XXII Europeu de Voleibol 2001 República Checa: primeiro título para a Jugoslávia

cev 5

Ao fim de quatro terceiro lugares, dois em 1995 e 1999, a Jugoslávia, à altura, campeã olímpica, venceu o Europeu de 2001, de voleibol. Apenas perdeu uma vez na sua caminhada rumo ao título. Essa derrota não teve grandes complicações pois ocorreu no último jogo da fase de grupos quando já estava apurada. O primeiro jogo do torneio também foi renhido, superiorizando-se à França por 3-2. Nas meias-finais, diante da Rússia, e na final, contra a Itália vitória claríssimas por 3-0, festejando-se assim o seu primeiro título. Para a Itália foi a segunda vez que conseguia a prata. A Rússia pela quarta vez alcançava o bronze. A República Checa pela segunda edição seguida ficou em quarto lugar. Depois do fim da Checoslováquia, que venceu três vezes isto, são as suas melhores classificações.

 

 

 

 

es

 

2001- República Checa: Jugoslávia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) França 3-2 (25-18,25-21,25-27,23-25,15-13)
      Polónia 3-0 (25-19,25-14,25-22)
      Hungria 3-1 (27-29,25-18,25-17,25-19)
      Itália 3-0 (25-21,25-23,27-25)
      Alemanha 2-3 (25-19,21-25,25-17,23-25,12-15)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-20,25-17,29-27)
    FINAL Itália 3-0 (25-21,25-18,25-20)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

 

Anúncios

IV Mundial de Voleibol Feminino 1962, União Soviética: título para o Japão

fivb 8

 

O Campeonato do Mundo de voleibol feminino de 1962 realizou-se na União Soviética. As soviéticas que tinham ganho os primeiros três mundiais foram surpreendidas em casa pela seleção do Japão que assim celebrou o seu primeiro título mundial. E não se pode sequer por em causa este feito! Em nove encontros só cederam um set perante as anfitriães. De resto tudo 3-0. Assim as nipónicas foram justamente campeãs mundiais.  A prata foi para as russas, a primeira da história. O bronze pela segunda e última vez para a Polónia, depois do de 1956, não mais estiveram no pódio desde então. A Bulgária ficou com o quarto lugar também pela segunda vez, a primeira foi em 1952. Até aos dias de hoje as búlgaras ainda não fizeram igual ou melhor. Numa prova que mais uma vez não teve final e foi decidida por um grupo final onde quem ganhasse mais jogos era campeão.

 

 

 

 

 

1962, União Soviética: Japão

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo C) RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1)
      Coreia do Norte 3-0 (15-2,15-6,15-11)
      China 3-0 (15-5,15-12,15-7)
    Fase Final [RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 3-0 (15-3,15-5,15-2)
      Bulgária 3-0 (15-3,15-2,15-8)
      União Soviética 3-1 (14-16,15-7,15-11,15-3)
      Brasil 3-0 (15-4,15-2,15-4)
      Roménia 3-0 (15-2,15-0,15-1)
      Checoslováquia 3-0 (15-2,15-4,15-1)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

IV Mundial de Voleibol, 1960, Brasil: conquista da União Soviética

 

 

 

 

 

1960, Brasil: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo II) Paraguai 3-0 (15-2,15-6,15-2)
      Japão 3-0 (15-8,15-9,15-7)
    Fase Final [Japão 3-0 (15-8,15-9,15-7] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      EUA 3-0 (15-7,15-13,16-14)
      Venezuela 3-0 (15-4,15-11,15-2)
      Hungria 3-1 (15-10,11-15,15-13,15-7)
      Polónia 3-1 (7-15,15-4,15-8,15-11)
      França 3-1 (15-11,14-16,15-2,15-8)
      Roménia 3-1 (15-13,16-14,10-15,15-11)
      Checoslováquia 3-0 (15-12,15-10,15-4)
      Brasil 3-1 (15-9,13-15,17-15,15-11)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Numa prova organizada pelo Brasil em 1960, a União Soviética venceu pela terceira vez em quatro edições o Mundial de Voleibol. Num evento onde não havia final. Depois de uma primeira fase de grupos, onde os dois primeiros de cada se qualificavam para um emparelhamento final onde quem vencesse mais jogos era campeão. Foi dessa forma que os soviéticos somaram mais um. Não perderam qualquer jogo, foram ganhando com mais ou menos dificuldades. Assim, fizeram a festa outra vez. A Checoslováquia ficou em segundo pela terceira vez em quatro. A outra tinha sido campeã, único que à altura tinha fugido aos russos. A Roménia ficou com o bronze pela primeira vez. A Polónia ficou posicionada no quarto lugar, repetindo a classificação de 1956.

