Primeiro título para a Espanha: Mundial, 2010, África do Sul

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2010, África do Sul: Espanha      
       
    1ªfase, Grupo H Suíça 0-1
      Honduras 2-0
      Chile 2-1
    Oitavos-de-final Portugal 1-0
    Quartos-de-final Paraguai 1-0
    Meias-finais Alemanha 1-0
    FINAL Holanda 1-0 a.p.
         
 Onze principal: Casillas; Sérgio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Xabi Alonso (Fabregas) e Busquets; Iniesta, Xavi e Pedro (Navas); David Villa (Fernando Torres)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Iniesta (116m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

Pela primeira vez um Mundial foi disputado no continente africano, mais concretamente na África do Sul, em 2010. Finalmente, a Espanha conseguiria a consagração. Depois de anos em que era apontada como candidata e nunca fazia nada de jeito, os espanhóis finalmente conquistaram o título. Até aqui, o melhor que esta nação tinha conseguido era um quarto lugar, no já muito distante Campeonato do Mundo de 1950, no Brasil, 60 anos, depois, nem sequer tinha chegado a uma meia-final desde então. Porém, chegava aqui como campeão da europa o que já demonstrava que esta não era uma geração qualquer.  Até começaram mal a prova, perdendo com a Suíça. Todavia, a partir daí ganharam os jogos todos e desde que a fase eliminar se iniciou, todos por 1-0. Na final, um golo de Iniesta no prolongamento deu o título a Espanha e assim alcançaram o que muitos já julgavam ser uma maldição. O triunfo diante da Holanda na final foi o culminar de uma geração que ficaria na história do futebol mundial.

Se com a Espanha se pode chamar de fim da maldição, para os holandeses é precisamente o contrário. Já tinham disputado duas finais deste evento, em 1974 e 1978. E tal como em 1978, a Holanda perdeu a final de 2010 no prolongamento. Terceira final perdida sem nenhuma ganha, começa a ser também uma tradição que ninguém gosta.

Houve duas grandes sensações neste Mundial. Duas nações que foram mais longe do que se esperava: o Uruguai e o Gana. Curiosamente, defrontaram-se nos quartos-de-final. O Gana tornou-se na terceira nação africana a chegar tão longe. E podia ter ido mais além. O jogo com o Uruguai terminou empatado a um no final dos 90 minutos e assim continuou até aos 120′. Exatamente no último suspiro deste houve uma grande penalidade favorável ao Gana, pois Suarez intercetou com a mão um remate que daria em golo. Seria uma oportunidade única, pois permitiria não só a vitória neste encontro, como qualificaria o Gana para as meias-finais, tornando-se na primeira seleção africana a ir tão longe. O jogador ganês não aguentou este peso histórico todo e falhou. Isto levou o jogo para as grandes penalidades, onde o Uruguai foi mais forte, apurando-se pela primeira vez em 40 anos para uma meia-final. Não foi mais longe. Perdeu com a Holanda. Porém, foi a melhor prestação desde o Mundial de 1970, no México, onde também acabou em quarto lugar.

No caminho para o título falou-se que a Espanha teve sorte. Uma das seleções que enfrentou foi o Paraguai que também teve aqui a sua melhor prestação e foi uma das surpresas da prova. Confrontaram-se as duas nos quartos, no início da segunda parte quando o jogo estava a zeros, o Paraguai teve uma grande penalidade a seu favor que falhou. A Espanha mais tarde marcou um golo e qualificou-se para as meias. Se os paraguaios tinham marcado nesse momento o que seria depois ?!

Portugal apurou-se pela terceira vez consecutiva para este evento. O que acontecia pela primeira vez na sua história. Não foi uma prestação brilhante. Também não foi desastrosa. Atingiu-se os mínimos aceitáveis. Isto é passou a fase de grupos, mas nos oitavos a Espanha foi mais forte e um golo de David Villa eliminou os lusitanos. Ficam dois coisas a reter nesta participação: a vitória por sete zero frente à Coreia do Norte na fase de grupos, maior triunfo de sempre dos lusos neste evento; e, pela primeira vez Portugal passava uma fase de grupos num Mundial disputado fora da Europa. Em 1986 e 2002 não teve esse desiderato. Em 1966 e 2006, passou mas estes ocorreram na Inglaterra e Alemanha, no continente europeu.

