XVIII Europeu de Voleibol Feminino, 1993, Checoslováquia: título para a Rússia

 

 

1993, Checoslováquia: Rússia
   
 
 
  1ªfase (Grupo 2) Ucrânia 0-3 (10-15,13-15,7-15)
  Bielorrússia 3-0 (15-5,15-3,15-6)
  Grécia 3-1 (15-5,10-15,15-7,15-3)
  Roménia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
  Alemanha 3-0 (15-3,15-7,15-9)
  Meias-finais Itália 3-1 (15-9,12-15,16-14,15-2)
  FINAL Checoslováquia 3-0 (17-15,15-3,15-6)
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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Em 1993, a União Soviética estava dissolvida. Parecia um raio de esperança para os adversários deste país que tinha dominado hegemonicamente esta competição. E o início parecia dar-lhes razão já que as russas perderam o primeiro jogo, da fase de grupos, por 3-0, diante da Ucrânia. Porém, este foi um pequeno percalço numa caminhada rumo ao título. Não mais perderam, cederam apenas mais dois sets, e conquistaram mais um título. O primeiro pós URSS. As coisas politicamente mudavam, mas desportivamente o vencedor continuava a ser o mesmo. No entanto, no futuro as coisas mudariam. A Rússia não deixou de triunfar, todavia, não o fez  como nos tempos da União Soviética, houve outras campeãs, embora as russas continuassem a triunfar.

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Leixões o primeiro de onze seguidos: 1975-76

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Esta é a imagem do título conquistado em 2016-17. 25 anos depois do último e 16º do historial do clube. Todavia, houve um período na história do campeonato de voleibol feminino em que o Leixões colecionava títulos. Ano após ano. Hoje deixo a classificação de um início de algo bonito, que começou em 1975-76. Entre 1975-76 e 1985-86, as matosinhenses venceram onze campeonatos seguidos, algo sem paralelo no palmarés da modalidade. Além disso, junte-se mais cinco Taças de Portugal. Um domínio hegemónico. Apenas no andebol feminino, por parte, do Madeira SAD, se encontra algo parecido. Nesse hiato temporal, quase ninguém as batia. Ainda, este ciclo começou e interrompeu a série de nove campeonatos seguidos pelo Benfica. Porém, as lisboetas não ganharam mais nada nesta vertente e género. O Leixões não mais conseguiu tal sequência, mas ainda ganhou mais alguns troféus. Mas isto foi algo de incrível! Provavelmente irrepetível!

De referir que em 1975-76 não havia segundas fases, divisões em grupos ou play-offs. Jogavam as quatro melhores equipas do Norte e do Sul respetivamente. Depois, quem ficasse em primeiro, após 14 jogos, todos contra todos, casa e fora era considerado campeão.

 

1975-76 J V D SETS P
1-Leixões 14 13  1 41-11 27
2-CDUP 14 11  3 38-10 25
3-Benfica 14 11  3 36-16 25
4-Vila Real 14  9  5 32-18 23
5-Sporting Braga 13  4  9 16-30 17
6-Desportivo Póvoa 14  3 11 16-36 17
7-CDUL 14  2 12 10-38 16
8-Escola Matosinhos 13  2 11  8-34 15

 

 

XVII Europeu de Voleibol Feminino, 1991, Itália: título soviético

1991, Itália: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-0 (15-7,15-2,15-11)
      França 3-0 (15-6,15-11,15-13)
      Albânia 3-0 (15-2,15-7,15-6)
      Grécia 3-0 (15-7,15-2,15-3)
      Itália 3-0 (15-6,15-6,15-9)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-6,15-3,15-11)
    FINAL Holanda 3-0 (15-4,15-2,15-3)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Europeu de voleibol feminino de 1991 disputou-se na Itália. Mais uma vez com o vencedor do costume: a União Soviética. A última vez que esta nação participou nesta prova, pois, pouco depois subdividiu-se em vários países. A Rússia seria a sua sucessora pois era a potência colonizadora. Quanto à prova nada à dizer quanto à justeza da sua vitória. Não cedeu qualquer set. Poucos vezes concedeu mais de dez pontos em cada set (recorde-se que isto ainda era a pontuação antiga onde só se marcava pontos no próprio serviço e era até aos quinze). Foi um autêntico passeio rumo a mais um título. O último como URSS. Ao contrário dos masculinos, nos femininos a Rússia não ficou muito abalada com este fim, pois conquistou mais alguns. Nos homens apenas mais um em 2013.

