XX Europeu de Voleibol Feminino, 1997, República Checa: vitória da Rússia

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Apesar do fim da URSS, a Rússia continuava a dominar o panorama europeu de voleibol feminino. Depois, do título da Holanda em 1995, parece que tudo regressava ao que era normal na altura: Rússia campeã da Europa. Um torneio realizado na República Checa onde as anfitriãs surpreenderam e chegaram às meias-finais. Quanto às russas, nada a dizer, venceram os jogos todos, só cederam dois sets ao longo do torneio e na final uma vitória concludente diante da Croácia. As croatas voltavam à final pela segunda vez consecutiva e o resultado o mesmo, derrota por três sets a zero, repetindo o desfecho de 1995, aí contra a Holanda. Uma medalha de prata, mas nunca passaram disto iriam perder outro jogo decisivo. A Rússia continuava a dominar, uma hegemonia que se iria prolongar no tempo.

1997: República Checa: Rússia    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bielorrússia 3-1 (15-11,15-3,9-15,15-4)
      Holanda 3-0 (15-11,15-5,15-5)
      Letónia 3-0 (15-2,15-5,15-8)
      Bulgária 3-0 (15-0,15-0,15-0)
      Polónia 3-1 (15-6,15-13,3-15,15-7)
    Meias-finais República Checa 3-0 (15-4,15-2,15-1)
    FINAL Croácia 3-0 (15-7,15-12,15-9)
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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XX Europeu de Voleibol, 1997, Holanda: título para a Holanda

Finalmente! Após ter estado, desde o final da década de 80, tantas vezes perto de conquistar este troféu, a Holanda, em casa, sagrou-se campeã europeia de voleibol. Em 1996, já tinham chegado ao ouro olímpico, finalmente acrescentaram este troféu ao seu palmarés. Era a geração de ouro do voleibol masculino da Holanda. Nem antes, nem depois desta década de 90, tiveram outra que sequer se comparasse. Continuam a qualificar-se para torneios deste cariz, mas muito longe de alcançarem fases decisivas. Este ainda é algo que não foi repetido pela Holanda, o seu único título europeu. Custou muito! Mas conseguiram. Só faltou o Mundial, onde em 1994 atingiram a final, mas perderam com a sua besta negra a Itália. Durante este torneio, não teve adversário à altura, só cedeu um set, na final com a Jugoslávia. E a vitória nas meias-finais diante da Itália deve ter sabido bem, tantas desilusões que tiveram contra este antagonista. A Holanda em 1997 foi campeã europeia, espera-se por outra geração que volte a por esta nação na luta por títulos.

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1997: Holanda: Holanda    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Finlândia 3-0 (15-3,15-7,15-2)
      Ucrânia 3-0 (15-6,15-10,15-1)
      República Checa 3-0 (15-7,15-2,15-6)
      França 3-0 (16-14,15-6,15-5)
      Bulgária 3-0 (15-3,15-9,15-11)
    Meias-finais Itália 3-0 (15-9,15-6,15-13)
    FINAL Jugoslávia 3-1 (15-11,10-15,15-10,15-9)
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XX Europeu de Basquetebol 1977, Bélgica: tri para a Jugoslávia

1977: Bélgica: Jugoslávia    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Espanha 79-76
      Finlândia 88-80
      Bélgica 111-83
      Holanda 111-75
      Checoslováquia 103-111
    Meias-finais Itália 88-69
    FINAL URSS 74-61
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

A Jugoslávia era bicampeã europeia aqui, em 1977, na Bélgica fez o tri. Depois da hegemonia soviética veio a jugoslava. Seria a partir da década de 70 que este país começou a afirmar-se como uma potência do basquetebol europeu e mundial. Na primeira fase de grupos cedeu uma derrota diante da Checoslováquia. Não foi muito penalizante pois já tinha o apuramento garantido quando se chegou a esse encontro. Depois nas meias-finais uma vitória fácil diante da Itália. Na final, contra os anteriores dominadores deste evento, a União Soviética, uma vitória surpreendentemente fácil, treze pontos de diferença, chegando assim ao seu terceiro título europeu de basquetebol. Não seria o último. Finalmente, os russos tinham um oponente à altura, embora este não deixariam que isto ficasse assim nas próximas edições do torneio.