 

fivb 7.jpg

XXI Europeu de Basquetebol Feminino, 1987, Espanha: festa para a União Soviética

fpb 5

Mais um Europeu de Basquetebol Feminino, mais um título para a União Soviética. Desde a vitória da Bulgária em 1958, na Polónia, as russas triunfaram sempre. Um domínio absoluto no basquetebol feminino nesta altura. E esta hegemonia continuou nesta edição de 1987, na Espanha. Um passeio completo na primeira fase com vitórias todas superiores a 30 pontos. Só nas meias-finais é que a competição foi mais forte, com uma vitória por oito pontos diante da Checoslováquia e dez frente à Jugoslávia na final. Só as mudanças políticas do final dos anos 80, início dos anos 90 desfazeriam este cenário. Nove anos depois a Jugoslávia ficava com a prata. Para a Hungria seria o terceiro bronze consecutivo, o que demonstrava que era uma seleção com valor. A Checoslováquia ficou em quarto pelo segundo europeu seguido. Apesar de variadíssimos lugares de honra, os checos nunca atingiram o ouro. Só quando o país se desfez é que as suas sucessoras fariam a festa.

 

 

 

 

 

 

1987-Espanha: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Polónia 95-62
      Roménia 95-52
      Hungria 110-70
      França 109-47
      Suécia 136-63
    Meias-finais Checoslováquia 89-81
    FINAL Jugoslávia 83-73
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

 

 

 

III Mundial de Andebol Feminino, 1965, RFA: título inédito para a Hungria

Em 1965, na RFA, fez-se história. A Hungria festejou o seu único título mundial de Andebol Feminino. Numa prova curta, com dois grupos, onde o vencedor de cada de defrontava na final. Foi assim que as húngaras triunfaram, numa final, onde derrotaram a Jugoslávia por…5-3! Um resultado impensável na atualidade! Para ter a ideia deste feito, as magiares, além deste título, têm quatro pratas, 4 bronzes e terminaram uma vez como quartas classificadas. Só em 1965 conseguiram o tão desejado título.

A Sérvia, ou Jugoslávia na altura, também tem um registo semelhante à Hungria: esta foi a primeira de quatro medalhas de prata, com apenas um título adquirido. Conta ainda com três bronze e um quarto lugar. Para a Alemanha foi aqui medalhada pela primeira vez, um terceiro lugar. Só na década de 90 regressaria ao pódio.  A Checoslováquia falhava o lugar de consolação pela primeira vez. Não seria a última!

 

 

 

 

 

1965-RFA: Hungria

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Checoslováquia 7-4
      Roménia 9-6
      Polónia 15-5
    FINAL Jugoslávia 5-3
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

ihf 5

 

III Mundial de Andebol, 1958, RDA: bi para a Suécia

 

 

 

 

 

1958-RDA: Suécia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Espanha 31-11
      Polónia 19-14
      Finlândia 27-16
    2ªfase (Grupo 2) [Polónia 19-14]-resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Jugoslávia 26-9
      Dinamarca 13-12
    FINAL Checoslováquia 22-12
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

A terceira edição do Mundial de Andebol teve lugar na RDA em 1958. A Suécia revalidou o título. A primeira seleção a vencer dois consecutivos. Só seria campeã novamente nos anos 90. Um título sem derrotas. Caminhou duas fases de grupo sem perder e apenas teve complicações no jogo com a Dinamarca, onde venceu por 13-12. Na final, uma vitória esclarecedora por dez golos de diferença diante da Checoslováquia. Relembre-se que o formato deste campeonato passava por duas fases de grupo, onde na segunda destas, o vencedor de cada grupo, tinha dois, disputava a final com o primeiro classificado do outro. Os segundos de cada grupo competiam pelo bronze.  O bronze foi para a Alemanha, campeã em 1938. A Dinamarca ficou em quarto lugar. Os dinamarqueses são os líderes dos quarto classificados, pois, ficou aqui por seis vezes, última em 2009. A Checoslováquia, medalha de prata, estava a preparar a festa que teria no futuro.