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XV Europeu de Voleibol Feminino, 1987, Bélgica: título para a RDA

1987-Bélgica: RDA:      
       
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-0 (15-11,16-14,15-9)
      França 3-0 (15-1,15-8,15-8)
      Hungria 3-0 (15-8,15-6,15-6)
      Roménia 3-0 (15-2,15-9,15-10)
      Bélgica 3-0 (15-4,15-6,15-6)
    Meias-finais Checoslováquia 3-0 (15-9,15-13,15-2)
    FINAL URSS 3-2 (8-15,15-9,18-20,15-9,15-11)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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Na Bélgica, no Europeu de Voleibol Feminino de 1987, aconteceu algo raro à altura: a União Soviética não conquistou o título. Depois de anos, décadas de domínio, aqui foram derrotadas na final pela RDA. num jogo decidido no quinto set. Era a segunda vitória destas alemãs na prova, depois do êxito de 1983. Finalmente alguém conseguia discutir de igual para igual com as russas. Claro que este título não podia ter seguimento em virtude da unificação da Alemanha no final da década de 80, no entanto, não deixa de ser algo de realce. Um percurso imaculado até à final sem ceder qualquer set. Na final, um jogo emocionante, discutido na negra, onde a RDA foi mais forte, somando o seu segundo título, impondo-se às soviéticas, o que então era raro.

 

XIII Europeu de Voleibol Feminino, 1983, RDA: primeiro título para RDA

1983-RDA:      
RDA      
         
    1ªfase

(Grupo 3)

Itália 3-0 (15-7,16-14,15-5)
      Suécia 3-0 (15-6,15-3,15-5)
      Hungria 3-0 (15-10,15-10,15-10)
    Fase Final [Hungria 3-0 (15-10,15-10,15-10)] – resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Roménia 3-0 (15-3,15-5,15-7)
      RFA 3-1 (15-10,15-8,14-16,15-6)
      Bulgária 3-2 (15-6,12-15,11-15,15-9,15-9)
      URSS 3-2 (6-15,11-15,15-8,15-3,16-14)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro

Parecia que o domínio da União Soviética tinha acabado. Dois Europeus consecutivos sem que esta triunfasse. Bulgária tinha ganho em 1981 e agora, em 1983, triunfou a RDA. Jogando em casa, teve um passeio até aos dois jogos finais da segunda e definitiva fase de grupos. Nesses dois encontros tudo se decidiria em relação ao título. Duas vitórias em cinco sets frente à Bulgária e a URSS, levou as alemãs de leste ao seu primeiro título europeu. Finalmente, havia outros vencedores que não as russas.

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Campeões nos dois géneros: voleibol, Castêlo Maia, 1993-94-femininos, 2000-01-masculinos

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1993-94, I Divisão Voleibol Feminino, 1ªfase, Grupo A: J V D SETS P
1-Castêlo Maia  8  8  0 24-2 24
2-Leixões  8  5  3 15-13 18
3-Ginásio Vilacondense  8  4  4 12-13 16
4-Sporting Espinho  8  3  5 13-17 14
5-Técnico  8  0  8  3-24  8
 2ªfase, Série Primeiros:
1-Boavista 10  9  1 29-5 28
2-Castêlo Maia 10  8  2 26-9 26
3-Leixões 10  5  5 19-20 20
4-Sports Madeira 10  4  6 16-21 18
5-Sporting 10  3  7 11-23 16
6-Ginásio Vilacondense 10  1  9  6-29 12
Meias-finais:
Leixões-Castêlo Maia 0-3 (8-15,13-15,1-15)

3-0 (15-6,15-13,15-12)

Castêlo Maia-Leixões
FINAL:
Boavista-CastêloMaia 2-3 (15-12,11-15,15-10,11-15,14-16)

3-0 (15-13,15-1,15-4)

Boavista-Castêlo Maia
Castêlo Maia-Boavista 3-2 (15-6,15-10,6-15,16-17,22-20)
Castêlo Maia-Boavista 3-2 (15-9,15-17,15-6,5-15,15-13)

Antes de começar, colocar aqui toda a evolução do campeonato da I Divisão, de voleibol feminino, época 1993-94, seria muito extenso e maçador. Dai a preferência por colocar só o percurso do Castêlo da Maia. Este campeonato teve duas fases de grupos, sendo que mesmo a primeira fase tinha dois grupos; depois dessa duas etapas, houve play-offs para decidir do primeiro ao último lugar,neste caso, o décimo lugar. Seria uma elaboração muito longa. Ironicamente falando, foi um dos formatos mais criativos da história das modalidades coletivas!