 

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XIX Europeu de Voleibol Feminino, 1995, Holanda: Holanda campeã

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A Holanda organizou esta edição do Europeu de Voleibol Feminino. Uma prova que contou com uma final de certa forma inesperada, entre a Croácia e a Holanda. A favorita Rússia foi eliminada pelas anfitriães nas meias. Tendo em conta que as holandesas perderam as últimas duas finais, em 2015 e 2017, tem que se dar valor a este facto: em 1995 conquistaram o seu único título europeu que ostentam no palmarés. Curiosamente a única derrota neste evento foi na fase de grupos, diante da Croácia. Na final tiveram a sua vingança onde triunfaram por fáceis 3-0, num jogo que em princípio deviam ter tido mais dificuldades. Infelizmente, a Holanda não deu ainda seguimento a este título, continuando a ser o único da sua história.

1995, Holanda: Holanda    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Bulgária 3-1 (15-9,15-9,8-15,15-10)
      Itália 3-0 (15-10,15-13,15-5)
      Turquia 3-0 (15-11,15-7,15-12)
      Croácia 2-3 (15-12,11-15,11-15,15-12,11-15)
      República Checa 3-0 (15-7,15-4,15-13)
    Meias-finais Rússia 3-1 (15-7,15-7,12-15,15-7)
    FINAL Croácia 3-0 (15-7,15-13,15-2)
         
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XIX Europeu de Voleibol, 1995, Grécia: título para a Itália

1995, Grécia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Roménia 3-0 (15-7,15-2,15-5)
      Bulgária 3-0 (15-6,15-10,15-12)
      Polónia 3-0 (15-8,15-6,16-14)
      República Checa 3-0 (15-8,17-15,15-11)
      Rússia 1-3 (10-15,12-15,15-4,10-15)
    Meias-finais Jugoslávia 3-1 (15-11,10-15,15-6,15-9)
    FINAL Holanda 3-2 (13-15,15-10,11-15,15-12,15-11)
         
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

A sorte estava a mudar. Os vencedores e finalistas eram outros. A Rússia já não dominava isto como queria. Isto é verdade porque a final foi entre a Itália e a Holanda, isto, apesar da derrota dos italianos diante da Rússia na primeira fase. Todavia, já tinham o apuramento garantido quando disputaram esse jogo. Nas meias-finais, a Itália teve algumas dificuldades diante dos jugoslavos, precisou de quatro sets para se qualificar para a final. O jogo decisivo foi diante da Holanda e foi uma das finais mais renhidas da história dos Europeus de voleibol: cinco sets, os holandeses estiveram a vencer por dois sets a um, porém, a Itália ganhou o quarto e quinto sets, todos com um resultado muito apertado e assim somou mais um título neste evento. A Holanda continuava à procura do seu primeiro ouro depois de ter estado perto várias vezes nas últimas edições deste torneio.

 

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Primeiro título para a Espanha: Mundial, 2010, África do Sul

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2010, África do Sul: Espanha      
       
    1ªfase, Grupo H Suíça 0-1
      Honduras 2-0
      Chile 2-1
    Oitavos-de-final Portugal 1-0
    Quartos-de-final Paraguai 1-0
    Meias-finais Alemanha 1-0
    FINAL Holanda 1-0 a.p.
         
 Onze principal: Casillas; Sérgio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Xabi Alonso (Fabregas) e Busquets; Iniesta, Xavi e Pedro (Navas); David Villa (Fernando Torres)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Iniesta (116m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

Pela primeira vez um Mundial foi disputado no continente africano, mais concretamente na África do Sul, em 2010. Finalmente, a Espanha conseguiria a consagração. Depois de anos em que era apontada como candidata e nunca fazia nada de jeito, os espanhóis finalmente conquistaram o título. Até aqui, o melhor que esta nação tinha conseguido era um quarto lugar, no já muito distante Campeonato do Mundo de 1950, no Brasil, 60 anos, depois, nem sequer tinha chegado a uma meia-final desde então. Porém, chegava aqui como campeão da europa o que já demonstrava que esta não era uma geração qualquer.  Até começaram mal a prova, perdendo com a Suíça. Todavia, a partir daí ganharam os jogos todos e desde que a fase eliminar se iniciou, todos por 1-0. Na final, um golo de Iniesta no prolongamento deu o título a Espanha e assim alcançaram o que muitos já julgavam ser uma maldição. O triunfo diante da Holanda na final foi o culminar de uma geração que ficaria na história do futebol mundial.

Se com a Espanha se pode chamar de fim da maldição, para os holandeses é precisamente o contrário. Já tinham disputado duas finais deste evento, em 1974 e 1978. E tal como em 1978, a Holanda perdeu a final de 2010 no prolongamento. Terceira final perdida sem nenhuma ganha, começa a ser também uma tradição que ninguém gosta.

