V Campeonato do Mundo de Voleibol Feminino, 1967, Japão: Bicampeonato para o Japão

        1967- Japão: Japão  
  
     
     
     
  Fase FinalPerú3-0 (15-1,15-5,15-1)
   Coreia do Sul3-0 (15-3,15-3,15-4)
   EUA3-0 (15-12,15-0,15-8)
     
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Este foi um Campeonato do Mundo de Voleibol Feminino 1967 atípico. Não houve nações europeias a disputá-lo e só foi participado por quatro seleções. Uma dessas foi o país organizador, obviamente o Japão, mas este era também o detentor do troféu erguido em 1962 na União Soviética, surpreendendo as russas por um ponto. Em 1967, não teve oposição, três jogos, três vitórias, todas por 3-0 e só num set as jogadoras nipónicas permitiram às suas adversárias chegar aos 10 pontos. Claro que se pode especular por causa de só quatro países participarem, mas vale como qualquer outro formato de disputa que este evento teve ao longo da sua história.

O Mundial foi decidido num único grupo final com as quatro nações, todas contra todas, quem ganhasse mais jogos era campeão. Para o Japão foi o segundo ouro consecutivo. Nunca mais alcançou tal feito. Foi também o terceiro pódio seguido: uma prata e dois ouros. Foi o auge do voleibol feminino japonês.

Para os EUA que obteve a prata foi a primeira medalha da história deste evento. Era a sua terceira presença e o melhor das duas anteriores era um sexto lugar em 1960. Foi o primeiro passo rumo a mais medalhas que viriam posteriormente.

A Coreia do Sul também obteve o bronze , algo inédito até então. Era a sua primeira participação e conseguiu algo que seria a sua melhor classificação de sempre até aos dias de hoje, porém igualada no futuro.

Este foi para o Perú o primeiro grande resultado a este nível. Não ficou mais nenhum vez nesta posição mas a década de 80 iria bater todos os recordes do voleibol feminino peruano.

V Mundial de Voleibol, 1962, União Soviética: Quarto título para os anfitriões

        1962- União Soviética: União Soviética  
  
     
     
     
  1ªfase (Grupo D)Tunísia3-0 (15-11,15-1,15-2)
   Holanda3-0 (15-0,15-4,15-6)
   China3-0 (15-6,15-13,16-14)
  Fase Final[China3-0 (15-6,15-13,16-14)] resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
   Japão3-2 (10-15,15-3,15-10,14-16,15-1)
   Roménia3-1 (15-17,15-8,15-6,15-11)
   Jugoslávia3-1 (15-9,15-13,10-15,15-13)
   Bulgária3-0 (15-12,18-16,15-10)
   Checoslováquia3-0 (15-8,15-13,15-9)
   Brasil3-0 (15-4,15-3,15-12)
   Hungria3-0 (15-10,15-8,15-6)
   Polónia3-2 (10-15,15-9,15-4,14-16,15-7)
     
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

O Campeonato do Mundo de Voleibol de 1962 realizou-se na União Soviética. O título foi para os anfitriões. Era o quarto título em cinco edições deste evento. A isto somam um terceiro lugar em 1956, única vez que não tinham chegado ao ouro nas primeiras cinco ocasiões que isto se realizou. Venceu os jogos todos. Os da primeira fase, onde eram apuradas as 10 equipas que num grupo de todos contra todos, quem ganhasse mais jogos erguia o troféu. Os soviéticos ganharam os nove jogos e assim fizeram a festa.

A Checoslováquia por sua vez era a quarta prata nas cinco ocasiões que este evento se realizou. No entanto, o ouro de 1956, conquistado pelos checos era o único que os russos tinham perdido até então. Mais uma vez os checos não passaram do segundo lugar. Parecia maldição! Porém, desde aí não mais chegaram à prata.

A Roménia ficou com o bronze pela segunda edição seguida, não mais o fez. Era também a terceira vez seguida que ficavam no pódio: uma prata e dois bronzes. Como o voleibol romeno está longe atualmente destes patamares!