A equipa maia foi seguindo o seu caminho, chegando às meias-finais do play-off, sem grandes problemas. Aí, também, passou calmamente para a final, com duas vitórias claras sobre o Leixões. Na final, sempre jogos muito renhidos, exceto o segundo, onde o Boavista ganhou claramente. Mas, o que realmente fez a diferença, foi o triunfo do Castêlo da Maia, no primeiro jogo, em casa do Boavista. Assim, transferiu a vantagem para seu lado, fechando o título, em casa, com dois jogos decididos na negra, muito renhidos e muito difícil, mas no, fim deve ter sabido muito bem ser campeão pela primeira vez.

Este seria o início da hegemonia da equipa maiata. Apesar, de na época seguinte, o título ter fugido para o Boavista, o Castêlo da Maia, até 2003-04, ganhou mais oito campeonatos (todos consecutivos) e também oito Taças de Portugal. Colocando-se no segundo lugar dos clubes com mais palmarés no voleibol feminino, só ultrapassado pelo Leixões.

2000-01, I Divisão Voleibol, 1ªfase: J V D SETS P
1-Castêlo Maia 18 18  0 54-11 36
2-Leixões 18 12  6 40-26 30
3-Esmoriz 18 12  6 39-29 30
4-Sporting Espinho 18 11  7 36-27 29
5-Marítimo 18  9  9 38-39 27
6-Nacional 18  9  9 34-35 27
7-Fiães 18  8 10 34-37 26
8-Benfica 18  7 11 30-39 25
9-Machico 18  3 15 26-45 21
10-Académica São Mamede 18  1 17 10-53 19
Série Primeiros, 2ªfase:
1-Castêlo Maia 10  7  3 24-12 35
2-Esmoriz 10  7  3 22-17 32
3-Sporting Espinho 10  6  4 23-17 31
4-Nacional 10  5  5 20-21 29
5-Leixões 10  2  8 12-25 27
6-Nacional 10  3  7 16-25 27
FINAL:
Castêlo Maia-Esmoriz 3-0 (25-17,25-19,25-17)
Esmoriz-Castêlo Maia 1-3 (17-25,25-27,25-16,20-25)
Castêlo Maia-Esmoriz 3-0 (25-19,25-16,25-16)

Ao contrário do setor feminino, onde o título festejado foi alcançado mais rapidamente, no masculino, foi preciso quase uma década sendo a segunda melhor equipa portuguesa, atrás do Sporting Espinho. Mas, curiosamente, num ano em que os espinhense venceram a única competição europeia da história do voleibol português, o Castêlo foi campeão. Num campeonato também demasiado extenso para colocar aqui, embora sem ter o formato tão criativo como o ulterior, com duas fases de grupo, onde a primeira apurava as equipas que iam lutar pelo título e as que iam lutar para não descer. Na série dos primeiros, os dois melhor classificados encontrar-se-iam na final à melhor de cinco.

O Castêlo Maia na primeira fase passeou, sem uma única derrota. Na série dos primeiros, cedeu três, mas a excelência da primeira, fez com que isto pouco contasse. Na final esmagou o Esmoriz, três vitórias em três jogos, sem nunca ir à negra. Assim, conseguindo ao fim de muitos segundo lugares ser campeão. Isto foi a época dourada do voleibol deste clube. Apesar, de não ter ganho tanto como nas senhoras, conseguiu vencer quatro campeonatos seguidos (2000-01 a 2003-04), três taças, também, seguidas (2001-02 a 2003-04), atingindo dois marcos: o primeiro foi o tetra só igualado e melhorado pelo Técnico, heptacampeão entre 1946-47 e 1952-53, e o hexa do Sporting Espinho entre 1994-95 e 1999-2000 (todos à custa do Castêlo Maia, se assim se pode dizer). E 3 taças seguidas, só o Sporting Espinho fez melhor (1995-96 a 2000-01), e o Benfica e o FC Porto também o obtiveram, sendo que os lisboetas o fizeram por 3 vezes.