 

 

 

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1998, Mundial de França: vitória dos gauleses

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Vinte anos depois um país anfitrião voltou a ser campeão. Neste caso a França. Semi-finalista do Europeu de 1996, em Inglaterra, onde perdeu surpreendentemente nas grandes penalidades frente à República Checa. Desta vez nem isso os deteve. Um passeio na fase de grupos, ganhando os três jogos. Depois, as dificuldades começaram: nos oitavos, só no prolongamento eliminaram o Paraguai, com um golo de Blanc; relembre-se que naquela altura o tempo extra era decidido por morte súbita, quem marcasse primeiro passava e o jogo terminava aí.

Nos quartos-de-final, frente à Itália, só conseguiram passar nas grandes penalidades. Nas meias-finais, muitas dificuldades para o apuramento, estiveram a perder 1-0, diante da surpresa do torneio a Croácia, com dois golos de Thuram, defesa direito, conseguiram assim a passagem.

Na final, Zidane, que até tinha sido expulso durante a fase de grupos, foi um herói, marcando os dois primeiros golos, de cabeça, após canto, levando os franceses à glória. Um golo a acabar de Petit confirmou o título. 3-0 contra o Brasil, uma das finais mais desequilibradas da história deste evento.

Estreava-se neste torneio e conseguiu não só o bronze, como Suker foi o melhor marcador do torneio com seis golos, isto é, a Croácia. Nos quartos-de-final aplicaram à Alemanha uma das maiores humilhações da sua história, derrota por 3-0. Nas meias soçobraram perante os futuros campeões, mas ainda conseguiram o bronze, batendo a Holanda.

A Holanda, por sua vez, chegou às meias-finais, onde perdeu com o Brasil, nas grandes penalidades. Foi a sua melhor prestação desde a final perdida do Argentina 1978, perante esse país. A Dinamarca também teve aqui a sua melhor prestação, chegou aos quartos, onde cedeu perante o Brasil. A Noruega, que venceu na fase de grupos o Brasil, primeira vez que esta nação perdia na fase de grupos, desde o Mundial de 1966, quando não passou daí, chegou aos oitavos, onde foi afastada pela Itália. A Nigéria chegou novamente aos oitavos, tornando-se o primeiro país africano a passar em edições consecutivas (1994 e 1998) a fase de grupos, mas, tal como em 1994, não foi além disso.

 

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
1998, França: França      
       
    1ªfase, Grupo C África do Sul 3-0
      Arábia Saudita 4-0
      Dinamarca 2-1
    Oitavos-de-final Paraguai 1-0 a.p.
    Quartos-de-final Itália 0-0/4-3 g.p.
    Meias-finais Croácia 2-1
    FINAL Brasil 3-0
         
 Onze principal: Barthéz; Thuram, Desailly, Lebouef e Lizarazu; Deschamps, Karembeu (Boghossian) e Petit; Zidane; Guivarc’h (Dugarry) e Djorkaeff (Vieira)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Zidane (27m); 2-0, por Zidane (45m); 3-0, por Petit (90m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

24 anos depois, o tetra para o Brasil, EUA 1994

 

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
 
1994, EUA: Brasil
 
  1ªfase, Grupo B Rússia 2-0
  Camarões 3-0
  Suécia 1-1
  Oitavos-de-final EUA 1-0
  Quartos-de-final Holanda 3-2
  Meias-finais Suécia 1-0
  FINAL Itália 0-0/3-2 g.p.
 
 Onze principal: Taffarel; Jorginho (Cafú), Aldair, Márcio Santos e Branco; Mazinho, Mauro Silva, Dunga e Zinho (Viola); Bebeto e Romário
 
Marcha do marcador: 0-0, 3-2 g.p.:0-0, falha Baresi (fora); 0-0, falha Márcio Santos (defende Pagliuca); 0-1, por Albertini; 1-1, por Romário; 1-2, por Evani; 2-2, por Branco; 2-2, falha Massaro (defende Taffarel); 3-2, por Dunga; 3-2, falha R.Baggio (fora)

 

Foi uma espera longa! Da euforia do tri, com uma das equipas candidatas a ser considerada a melhor de sempre a este nível, com muitas desilusões pelo caminho, com derrotas difíceis de engolir! Esse triunfo parecia uma glória complicada de alcançar, falava-se de maldições. Todavia, no Mundial de 1994, nos EUA, tudo isto foi esquecido e a euforia regressou. 24 anos depois, o Brasil chegou ao desejado tetra. O samba voltou!

Uma equipa que não era nem de perto nem de longe das mais entusiasmantes da história do futebol brasileiro, contudo tinha adquirido algo que era um defeito apontados as suas predecessoras, saber tático. Juntando a beleza à segurança defensiva. Não jogando bonito e depois acabando a perder nos momentos crucias. Uma seleção que sabia bem como defender como atacar. Isto foi fundamental para chegar ao título.