Houve duas grandes sensações neste Mundial. Duas nações que foram mais longe do que se esperava: o Uruguai e o Gana. Curiosamente, defrontaram-se nos quartos-de-final. O Gana tornou-se na terceira nação africana a chegar tão longe. E podia ter ido mais além. O jogo com o Uruguai terminou empatado a um no final dos 90 minutos e assim continuou até aos 120′. Exatamente no último suspiro deste houve uma grande penalidade favorável ao Gana, pois Suarez intercetou com a mão um remate que daria em golo. Seria uma oportunidade única, pois permitiria não só a vitória neste encontro, como qualificaria o Gana para as meias-finais, tornando-se na primeira seleção africana a ir tão longe. O jogador ganês não aguentou este peso histórico todo e falhou. Isto levou o jogo para as grandes penalidades, onde o Uruguai foi mais forte, apurando-se pela primeira vez em 40 anos para uma meia-final. Não foi mais longe. Perdeu com a Holanda. Porém, foi a melhor prestação desde o Mundial de 1970, no México, onde também acabou em quarto lugar.

No caminho para o título falou-se que a Espanha teve sorte. Uma das seleções que enfrentou foi o Paraguai que também teve aqui a sua melhor prestação e foi uma das surpresas da prova. Confrontaram-se as duas nos quartos, no início da segunda parte quando o jogo estava a zeros, o Paraguai teve uma grande penalidade a seu favor que falhou. A Espanha mais tarde marcou um golo e qualificou-se para as meias. Se os paraguaios tinham marcado nesse momento o que seria depois ?!

Portugal apurou-se pela terceira vez consecutiva para este evento. O que acontecia pela primeira vez na sua história. Não foi uma prestação brilhante. Também não foi desastrosa. Atingiu-se os mínimos aceitáveis. Isto é passou a fase de grupos, mas nos oitavos a Espanha foi mais forte e um golo de David Villa eliminou os lusitanos. Ficam dois coisas a reter nesta participação: a vitória por sete zero frente à Coreia do Norte na fase de grupos, maior triunfo de sempre dos lusos neste evento; e, pela primeira vez Portugal passava uma fase de grupos num Mundial disputado fora da Europa. Em 1986 e 2002 não teve esse desiderato. Em 1966 e 2006, passou mas estes ocorreram na Inglaterra e Alemanha, no continente europeu.

 

 

 

1998, Mundial de França: vitória dos gauleses

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Vinte anos depois um país anfitrião voltou a ser campeão. Neste caso a França. Semi-finalista do Europeu de 1996, em Inglaterra, onde perdeu surpreendentemente nas grandes penalidades frente à República Checa. Desta vez nem isso os deteve. Um passeio na fase de grupos, ganhando os três jogos. Depois, as dificuldades começaram: nos oitavos, só no prolongamento eliminaram o Paraguai, com um golo de Blanc; relembre-se que naquela altura o tempo extra era decidido por morte súbita, quem marcasse primeiro passava e o jogo terminava aí.

Nos quartos-de-final, frente à Itália, só conseguiram passar nas grandes penalidades. Nas meias-finais, muitas dificuldades para o apuramento, estiveram a perder 1-0, diante da surpresa do torneio a Croácia, com dois golos de Thuram, defesa direito, conseguiram assim a passagem.

Na final, Zidane, que até tinha sido expulso durante a fase de grupos, foi um herói, marcando os dois primeiros golos, de cabeça, após canto, levando os franceses à glória. Um golo a acabar de Petit confirmou o título. 3-0 contra o Brasil, uma das finais mais desequilibradas da história deste evento.

Estreava-se neste torneio e conseguiu não só o bronze, como Suker foi o melhor marcador do torneio com seis golos, isto é, a Croácia. Nos quartos-de-final aplicaram à Alemanha uma das maiores humilhações da sua história, derrota por 3-0. Nas meias soçobraram perante os futuros campeões, mas ainda conseguiram o bronze, batendo a Holanda.

A Holanda, por sua vez, chegou às meias-finais, onde perdeu com o Brasil, nas grandes penalidades. Foi a sua melhor prestação desde a final perdida do Argentina 1978, perante esse país. A Dinamarca também teve aqui a sua melhor prestação, chegou aos quartos, onde cedeu perante o Brasil. A Noruega, que venceu na fase de grupos o Brasil, primeira vez que esta nação perdia na fase de grupos, desde o Mundial de 1966, quando não passou daí, chegou aos oitavos, onde foi afastada pela Itália. A Nigéria chegou novamente aos oitavos, tornando-se o primeiro país africano a passar em edições consecutivas (1994 e 1998) a fase de grupos, mas, tal como em 1994, não foi além disso.

