XVII Europeu de Basquetebol, 1971, RFA: título para URSS

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1971, RFA: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Roménia 83-55
      RFA 91-54
      Espanha 118-58
      França 75-63
      Polónia 94-73
    Meias-finais Itália 93-66
    FINAL Jugoslávia 69-64
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Eurobasket de 1971 disputou-se na Alemanha Ocidental e mais uma vez o vencedor foi a União Soviética. Um percurso imaculado, sem derrotas, com vitórias por mais de vinte pontos, exceto na final, com um triunfo apertado diante da Jugoslávia, cinco pontos; e também outro frente à França por doze pontos, na fase de grupos. Ou seja, além destes dois jogos, sempre diferenças superiores a vinte pontos. Nada a dizer quanto à justeza deste título; mais um para os russos. Serie o fim de uma hegemonia. No Europeu seguinte o troféu seria para a Jugoslávia. No entanto, foi uma série de europeus consecutivos conquistados que não mais seria igualada.

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XVI Europeu de Voleibol Feminino, 1989, RFA: título soviético

Depois de terem perdido o título, em 1987, para a RDA, a União Soviética voltou a conquistá-lo. Não teve oposição até à final, já que, chegou lá sem ceder um único set. Um passeio até ao jogo decisivo, mostrando, que ainda eram uma potência da modalidade, à altura, provavelmente a seleção mais forte da Europa e uma das melhores do Mundo. Na final, diante da RDA, as coisas não foram assim tão simples. Cederam um set, o primeiro, e venceram os três seguintes, mas todos decididos nas vantagens (16-14,15-13,15-13). Assim, alcançaram mais um título europeu de voleibol feminino a juntar ao seu vasto palmarés. As conquistas, ao contrário da equipa masculina da Rússia, continuaram após o fim da URSS. Nos homens só um título após isso. Na equipa feminina seis, o que demonstra o lugar da Rússia no panorama internacional desta modalidade.

 

 

1989, RFA: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Turquia 3-0 (15-5,15-9,15-8)
      Roménia 3-0 (15-7,16-14,16-14)
      Jugoslávia 3-0 (15-12,17-16,15-8)
      Finlândia 3-0 (15-3,15-1,15-7)
      RFA 3-0 (15-9,15-7,15-4)
    Meias-finais Itália 3-0 (15-10,15-7,15-8)
    FINAL RDA 3-1 (8-15,16-14,15-13,15-13)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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Catar vice-campeão do Mundo de sub-20, futebol, 1981, Austrália

O Campeonato do Mundo de futebol, em 2022, vai-se realizar no Catar. Um país asiático, situado no Médio Oriente, com grande lucro, devido ao petróleo. Não tem grande história no futebol apesar de ir organizar o maior evento desta modalidade daqui a cinco anos. Só para dar uma ideia relativa a isto, nunca se qualificou para esta prova em toda a sua história. Tem nove presenças na Taça da Ásia (correspondente ao Europeu na Europa) e nunca passou dos quartos-de-final. Ou seja, muito pouco a realçar no seu palmarés futebolístico.

Contudo, esta nação tem algo que se orgulhar. Não no futebol sénior, mas no de sub-20. Aqui, conseguiu algo de registo. No Mundial de sub-20, de 1981, na Austrália, esta seleção chegou à final, eliminando mesmo o Brasil nos quartos e a Inglaterra nas meias. Assim, alcançou o jogo decisivo, onde foi obliterada pela RFA, perdendo por 4-0. Mesmo assim, fica para a posteridade: medalha de prata numa prova FIFA. Isso ainda é mais importante, porque uma potência como a Itália nunca chegou à final de um Campeonato do Mundo de sub-20. O que mostra que isto não é tão fácil como parece.

É verdade que não tem mais nada de importante, mas aqui fica o seu maior feito no futebol internacional.

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1981, Austrália: Catar    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Polónia 1-0
      EUA 1-1
      Uruguai 0-1
    Quartos-de-final Brasil 3-2
    Meias-finais Inglaterra 2-1
    FINAL RFA 0-4
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

XVI Europeu de Voleibol, Suécia, 1989: primeiro para a Itália

1989-Suécia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (10-15,15-9,15-5,15-6)
      RFA 3-1 (15-2,15-9,13-15,15-2)
      RDA 3-1 (11-15,15-5,15-1,15-13)
      Suécia 3-0 (15-8,15-9,15-8)
      França 2-3 (5-15,13-15,15-4,17-15,13-15)
    Meias-finais Holanda 3-0 (15-7,15-3,15-2)
    FINAL Suécia 3-1 (14-16,15-7,15-13,15-7)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Após duas décadas de domínio, finalmente a URSS perdeu a hegemonia, sendo surpreendente derrotada nas meias-finais pelos anfitriões, a Suécia. A Itália capitalizou essa derrota, vencendo os suecos na final, conseguindo o seu primeiro título. Não só foram campeões, como teriam eles mesmo o seu período de domínio, não tão forte como os soviéticos. Os italianos somaram uma derrota na fase de grupos diante da França, todavia, tinham vencido os quatro anteriores, assim já estavam apurados aquando deste jogo. Nas meias-finais um passeio frente à Holanda, da qual se esperava mais oposição. Na final, a Suécia, surpreendente finalista, não esteve à altura da exibição das meias, onde afastara os russos, cedendo por 3-1. A Itália finalmente foi campeão europeia de voleibol, depois de décadas sem grandes resultados. Nesta década de 80, deu-se uma nova era no voleibol ao nível das competições europeias: os clubes italianos passaram a ganhar quase todas as épocas, em quase todas as competições europeias. A Itália tornou-se numa verdadeira potência de voleibol, sobretudo na vertente masculina.