 

ihf 3

III Mundial de Basquetebol Feminino, 1959, União Soviética: título para as russas

O terceiro mundial de basquetebol feminino teve lugar na União Soviética, em 1959. Desta vez foi apenas decidido num único grupo com oito seleções, onde quem ganhasse mais jogos sagrar-se-ia campeão. Os EUA não participaram. Sem a oposição das americanas, as russas não tiveram grandes dificuldades em conquistar este título. Já dominavam a nível europeu, isto foi só juntar o útil ao agradável, o seu primeiro cetro mundial. Venceram todos os seus jogos por mais de dez pontos, o que expressa esse sinal, não houve adversários à altura. A Bulgária, ao ser segunda classificada, alcançou a sua melhor classificação de sempre, não mais superada ou igualada. A Checoslováquia conseguiu mais um pódio, o segundo bronze. A Jugoslávia obteve um honroso quarto lugar, que ainda ia demorar um tempo até ser repetido.

 

fiba 13

 

 

 

 

 

 

1959-União Soviética: União Soviética

   
   
         
         
         
    Fase Final Jugoslávia 80-42
      Polónia 67-45
      Hungria 51-29
      Coreia do Sul 89-24
      Checoslováquia 59-46
      Roménia 70-39
      Bulgária 51-38
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

III Mundial de Voleibol Feminino, 1960, Brasil: tricampeonato para a União Soviética

fivb 6

 

O Brasil foi palco do III Mundial de Voleibol Feminino em 1960. As vencedoras foram as mesmas de edições anteriores: as soviéticas. Numa prova com um formato sem final: disputava-se uma primeira fase de grupos, as seleções apuradas encontravam-se numa fase final, todas contra todas, o que mais vitórias conseguisse era campeão. A União Soviética venceu todos os jogos, os últimos três com dificuldade, contudo, assim, celebrou o seu terceiro título consecutiva, coisa que mais ninguém repetiu até aos dias de hoje. O Japão foi a surpresa, conseguindo a sua primeira medalha, neste caso de prata, mas, no futuro, mostraria que isto não tinha sido obra do acaso! A Checoslováquia, terceira classificada, teve aqui o seu último pódio da história neste evento. O quarto lugar foi para a Polónia, não mais o repetiu, apesar de ter conseguido mais um pódio no futuro.

 

 

 

 

 

 

1960-Brasil: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo C) Perú 3-0 (15-4,15-1,15-3)
      Checoslováquia 3-0 (15-10,15-8,15-9)
    Fase Final [Checoslováquia 3-0 (15-10,15-8,15-9)] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      EUA 3-0 (16-14,15-5,15-5)
      Japão 3-1 (15-6,12-15,15-13,15-13)
      Polónia 3-2 (8-15,15-8,9-15,15-13,16-14)
      Brasil 3-1 (13-15,15-9,15-5,15-6)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

III Mundial de Voleibol, 1956, França: Checoslováquia campeã

fivb 5

 

O Campeonato do Mundo de Voleibol de 1956 disputou-se na França. O campeão não foi a União Soviética que tinha ganho as primeiras duas edições deste evento. Não só isto aconteceu como ficaram em terceiro. Ainda não havia finais nesta prova. A uma primeira fase de grupos, seguia-se um grupo final com dez equipas, todos contra todos, onde quem ganhasse mais jogos alcançava o título. Foi isso mesmo que a Checoslováquia fez: triunfou nesses nove encontros e sagrou-se campeã mundial. A Roménia foi segunda, ainda, atualmente, o seu melhor resultado, igualado mais tarde, mas nunca superado. Nos dias que correm, ver os romenos em segundo numa prova deste calibre, é quase uma miragem, embora, estes tenham conquistado um Europeu nos anos 60. O terceiro classificado foi a União Soviética, a pior posição de sempre até 1956. No futuro, quer os soviéticos, quer a Rússia, depois do fim destes, fizeram provas piores, mas, à altura era assim.

Portugal estreou-se neste evento, participando pela primeira vez. Alcançou um lugar a meio da tabela, décimo quinto. Foi uma presença razoável, podia-se ter subido um ou dois lugares nesta tabela, mas não foi mau. Teríamos que esperar pelo século XXI para voltarmos a competir neste evento.

 

 

 

 

 

 

 

1956-França: Checoslováquia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) RDA 3-0 (15-5,15-4,15-7)
    Fase Final Jugoslávia 3-1 (15-9,15-13,7-15,15-6)
      Roménia 3-2 (3-15,11-15,15-9,15-2,15-3)
      China 3-0 (15-13,15-3,15-8)
      França 3-0 (15-2,15-3,15-5)
      Polónia 3-0 (15-8,15-8,15-9)
      Hungria 3-0 (15-5,15-9,15-6)
      Bulgária 3-2 (15-11,11-15,17-19,15-8,17-15)
      EUA 3-0 (15-4,15-8,15-10)
      URSS 3-2 (9-15,15-3,15-13,9-15,15-12)
         
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Site no WordPress.com.

EM CIMA ↑