A Bulgária demonstrou com o quarto lugar que o domínio do voleibol mundial nesta altura era do Leste Europeu, para lá da Cortina de Ferro. Os quatro primeiros lugares todos com seleções dessa parte do Mundo. Foi a única vez que os búlgaros terminaram nesta posição.

Benfica campeão de Voleibol 2018-19

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Depois de ter começado pelo Nacional Ginástica, campeão da II Divisão em 2018-19, apresento agora o campeão nacional da I Divisão dessa mesma temporada, o Benfica. Terceira equipa com mais presenças nesse campeonato, com 56, só atrás de Sporting Espinho e Leixões: 1946-47, 1956-57 a 1984-85, 1988-89 a 1993-94, 1999-2000 a 2018-19. Conquistou oito campeonatos, igualando o Leixões nesse ranking. Curiosamente, no século XX apenas conseguiu dois em 1980-81 e 1990-91, acumulando muitos vice-campeonatos. Aí lidera, ficou 18 vezes em segundo lugar. Na atual década, já obteve mesmo um tricampeonato entre 2012-13 e 2014-15. Aliás, cinco dos seus oito foram na corrente década. As piores classificações de sempre foram três oitavos lugares em: 1984-85, 1999-2000 e 2000-01. Na Taça de Portugal e Supertaça é o clube com mais troféus, 18 e nove respetivamente. Na Supertaça fez a festa seis vezes seguidas, entre 2011 e 2016, um recorde.

O Benfica não esteve presente em todas as temporadas da I Divisão por isso tem alguns títulos nos escalões secundários: II Divisão em 1952-53 e III Divisão em 1997-98. Nas camadas jovens tem um palmarés interessante: 5 títulos de Juniores, derradeiro em 2017-18, 7 de Juvenis, último em 2009-10. 12 no total.

Em 2014-15, o Benfica fez história ao chegar à final da Taça Challenge, competição europeia organizada pela CEV (UEFA de voleibol), tornando-se na segunda equipa portuguesa a chegar aos jogos decisivos de uma prova europeia. Infelizmente, os sérvios do Vojvodina foram melhores e ganharam. Em 2015-16, voltaram a estar perto, pois atingiram as meias-finais na mesma competição, mas fica essa marca destas prestações que ainda não foram batidas. O Benfica tem 15 presenças nas provas CEV: 2 na atual Liga dos Campeões, sete na agora Taça CEV e seis na corrente Taça Challenge. Em 2019-20  disputa a Liga dos Campeões, uma prova que não tinha presença portuguesa desde 2008-09, onde o Vitória Guimarães chegou aos oitavos.

 

Sporting vice-campeão de Voleibol 2018-19

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Chego agora, depois de começar pela equipa promovida, Nacional Ginástica, ao vice-campeão nacional de 2018-19, o Sporting. Apesar de ter seis títulos no palmarés, o último em 2017-18, não é um clube com muitas presenças na I Divisão, tem apenas 20: 1947-48 e 1948-49, 1950-51 e 1951-52, 1953-54 a 1956-57, 1985-86 a 1994-95 e 2017-18 e 2018-19. Chego a estar 28 anos ausente, de 1957 até 1985; e depois 22 entre 1995 e 2017. A pior classificação de sempre foi um oitavo lugar em 1985-86. O título de 1953-54 foi especial, não só por ser primeiro, mas porque acabou com a hegemonia do Técnico, que tinha ganho os sete precedentes. Além disso conquistou 3 Taças de Portugal: 1990-91, 1992-93 e 1994-95. O mesmo fez na Supertaça entre 1990-91 e 1992-93.

Nas divisões secundárias, o Sporting também tem alguns troféus. Três da II Divisão: 1958-59, 1983-84 e 1984-85. Tem estes dois seguidos neste escalão, pois na altura não havia subidas e descidas como atualmente, apuravam-se os 4 primeiros da Zona Norte e os quatro primeiros da Zona Sul, que depois iam disputar o campeonato da I Divisão. Para concluir, venceu a III Divisão em 1982-83. Nas camadas jovens somou algumas taças: 3 de Juvenis: 1961-62, 1963-64 e 1993-94 e um em Iniciados em 1979-80.