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XVI Europeu Basquetebol Feminino, 1978, Polónia: mais um título soviético

1978- Polónia: URSS:      
       
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) França 111-73
      RFA 120-57
      Roménia 97-64
    Fase Final [França 111-73] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Bulgária 89-63
      Jugoslávia 116-78
      Checoslováquia 92-70
      Polónia 79-57
      Hungria 119-72
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Um país da então chamada cortina de ferro recebeu o Eurobasket feminino de 1978. Seria este torneio na Polónia diferentes dos outros? Haveria outro vencedor que não a URSS? Haveria competitividade na disputa do título? A resposta a estas três perguntas é não. A União Soviética continuou a dominar. A União Soviética passeou rumo a mais um troféu. Os jogos “mais equilibrados” foram no grupo de apuramento de campeão, onde venceu a Checoslováquia e a Polónia por “apenas” 22 pontos de diferença! Se estes foram os mais renhidos imagine-se os outros?! Mais uma caminhada sem sobressaltos rumo a mais uma  festa. As russas simplesmente não tinham oposição a nível europeu, tão simples como isso!

 

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XIV Europeu de Basquetebol Feminino, 1974, Itália: mais um para a União Soviética

1974-Itália:
URSS
   
 
 
  1ªfase (Grupo A) RFA 106-47
  Hungria 80-64
  Jugoslávia 91-53
  Fase Final [Hungria 80-64] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
  Checoslováquia 104-58
  Roménia 99-41
  França 84-38
  Bulgária 95-69
  Itália 81-32
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Eurobasket Feminino de 1974 realizou-se na Itália. Mais uma vez ganharam as soviéticas, sem que se possa sequer questionar o mérito e a justeza dessa conquista. Venceram os jogos todos. O mais equilibrado foi frente à Hungria na primeira fase de grupos, onde triunfaram por 16 pontos. De resto, tudo vitórias por mais de vinte pontos, incluindo na poule final, onde festejaram sempre por mais de 25 pontos. E as russas continuavam a passear classe e superioridade neste evento. Nada a dizer quanto ao mérito desta conquista.

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XIV Europeu de Voleibol Feminino, 1985, Holanda: título soviético

1985-Holanda:      
URSS      
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Polónia 3-1 (15-1,15-6,6-15,15-9)
      RFA 3-0 (15-1,15-6,15-11)
      França 3-0 (15-6,15-10,15-6)
    Fase Final [RFA 3-0 (15-1,15-6,15-11)] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Holanda 3-2 (13-15,9-15,15-6,15-9,15-6)
      Itália 3-0 (15-9,15-9,15-6)
      Checoslováquia 3-0 (15-9,15-7,15-8)
      RDA 3-0 (15-11,15-10,15-8)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

O Europeu de voleibol feminino de 1985 realizou-se na Holanda. O campeão foi o quase mesmo de sempre: a União Soviética. Mais uma vez, um percurso imaculado: ganhou todos os jogos. Cedeu apenas três sets, dois no seu jogo mais complicado frente aos anfitriões; o outro set perdido foi contra a Polónia, no seu primeiro jogo no torneio. Aos restantes, aplicou três sets a zero, na maioria dos casos, não muito equilibrados. Mais um passeio das russas rumo ao título!

Realce-se que neste torneio não houve uma final, decidida em um só jogo, mas sim uma poule final com cinco seleções, acumulando o resultado do confronto com a outra da fase de grupos, do seu grupo, não voltando a enfrentar-se nesta fase, onde quem ganhasse mais encontros era campeão. Atualmente, não se usa muito esta fórmula, mas nos anos 80, eram muito comum em diversas modalidades.

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VIII Europeu de futebol, 1988, RFA: título para a Holanda

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
RFA 1988:      
Holanda      
    1ªfase, Grupo B URSS 0-1
      Inglaterra 3-1
      República Irlanda 1-0
    Meias-finais RFA 2-1
    FINAL URSS 2-0
         
 Onze principal: Van Breukelen; Van Aerle, Rijkaard, R.Koeman e Van Tiggelen; Vanenburg, Wouters, E.Koeman e E.Mühren; Gullit e Van Basten
         
Marcha do marcador: 1-0, por Gullit (33m); 2-0, por Van Basten (54m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

O Europeu 1988 realizou-se na RFA. Finalmente a Holanda venceu alguma coisa, isto é, foi campeão europeia. Realce também para a URSS que chegou à final, aí, foi derrotada. Foi a última demonstração de força deste país que pouco tempo depois desta prova se fragmentou.