Uma primeira fase sem grandes problemas, cedendo um empate com a Suécia e vencendo os outros dois. Em desvantagem numérica, depois da agressão de Leandro, diante dos anfitriões, EUA, um golo perto do fim bastou para o apuramento. Nos quartos, num dos jogos mais espetaculares da história deste evento, uma vitória por 3-2, frente à Holanda, mesmo depois de terem desperdiçado uma vantagem de dois golos, todavia, um livre direto de Branco fez a diferença.

Nas meias-finais, uma vitória tangencial diante da Suécia, vingando o empate da fase de grupos, também, obtida perto do fim, com os suecos reduzidos a dez. Na final, que para muitos é a pior de sempre, só equiparada à do Mundial de 1990, na Itália, só as grandes penalidades fizeram a diferença e aí Taffarel, guarda-redes brasileiro, foi o herói dando o tetra ao Brasil. Depois: samba e festa! Muita festa!

A Suécia, pela primeira vez desde 1958, quando foi finalista em casa, regressou ao pódio, com um meritório terceiro lugar, goleando a Bulgária por 4-0 no jogo para esse efeito. A Bulgária também teve aqui o que ainda é o seu melhor registo de sempre, um quarto lugar, eliminando os detentores do troféu a Alemanha, nos quartos. A Roménia também eliminou um gigante, a Argentina, ainda em convalescença do caso de doping do Maradona, nos oitavos. Cedeu, outra vez, nas grandes penalidades nos quartos, diante da Suécia. Também obteve a sua melhor prestação até aos dias de hoje.

A Arábia Saudita também surpreendeu. Tornou-se no segundo país asiático (AFC) a passar a fase de grupos. O único tinha sido a Coreia do Norte, em 1966, onde alcançou os quartos, eliminada por Portugal, depois de estar a vencer por 3-0, cedendo por 5-3, com o melhor jogo da carreira de Eusébio pela seleção, onde aqui marcou quatro golos.

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XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XVII Europeu de Basquetebol Feminino, 1980, Jugoslávia: título soviético

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Mais um Europeu mais um título para a União Soviética. Mais uma vez uma vitória concludente. Podendo dizer-se que não houve oposição à altura. Ficaram isentos da primeira fase de grupos e a seguir cilindraram todas as adversárias rumo à final. Tudo vitórias acima dos trinta pontos. O jogo mais renhido (se se pode chamar assim) foi a meia-final frente à Checoslováquia, com um triunfo por 32 pontos! De resto, tudo acima dos 45 pontos. Nada à dizer. Um título conquistado sem muito mais a elaborar. Nesta altura as soviéticas dominavam o panorama europeu do basquetebol e não tinham muita oposição. Limitavam-se a ir ao Campeonato Europeu e a conquistá-lo sem muito labor. Eram hegemónicas, ninguém lhes fazia frente. Algo que só o fim da URSS mudou.

1980, Jugoslávia: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase Isento  
    Quartos-de-final (Grupo A) Holanda 105-43
      Polónia 94-40
      Bulgária 119-63
    Meias-finais Checoslováquia 94-62
    FINAL Polónia 95-49
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XVII Europeu de Voleibol Feminino, 1991, Itália: título soviético

1991, Itália: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-0 (15-7,15-2,15-11)
      França 3-0 (15-6,15-11,15-13)
      Albânia 3-0 (15-2,15-7,15-6)
      Grécia 3-0 (15-7,15-2,15-3)
      Itália 3-0 (15-6,15-6,15-9)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-6,15-3,15-11)
    FINAL Holanda 3-0 (15-4,15-2,15-3)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Europeu de voleibol feminino de 1991 disputou-se na Itália. Mais uma vez com o vencedor do costume: a União Soviética. A última vez que esta nação participou nesta prova, pois, pouco depois subdividiu-se em vários países. A Rússia seria a sua sucessora pois era a potência colonizadora. Quanto à prova nada à dizer quanto à justeza da sua vitória. Não cedeu qualquer set. Poucos vezes concedeu mais de dez pontos em cada set (recorde-se que isto ainda era a pontuação antiga onde só se marcava pontos no próprio serviço e era até aos quinze). Foi um autêntico passeio rumo a mais um título. O último como URSS. Ao contrário dos masculinos, nos femininos a Rússia não ficou muito abalada com este fim, pois conquistou mais alguns. Nos homens apenas mais um em 2013.

