997-98 e 2010-11. Era o segundo escalão durante esse período com algumas variações. Aqui o Clube K festejou em 2007-08 e 2009-10. Extinto este campeonato e com a II Divisão a voltar a ter o mesmo estatuto que exceto esses anos teve, isto é, segundo nível do voleibol português, aqui o clube açoriano soma três: 2003-04, 2011-12 e 2016-17. Em 2003-04 era o terceiro escalão em virtude da A2. Nos outros dois anos já não o era.

Clubes na I Divisão de Voleibol, 2019-20: Nacional Ginástica

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Parece que em Portugal se confunde desporto com futebol! Esta modalidade não é a única do país! Deve-se dar atenção a todas! Por isso, é que faço a apresentação aqui dos 14 clubes que vão disputar a I Divisão de Voleibol.
O primeiro clube é o único promovido, campeão da II Divisão, Nacional Ginástica que 11 anos depois regressa aos grandes. Será a sua 15ªpresença. As épocas em que competiu aqui foram: 1966-67 a 1968-69, 1971-72 a 1973-74, 1975-76, 1978-79 e 1979-80, 1982-83 e 1983-84, 1995-96 e 1996-97, 2007-08. A melhor classificação foi um quinto lugar em 1971-72. Não chegou a qualquer final da Taça Portugal. Será uma época onde tentará não descer; se tudo correr bem, talvez mais qualquer coisa, um lugar nos oito primeiros.
Apesar de não ter títulos nas 3 provas mais importantes do Voleibol: Campeonato, Taça de Portugal e Supertaça, ganhou outros de alguma importância. O primeiro é o campeonato da A2 em 2006-07. Já não existe esta prova. Decorreu entre 1997-98 e 2010-11. Então era o segundo escalão do voleibol. Nas primeiras edições os dois primeiros entravam na segunda fase da A1 (agora I Divisão), na Série dos Últimos. Depois acabou-se com isso e passou a ser um segundo escalão normal. Optou-se por acabar com ela em 2011 e voltar ao que tinha sido tradição. É nessa cultura que o Nacional Ginástica tem três títulos da II Divisão: 1965-66, 1994-95 e 2018-19. Para fechar este palmarés a equipa B deste clube venceu a III Divisão em 2014-15 e 2015-16.
Para fechar, falemos dos escalões de formação. Não tem títulos máximos em seniores, mas nas camadas jovens foi campeão de Juniores em 1964-65 e 1966-67. O Nacional Ginástica, clube com poucos recursos, mas que é definitivamente um dos históricos desta modalidade.

 

V Mundial de Andebol Feminino, 1973, Jugoslávia: único título das anfitriãs

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As anfitriãs do Mundial de 1973 de Andebol Feminino, isto é, a Jugoslávia, conseguiram fazer o percurso completo, ou seja, sagraram-se campeãs mundiais pela única vez na historial, depois de terem perdido as finais de 1965 e 1971, nas duas edições anteriores. Chegaram a mais finais, porém, nunca mais ergueram o cetro mundial,  em 1990 e 2013. A Roménia, medalha de prata, falhou o título que seria o seu segundo, desiderato que nunca festejaria, ficou-se pelo de 1962 e teve perto em 2005, mas as russas foram mais fortes. A União Soviética obteve o bronze, único do seu palmarés. Estava a preparar a equipa que dominaria o andebol feminino nos anos 1980.  A Hungria, campeã em 1965, também o seu troféu solitário, atingiu o quarto lugar, não mais repetiria esta classificação. A Jugoslávia não teve uma caminhada fácil, chegando mesmo a perder um jogo na segunda fase de grupos, mesmo assim apurou-se para a final. Aí bateu a Roménia por 16-11 e fez a festa!

 

 

 

 

 

1973- Jugoslávia: Jugoslávia

   
   
         
       
         
    1ªfase (Grupo D) Holanda 20-4
      Dinamarca 11-10
    2ªfase (Grupo II) [Dinamarca 11-10] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 8-9
      URSS 7-5
    FINAL Roménia 16-11
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

V Mundial de Andebol, 1964, Checoslováquia: título para os romenos

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1964- Checoslováquia: Roménia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo D) União Soviética 16-14
      Noruega 18-10
      Japão 36-12
    2ªfase (Grupo 2) [União Soviética 16-14] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Dinamarca 25-15
      Checoslováquia 16-15
    FINAL Suécia 25-22
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

A Roménia mostrou aqui o seu potencial no mundo de Andebol de 1964. Conquistou o seu segundo título consecutivo. Sobreviveu a duas fases de grupos sem perder qualquer jogo. Na final, encontrando o vencedor do outro grupo, a Suécia, derrotou-a com uma vitória equilibrada de 25-22. Eram os tempos onde a Roménia era candidata ao título. Atualmente, está muito longe disso! A Suécia conseguiu a sua primeira medalha de prata, melhorando do bronze que tinha alcançado no mundial transato. Não conseguiu o seu terceiro título, depois de ter ganho em 1954 e 1958 e só faria nos anos 90. A Checoslováquia, país anfitrião, obteve o seu segundo bronze, depois de o de 1954, não mais acabou em terceiro até ao seu fim nos anos 90, do século XX. A Alemanha Ocidental repetiu o resultado de 1961.

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