Nas competições europeias tem sete presenças: 3 na Liga dos Campeões, duas na agora Taça CEV e 2 na agora Taça Challenge, aqui conseguiu a sua melhor caminhada ao chegar às meias-finais em 2018-19.

 

Fonte Bastardo 3ºclassificado na I Divisão de Voleibol de 2018-19

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Chego agora ao pódio do Campeonato da I Divisão de Voleibol 2018-19. Comecei primeiro pelo único clube promovido, Nacional Ginástica, e fui apresentando conforme a classificação dessa época, de baixo para cima, do 13º, Clube K, até chegar agora ao bronze de 2018-19. A Fonte Bastardo foi o clube que acabou em terceiro. Não tem qualquer presença na I Divisão no século XX. Só se estreou na I Divisão 2005-06. Desde aí, participou 14 vezes. Tem uma particularidade, nunca ficou abaixo de quinto, mas também nunca ficou em quarto lugar. Teve o seu período dourado entre 2010-11 e 2015-16, onde foi campeão precisamente nessas temporadas e vice-campeão em 2013-14 e 2014-15. Venceu também a Taça de Portugal em 2012-13 e foi finalista vencido em 2013-14, onde desperdiçou uma vantagem de dois sets diante do Castêlo Maia, 2015-16 e 2018-19. Nunca foi feliz na Supertaça, pois perdeu as finais todas e todas diante do Benfica: 2011, 2013, 2016 e 2019.

Os açorianos não têm qualquer troféu nacional nas camadas jovens. Foram campeões da A2 em 2004-05 e assim subiram à então A1, agora I Divisão, pela primeira vez, de onde não mais saíram. Relembro novamente que a A2 já não existe. Durou entre 1997-98 e 2010-11. Com o fim desta, a II Divisão voltou a ser o segundo escalão do voleibol nacional.

É um clube que desde que subiu à I Divisão tem participado assiduamente nas competições europeias. Somente na agora Taça Challenge. Tem nove presenças e o melhor que conseguiu foi chegar aos quartos-de-final em 2018-19.

Sporting Espinho 4ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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Chego agora ao quarto classificado do campeonato da I Divisão de Voleibol de 2018-19 que foi o Sporting Espinho. É o clube mais laureado do voleibol português masculino. É o mais vezes triunfou na I Divisão. 18 vezes, primeiro em 1956-57 e último em 2011-12. É também a equipa com mais presenças neste campeonato, mais uma que o Leixões, assim tem 68 presenças: 1946-47 a 1948-49, 1950-51 a 1954-55, 1956-57 a 1958-59, 1960-61 a 1975-76, 1977-78 e 1978-79, 1980-81 a 2018-19. É o que há mais anos seguidos na primeira divisão. Só Leixões fez melhor, quando esteve de 1963-64 a 2012-13. Os espinhenses não ficam abaixo de pelo menos quarto classificado desde o nono lugar de 1993-94. A primeira vez que isso aconteceu foi um quinto lugar em 1965-66. Quase que igualava o recorde de heptacampeão, que o Técnico conseguiu entre 1946-47 e 1952-53; o Espinho fez seis, de 1994-95 a 1999-2000. O seu palmarés não se esgota aqui: tem 12 Taças de Portugal, a derradeira em 2016-17 e um recorde inédito de seis seguidas entre 1995-96 a 2000-01; só o Benfica tem mais com 18. A isto ainda adiciona cinco Supertaças: 1995, 1997, 1998, 2000 e 2017.
Em termos de títulos de divisões secundárias o Sporting Espinho tem, um da III Divisão em 2001-02, com a equipa B.

Nas camadas jovens a história já é outra. É o atual campeão júnior, somando um total de sete. Mais 4 em Juvenis: 1980-81, 1989-90, 1999-2000 e 2000-01. É o líder de títulos em Iniciados com onze, apesar de já o não obter desde 2004-05. E em Infantis tem um em 2003-04. Isto dá um total de 23 títulos nas camadas jovens.
A fotografia que eu escolhi para este post é a que mostra a vitória do Sporting Espinho na Top Team’s Cup da CEV, em 2000-01. O maior feito do voleibol português a nível de clubes. Conquistar uma competição europeia é ainda algo que ninguém em Portugal repetiu antes ou depois. Só o Sporting Espinho conseguiu. E foi à final da época seguinte, mas aí os belgas do Knack Roeselare foram mais fortes. Atualmente, no masculino, o Sporting de Espinho é a equipa com mais presenças nas provas europeias: 10 na agora Liga dos Campeões, 4 na agora Taça CEV (era designada de Top Team’s Cup quando foi ganha), e 7 na agora Taça Challenge. A última aventura foi em 2002-03, na Taça Challenge, onde não passou a fase de grupos.