Campeões em ambos os géneros: voleibol, Benfica, femininos, 1966-67; masculinos, 1980-81

1966-67, I Divisão Voleibol Feminino J V D SETS P
1-Benfica 10 9 1 27-4 19
2-CDUL 10 7 3 22-13 17
3-Leixões 10 7 3 22-11 16 (1 falta de comparência)
4-Académica 10 5 5 16-16 15
5-Arte e Recreio 10 1 9  6-27 11
6-Sporting Braga 10 1 9  5-27 11

Após alguns anos de quase campeões, o Benfica, em 1966-67, alcança o seu primeiro título de voleibol feminino. Troféu conquistado sem grandes problemas, pois, só cederam uma derrota e mais um set a juntar aos três dessa. O segundo classificado, CDUL, ficou a dois pontos, ou seja, teve mais duas derrotas. Este seria o primeiro de nove seguidos que coloca os encarnados, apesar de o último ter sido em 1974-75, como a segunda equipa coma mais títulos de voleibol feminino, igualado com o Castêlo Maia e a seis do primeiro, o Leixões com quinze. Isto apesar de não terem esta secção desde o início dos anos 90. Para concluir, ainda, o voleibol masculino do Benfica só conquistou cinco títulos, isto é, ainda estão relativamente longe dos nove do setor feminino.

1980-81, I Divisão Voleibol J V D SETS P
1-Benfica 14 12  2 39-12 26
2-Sporting Espinho 14 11  3 36-16 25
3-Leixões 14 11  3 35-15 25
4-Esmoriz 14  9  5 31-16 23
5-Técnico 14  6  8 21-29 20
6-Francisco Holanda 14  5  9 21-30 19
7-CDUL 14  1 13  9-39 15
8-Gil Vicente 14  1 13  5-40 15

Isto é mesmo assim, não há como dizer de outra maneira! Assim após sete Taças de Portugal conquistados e muitos segundos lugares, sobretudo, durante a década de 70, o Benfica, finalmente, em 1980-81, festeja o seu primeiro título de voleibol masculino. Tantas e tantas oportunidades teve no passo para obter este desiderato. Finalmente, no início da década de 80, puderam festejar como nunca. Depois, seria preciso mais uma década para o segundo e em 2004-05 o terceiro. Isto é apenas uma curiosidade: a equipa lisboeta tem cinco campeonatos conquistados e 14 Taças de Portugal ganhas, isto quer dizer que teve sempre mais engenho na taça do que no escalão máximo do voleibol português; por isso lideram o ranking de triunfos na prova a eliminar. No campeonato têm muito que aprender relativamente à eficácia e ao aproveitar quando se pode o ganhar. Até as senhoras, há muito extintas no clube, têm quase o dobro dos títulos dos homens.

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Finais da Taça Portugal voleibol feminino: 1993-94 a 2012-13

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ÉPOCA FASE ATINGIDA/ADVERSÁRIO RESULTADO
     
1993-94 Boavista-Castêlo Maia 3-1 (15-11,13-15,15-5,15-10)
1994-95 Boavista-Castêlo Maia 3-0 (15-9,15-13,15-5)
1995-96 Castêlo Maia-Sports Madeira 3-1 (15-12,10-15,16-14,15-9)
1996-97 Castêlo Maia-Boavista 3-0 (15-2,15-4,15-5)
1997-98 Castêlo Maia-Sports Madeira 3-0 (15-0,15-4,15-10)
1998-99 Castêlo Maia-Boavista 3-0 (15-10,15-0,15-7)
1999-2000 Castêlo Maia-Sports Madeira 3-2 (25-23,22-25,23-25,25-21,15-11)
2000-01 Boavista-Sports Madeira 3-0 (25-20,25-18,25-21)
2001-02 Castêlo Maia-Câmara Lobos 3-0 (25-19,25-15,25-15)
2002-03 Castêlo Maia-Sports Madeira 3-2 (25-17,22-25,23-25,25-17,15-13)
2003-04 Castêlo Maia-Sports Madeira 3-2 (22-25,19-25,26-24,25-17,15-8)
2004-05 CA Trofa-Famalicense AC 3-0 (25-22,25-20,25-19)
2005-06 CA Trofa-Ribeirense 3-0 (25-20,25-18,25-21)
2006-07 CA Trofa-Gueifães 3-0 (25-13,25-23,25-14)
2007-08 Sports Madeira-Gueifães 3-0 (25-22,25-17,25-16)
2008-09 Ribeirense-Gueifães 3-1 (25-14,18-25,25-17,25-16)
2009-10 CA Trofa-Sporting Braga 3-0 (25-15,25-16,25-9)
2010-11 Ribeirense-CA Trofa 3-0 (25-17,25-20,26-24)
2011-12 Ribeirense-Castêlo Maia 3-0 (25-17,25-13,25-13)
2012-13 Ribeirense-Gueifães 3-1 (24-26,25-23,25-22,25-20)

Nas últimas vinte edições da Taça Portugal de voleibol feminino, destaca-se o Castêlo Maia que disputou 11 finais, ganhando oito. Dessas oito, fez um penta, triufando entre 1995-96 e 1999-2000 e um tri entre 2001-02 e 2003-04, igualando o Leixões no número total de taças conquistadas, oito. O Boavista vem logo atrás com sete, três neste hiato: 1993-94, 1994-95 e 2000-01.