 

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
1998, França: França      
       
    1ªfase, Grupo C África do Sul 3-0
      Arábia Saudita 4-0
      Dinamarca 2-1
    Oitavos-de-final Paraguai 1-0 a.p.
    Quartos-de-final Itália 0-0/4-3 g.p.
    Meias-finais Croácia 2-1
    FINAL Brasil 3-0
         
 Onze principal: Barthéz; Thuram, Desailly, Lebouef e Lizarazu; Deschamps, Karembeu (Boghossian) e Petit; Zidane; Guivarc’h (Dugarry) e Djorkaeff (Vieira)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Zidane (27m); 2-0, por Zidane (45m); 3-0, por Petit (90m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

24 anos depois, o tetra para o Brasil, EUA 1994

 

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
 
1994, EUA: Brasil
 
  1ªfase, Grupo B Rússia 2-0
  Camarões 3-0
  Suécia 1-1
  Oitavos-de-final EUA 1-0
  Quartos-de-final Holanda 3-2
  Meias-finais Suécia 1-0
  FINAL Itália 0-0/3-2 g.p.
 
 Onze principal: Taffarel; Jorginho (Cafú), Aldair, Márcio Santos e Branco; Mazinho, Mauro Silva, Dunga e Zinho (Viola); Bebeto e Romário
 
Marcha do marcador: 0-0, 3-2 g.p.:0-0, falha Baresi (fora); 0-0, falha Márcio Santos (defende Pagliuca); 0-1, por Albertini; 1-1, por Romário; 1-2, por Evani; 2-2, por Branco; 2-2, falha Massaro (defende Taffarel); 3-2, por Dunga; 3-2, falha R.Baggio (fora)

 

Foi uma espera longa! Da euforia do tri, com uma das equipas candidatas a ser considerada a melhor de sempre a este nível, com muitas desilusões pelo caminho, com derrotas difíceis de engolir! Esse triunfo parecia uma glória complicada de alcançar, falava-se de maldições. Todavia, no Mundial de 1994, nos EUA, tudo isto foi esquecido e a euforia regressou. 24 anos depois, o Brasil chegou ao desejado tetra. O samba voltou!

Uma equipa que não era nem de perto nem de longe das mais entusiasmantes da história do futebol brasileiro, contudo tinha adquirido algo que era um defeito apontados as suas predecessoras, saber tático. Juntando a beleza à segurança defensiva. Não jogando bonito e depois acabando a perder nos momentos crucias. Uma seleção que sabia bem como defender como atacar. Isto foi fundamental para chegar ao título.

Uma primeira fase sem grandes problemas, cedendo um empate com a Suécia e vencendo os outros dois. Em desvantagem numérica, depois da agressão de Leandro, diante dos anfitriões, EUA, um golo perto do fim bastou para o apuramento. Nos quartos, num dos jogos mais espetaculares da história deste evento, uma vitória por 3-2, frente à Holanda, mesmo depois de terem desperdiçado uma vantagem de dois golos, todavia, um livre direto de Branco fez a diferença.

Nas meias-finais, uma vitória tangencial diante da Suécia, vingando o empate da fase de grupos, também, obtida perto do fim, com os suecos reduzidos a dez. Na final, que para muitos é a pior de sempre, só equiparada à do Mundial de 1990, na Itália, só as grandes penalidades fizeram a diferença e aí Taffarel, guarda-redes brasileiro, foi o herói dando o tetra ao Brasil. Depois: samba e festa! Muita festa!

A Suécia, pela primeira vez desde 1958, quando foi finalista em casa, regressou ao pódio, com um meritório terceiro lugar, goleando a Bulgária por 4-0 no jogo para esse efeito. A Bulgária também teve aqui o que ainda é o seu melhor registo de sempre, um quarto lugar, eliminando os detentores do troféu a Alemanha, nos quartos. A Roménia também eliminou um gigante, a Argentina, ainda em convalescença do caso de doping do Maradona, nos oitavos. Cedeu, outra vez, nas grandes penalidades nos quartos, diante da Suécia. Também obteve a sua melhor prestação até aos dias de hoje.

A Arábia Saudita também surpreendeu. Tornou-se no segundo país asiático (AFC) a passar a fase de grupos. O único tinha sido a Coreia do Norte, em 1966, onde alcançou os quartos, eliminada por Portugal, depois de estar a vencer por 3-0, cedendo por 5-3, com o melhor jogo da carreira de Eusébio pela seleção, onde aqui marcou quatro golos.

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XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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