 

Vitória Guimarães 5ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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Vencedor da Taça FPV e quinto classificado em 2018-19, falo do Vitória Guimarães. Um nome grande no desporto português. No voleibol foi preciso esperar pelo século XXI para o ver na I Divisão. No feminino já tinha estado antes, mas nos homens só se estrearam em 2001-02. Assim, tem 18 presenças consecutivas, de 2001-02 a 2018-19. Em 2017-18 desceram, terminou em 13º e último, de longe a pior classificação de sempre, mas usou a regra da federação e o campeonato foi alargado para 14 clubes. Os seus anos de ouro foram na primeira década do século XXI. Antes de mais, este clube só ficou abaixo dos cinco primeiros três vezes, a de 2017-18, um 11º em 2014-15 e um sexto lugar em 2015-16. Nesse período dourado foi campeão em 2007-08 e vice em 2005-06, 2006-07 e 2008-09. Juntou a isso, a vitória na Taça Portugal em 2008-09. O único triunfo em cinco finais. visto que perdeu em: 2002-03, 2003-04, 2007-08 e 2012-13.
Nas divisões secundárias, o Vitória Guimarães também conquistou alguns troféus, nomeadamente, a A2 em 2000-01, o que deu uma subida inédita à primeira divisão. A A2 já não existe, foi disputada entre 1997-98 e 2010-11. Já tinha subido a esta, ao triunfar na II Divisão em 1999-2000. A equipa B somou o título da III Divisão em 2010-11. Um clube com uma história tão grande e com uma massa associativa tão aguerrida devia de ter mais palmarés nas camadas jovens desta modalidade, mas fica-se por um único título, conquistado nos Infantis em 2007-08.
O clube vimaranense foi o último português a participar na Liga dos Campeões em 2008-09. O Benfica, na época de 2019-20, será o primeiro desde essa temporada. Esta foi uma das quatro vezes que se aventuraram na Europa. Esta é a única na Liga dos Campeões, a que se juntam, 2 na agora Taça CEV e uma na atual Taça Challenge. O melhor que fez foi os oitavos-de-final na prova máxima da CEV em 2008-09 e também, a mesma fase, na Taça CEV em 2003-04 (na altura designava-se Top Teams’ Cup).

 

Académica São Mamede 6ªclassificada da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O sexto classificado do Campeonato da I Divisão de Voleibol foi a Académica São Mamede. Foi a sua melhor classificação desde 1991-92, onde também terminou nesta posição. A sua melhor prestação foi ser vice-campeã em 1984-85, depois, dois quartos lugares em 1985-86 e 1986-87 e um quinto em 1979-80. Tem 24 presenças na I Divisão: 1971-72, 1973-74, 1979-80, 1984-85 a 2000-01, 2015-16 a 2018-19. No ano do vice-campeonato, também chegou à sua única final na Taça de Portugal, perdendo para o Sporting Espinho por 3-1. Nunca disputou uma final da Supertaça, em 1984-85 não existia. O foco deve ser um lugar nos oito primeiros outra vez.

Este um clube conhecido pela sua formação onde acumula vários títulos. Em Juniores tem cinco: 1980-81, 1987-88, 1988-89, 1989-90, 2008-09. Seis em Juvenis: 1978-79, 1983-84, 1991-92, 1992-93, 2012-13 e 2013-14. Dois de Cadetes: 2012-13 e 2016-17. 4 de Iniciados: 1976-77, 1977-78, 1990-91 e 2011-12. Para finalizar este palmarés rico, mais dois nos Infantis: 2000-01 e 2016-17. No total 19 títulos nas camadas jovens. Nada mal! Se tivesse outros recursos financeiros, podia ambicionar mais qualquer coisa na equipa sénior!