Depois do domínio da equipa maiata, duas equipas sobressaíram com quatro troféus: o CA Trofa, com um tri entre 2004-05 e 2006-07 e o Ribeirense que venceu as derradeiras três. Por fim, o Sports Madeira com uma taça em 2007-08. Uma conquista a muito custo pois perdeu as primeiras seis finais que disputou, festejando na sétima; não disputou mais finais após essa festa. Um clube que caminha na mesma direção é o Gueifães, também equipa maiata, que fez a sua estreia nesta fase em 2006-07, perdendo-a, tal como as duas próximas, 2007-08 e 2008-09, somando uma quarta desilusão em 2012-13. O Sports Madeira só venceu à sétima, veremos quantas precisará o Gueifães.

Finais da Taça Portugal voleibol feminino: 1972-73 a 1992-93

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Nestas 21 épocas, o principal laureado foi o Leixões com oito triunfos, seis dos quais consecutivos, 1974-75 a 1979-80, que ainda é um recorde nesta competição, conseguindo cinco dobradinhas seguidas entre 1975-76 e 1979-80; feito repetido em 1988-89. O Atlético conseguiu o tri, vencendo entre 1981-82 e 1983-84, nunca foi campeão nacional; o mesmo se passa com o Sporting, com um bis, 1984-85 e 1985-86, também, nunca festejou o troféu máximo. O Benfica venceu as duas primeiras, 1972-73 e 1973-74, duas dobradinhas, a seguir ao título na I Divisão em 1974-75, nada mais ganhou até hoje. O Estrelas Avenida celebrou em 1989-90, juntando ao título da I Divisão de 1990-91. O mesmo fez o CDUP, que à festa de 1961-62, dezanove anos depois, adicionou a taça a esse campeonato. O Boavista, um dos grandes colecionadores de Taças de Portugal, triunfou em 1986-87, 1987-88, 1991-92 e 1992-93, quatro das sete que tem no seu palmarés.

ÉPOCA FASE ATINGIDA/ADVERSÁRIO RESULTADO
1972-73 Benfica-Leixões 3-1 (15-8,15-12,15-17,15-9)
1973-74 Benfica-CDUP 3-0 (15-8,15-12, 15-9)
1974-75 Leixões-Benfica 3-2 (15-10,9-15,15-7,9-15,15-11)
1975-76 Leixões-Benfica 3-2 (15-13,15-11,14-16,14-16,15-7)
1976-77 Leixões-Benfica 3-1 (15-11,12-15,15-11,15-11)
1977-78 Leixões-Benfica 3-0 (15-5,15-5,15-12)
1978-79 Leixões-Atlético 3-0 (15-8,15-7,15-6)
1979-80 Leixões-CDUP 3-0 (15-6,15-9,16-14)
1980-81 CDUP-CDUL 3-0 (15-9,15-1,15-5)
1981-82 Atlético-Leixões 3-1 (4-15,15-12,15-8,15-8)
1982-83 Atlético-Leixões 3-0 (15-13,15-11,15-10)
1983-84 Atlético-Leixões 3-2 (11-15,16-18,15-2,15-5,15-6)
1984-85 Sporting-Boavista 3-1 (15-12,15-11,6-15,15-9)
1985-86 Sporting-Leixões 3-2 (15-17,15-11,15-13,8-15,19-17)
1986-87 Boavista, 6pts- Leixões, 5pts
1987-88 Boavista, 6pts- Leixões, 5pts
1988-89 Leixões-Estrelas Avenida 3-1 (15-4,15-10,9-15,15-3)
1989-90 Estrelas Avenida-Benfica 3-0 (15-5,16-14,15-11)
1990-91 Leixões-Estrelas Avenida 3-1 (15-10,11-15,15-7,15-5)
1991-92 Boavista-Leixões 3-1 (15-11,17-15,13-15,15-5)
1992-93 Boavista-Sporting 3-1 (15-9,15-5,13-15,15-1)
+Campo neutro; *recinto adversário

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