A Holanda que não se tinha qualificado para o Mundial de 1986 e o Europeu de 1984, não entrou bem neste torneio, sendo vencida pela União Soviética no primeiro jogo (teria a sua vingança na final). Depois um hat-trick de Van Basten chegou para afastar os ingleses, que aqui perderam qualquer hipótese de se qualificar, já que, tinham perdido surpreendentemente,frente à República Irlanda no primeiro jogo.

O último encontro frente aos irlandeses era decisivo para ambos porque estes só precisavam do empate para se apurarem. Um golo com alguma sorte deu a vitória à laranja mecânica e assim seguiu em frente.

Nas meias-finais, mais uma vingança frente à RFA. No Mundial de 1974, neste país, Holanda perdeu na final frente a estes. Assim, 14 anos depois deram a sua retribuição, eliminando-a nas meias-finais, com um golo de Van Basten, perto do fim do jogo.

Na final, também, contra outra sensação do torneio, os russos, um grande e inesquecível golo de Van Basten, melhor marcador desta prova, com cinco golos, deu uma vantagem de dois golos e como os soviéticos ainda falharam uma grande penalidade, o título ficou entregue.

Portugal devido a um diferendo entre os jogadores e a direção da Federação, após o Mundial de 1986, no México, nos primeiros jogos teve que apresentar as segundas escolhas. Obviamente, num grupo complicado com Suécia, Itália e Suíça, isto paga-se. Ao fim de quatro jogos já estava fora da corrida, com um empate escandaloso em casa, frente à Malta. O próprio selecionador Rui Seabra, nem curso de treinador tinha. Acabamos em terceiro lugar no grupo, bem longe do primeiro a Itália, que assim se apurou.

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VII Europeu de futebol, 1984, França: título para os gauleses

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ÉPOCA FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
França 1984:
França
1ªfase, Grupo A Dinamarca 1-0
Bélgica 5-0
Jugoslávia 3-2
Meias-finais Portugal 3-2 a.p.
FINAL Espanha 2-0
 Onze principal: Bats; Battiston (Amoros), Le Roux, Bossis e Domergue; Tigana, Fernandez, Platini e Giresse;Lacombe e Bellone (Genghini)
Marcha do marcador: 1-0, por Platini (57m); 2-0, por Bellone (90m)
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

O Europeu de futebol de 1984 realizou-se na França. Os gauleses fizeram a festa no fim. Foram os últimos anfitriões a conquistar este evento. Michel Platini, seu capitão, marcou nove golos, não só recorde de uma edição, como ainda é o melhor marcador da história da competição.

O formato da competição foi alterado mais uma vez: manteve-se os dois grupos de quatro equipas mas, desta vez, os dois primeiros de cada grupo disputariam, entre si, as meias-finais. O jogo de atribuição de terceiro e quarto lugar foi suprimido, não mais se disputou até aos dias de hoje.

A França liderada por Platini, como capitão, teve uma primeira fase relativamente tranquila, ganhando os três jogos. Esta seleção já tinha ficado em quarto lugar no Mundial de 1982, na Espanha. Depois, nas meias-finais, frente a Portugal, um dos jogos mais emocionantes da história deste torneio, com os franceses só derrotaram os lusitanos no último minuto do prolongamento, apurando-se assim para a final. Na final, um frango de Arconada, guardião espanhol, abriu caminho para a festa, confirmada, com o dois zero, no fim do tempo regulamentar.

As duas surpresas do Europeu foram os dinamarqueses e os portugueses que chegaram às meias-finais e foram aí eliminados com muita dificuldade, os primeiros nas grandes penalidades e os outros no último minuto do tempo extra.

Portugal não teve sorte na frase preliminar, ficando no grupo da URSS e da Polónia (terceira qualificada do Mundial de 1982). Apesar, de ter sido goleada em Moscovo por 5-0, cinco vitórias e a última no antigo Estádio da Luz a abarrotar, frente aos russos, com uma grande penalidade inexistente, qualificou-nos para a fase final.

Aí, dois empates frente à Espanha e RFA (detentora do troféu) abriam boas perspectivas relativamente ao apuramento para as meias-finais, confirmado por Nené, a sete minutos do fim, no jogo contra a Roménia. Nas meias-finais, apesar de termos dado a volta no prolongamento, dois golos sofridos nos últimos minutos deste, qualificaram a França para a final.Todavia, não deixou de ser uma boa prestação, ficar nas quatros melhores seleções europeias. 18 anos depois do terceiro lugar do Mundial de 1966, novo pódio. Seriam precisos mais 16 anos para se repetir tal feito.

 

 

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