Pode nunca ter ganho nas competições mais importantes do voleibol, todavia, conquistou alguns títulos nos escalões secundários. Ergueu o troféu no primeiro campeonato da história da A2, em 1997-98. Um divisão que já não existe, mas foi efetivamente o segundo escalão do voleibol entre 1997-98 e 2010-11. A isto, junta três campeonatos da II Divisão: 1976-77, 1981-82 e 2014-15.

Andou pelas competições europeias da CEV três vezes, uma na agora Taça CEV e duas na atual Taça Challenge. Tudo entre 1985-86 e 1987-88. O melhor que fez foi chegar uma vez em cada destas duas aos oitavos-de-final, no primeiro caso em 1985-86, no outro na temporada seguinte, em 1986-87.

Esmoriz sétimo classificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O sétimo classificado da I Divisão de Voleibol, o Esmoriz, é um dos históricos da modalidade. Já foi o maior de Portugal! Foram campeões nacionais em duas ocasiões, um bicampeonato: 1982-83 e 1983-84; a que somam uma Taça de Portugal em 1981-82. Depois disso, no início do século XXI quase chegou outra vez ao título, mas perdeu sempre, quatro finais seguidas, todas contra o Castêlo Maia, entre 2000-01 e 2003-04. Ainda hoje, são as únicas vezes em que terminou em segundo. Nos dois anos seguintes, 2004-05 e 2005-06, concluiu no pódio, em terceiro. Nunca mais ficou tão bem classificado. Não desceu, mas o objetivo é sempre os lugares a meio da tabela. A última final da Taça de Portugal que disputou foi em 2004-05, onde desperdiçou uma vantagem de dois sets e assim o Benfica ganhou. Tem 41 presenças na I Divisão: 1974-75 e 1975-76, 1977-78 a 1989-90, 1992-93, 1994-95 a 2018-19. Na Supertaça cedeu na final de 1997-98, por 3-0, diante do Sporting Espinho.
O palmarés do Esmoriz não fica por aqui. Tem dois títulos da II Divisão: 1971-72 e 1973-74, dois da III Divisão: 1976-77 e 2017-18, aqui com a equipa B. Parece difícil de compreender campeão da III Divisão e participante da I Divisão no ano seguinte?! Nesta altura não havia subida e descidas de divisão como atualmente. Os clubes eram apurados para estas, dependendo da classificação nos campeonatos da Zona Norte e da Zona Sul que eram discutidos previamente.
Nas camadas jovens o Esmoriz tem um excelente palmarés também. É o terceiro com mais títulos de Juniores com sete, só FC Porto e Leixões têm mais, o último foi 2015-16. Em Juvenis tem quatro: 1972-73, 1973-74, 1995-96 e 2006-07. São os atuais vencedores de Cadetes, seu único troféu até agora. Nos Iniciados festejou por oito vezes, derradeiro em 2017-18. Finalmente, é o que mais ergueu o troféu, quatro, nos Infantis: 2002-03, 2004-05, 2005-06 e 2013-14.
O Esmoriz também se aventurou nas competições CEV em 13 ocasiões: 2 na agora Liga dos Campeões; 3 na agora Taça CEV e 8 na atual Taça Challenge. A campanha que ficou na história foi em 1982-83 onde chegou aos quartos-de-final da Taça das Taças (agora Taça CEV). Na altura, era muito raro uma equipa portuguesa ir tão longe.

Famalicense oitavo classificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O Famalicense foi o oitavo classificado da I Divisão de Voleibol em 2018-19. Não há muito a acrescentar a isto, visto que foi a sua primeira presença neste campeonato. Assim, o oitavo lugar é a sua melhor prestação e a sua pior! É o clube com menos palmarés e história dos 14 que vão disputar a I Divisão em 2019-20. O seu objetivo deverá ser ficar nos oito primeiros, feito que conseguiu na sua estreia. Nunca foi à final da Taça de Portugal ou da Supertaça. O seu único troféu foi o título da II Divisão em 2017-18, que deu a tal subida inédita. Nas camadas jovens não conseguiu qualquer título. Nunca participou nas competições europeias.

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