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XVII Europeu de Voleibol, 1991, Alemanha: título soviético

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1991, Alemanha: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Suécia 3-0 (15-5,15-13,15-13)
      Polónia 3-0 (16-14,15-11,15-6)
      Finlândia 3-0 (15-12,15-7,15-11)
      Grécia 3-1 (10-15,15-9,15-2,15-6)
      Alemanha 3-0 (15-13,15-11,15-13)
    Meias-finais Holanda 3-0 (15-8,15-8,15-8)
    FINAL Itália 3-0 (15-11,17-16,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Neste Europeu ocorreu o fim de uma era. A União Soviética estava a aproximar-se do fim. Este foi a sua última aparição como país unido num Campeonato da Europa. Em 1993, já se tinha subdividido em várias nações. Como tinha acontecido até então, o título não lhe escapou. Um troféu conquistado sem grandes aflições, só cedeu um set em sete jogos, o que demonstra o domínio neste evento de 1991, na Alemanha. Ao vencer a Itália na final estava-se a dar a passagem do testemunho, pois, apesar desta derrota na final, seriam os italianos a dominar a década de 90 do voleibol internacional. A única coisa que não ganharam foi os Jogos Olímpicos. De resto: Liga Mundial, tricampeã do Mundo (1990,1994,1998) e vários Europeus.

Este título também foi um marco. Desde o fim da União Soviética, os russos, potência colonizador desse país, só venceram mais um Europeu, o de 2013. Isto mostra que a Rússia ainda tem muito a percorrer para se equiparar às equipas da URSS dos anos 60,70 e 80.

XVI Europeu de Voleibol, Suécia, 1989: primeiro para a Itália

1989-Suécia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (10-15,15-9,15-5,15-6)
      RFA 3-1 (15-2,15-9,13-15,15-2)
      RDA 3-1 (11-15,15-5,15-1,15-13)
      Suécia 3-0 (15-8,15-9,15-8)
      França 2-3 (5-15,13-15,15-4,17-15,13-15)
    Meias-finais Holanda 3-0 (15-7,15-3,15-2)
    FINAL Suécia 3-1 (14-16,15-7,15-13,15-7)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Após duas décadas de domínio, finalmente a URSS perdeu a hegemonia, sendo surpreendente derrotada nas meias-finais pelos anfitriões, a Suécia. A Itália capitalizou essa derrota, vencendo os suecos na final, conseguindo o seu primeiro título. Não só foram campeões, como teriam eles mesmo o seu período de domínio, não tão forte como os soviéticos. Os italianos somaram uma derrota na fase de grupos diante da França, todavia, tinham vencido os quatro anteriores, assim já estavam apurados aquando deste jogo. Nas meias-finais um passeio frente à Holanda, da qual se esperava mais oposição. Na final, a Suécia, surpreendente finalista, não esteve à altura da exibição das meias, onde afastara os russos, cedendo por 3-1. A Itália finalmente foi campeão europeia de voleibol, depois de décadas sem grandes resultados. Nesta década de 80, deu-se uma nova era no voleibol ao nível das competições europeias: os clubes italianos passaram a ganhar quase todas as épocas, em quase todas as competições europeias. A Itália tornou-se numa verdadeira potência de voleibol, sobretudo na vertente masculina.

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XII Europeu Andebol Feminino, 2016, Suécia: sétimo título para a Noruega

Décimo segundo Europeu de Andebol Feminino, na Suécia, em 2016, sétimo título para a Noruega, que tem dominado este evento. Uma final emocionante com a  Holanda, decidida pela diferença mínima, num jogo com muitos golos, 30-29. Ao contrário da meia-final, que teve o resultado de 20-16, contra a França, as norueguesas qualificando-se para a final, apesar da fraca eficácia ofensiva. Uma competição ganha sem derrotas, venceram os jogos todos, embora, na maioria fossem equilibrados, o que demonstra que esta seleção não sucumbia perante a pressão. Nada a dizer quanto à justeza do triunfo deste país escandinavo, que tem exercido um domínio quase absoluto neste evento, desde o virar de século, já são sete.

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2016-Suécia: Noruega:      
       
         
         
         
    1ªfase (Grupo D) Roménia 23-21
      Croácia 34-16
      Rússia 23-21
    2ªfase (Grupo II) [Roménia 23-21] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      [Rússia 23-21] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Dinamarca 22-20
      Hungria 24-23
      República Checa 35-24
    Meias-finais França 20-16
    FINAL Holanda 30-29
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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