V Mundial de Andebol Feminino, 1973, Jugoslávia: único título das anfitriãs

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As anfitriãs do Mundial de 1973 de Andebol Feminino, isto é, a Jugoslávia, conseguiram fazer o percurso completo, ou seja, sagraram-se campeãs mundiais pela única vez na historial, depois de terem perdido as finais de 1965 e 1971, nas duas edições anteriores. Chegaram a mais finais, porém, nunca mais ergueram o cetro mundial,  em 1990 e 2013. A Roménia, medalha de prata, falhou o título que seria o seu segundo, desiderato que nunca festejaria, ficou-se pelo de 1962 e teve perto em 2005, mas as russas foram mais fortes. A União Soviética obteve o bronze, único do seu palmarés. Estava a preparar a equipa que dominaria o andebol feminino nos anos 1980.  A Hungria, campeã em 1965, também o seu troféu solitário, atingiu o quarto lugar, não mais repetiria esta classificação. A Jugoslávia não teve uma caminhada fácil, chegando mesmo a perder um jogo na segunda fase de grupos, mesmo assim apurou-se para a final. Aí bateu a Roménia por 16-11 e fez a festa!

 

 

 

 

 

1973- Jugoslávia: Jugoslávia

   
   
         
       
         
    1ªfase (Grupo D) Holanda 20-4
      Dinamarca 11-10
    2ªfase (Grupo II) [Dinamarca 11-10] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 8-9
      URSS 7-5
    FINAL Roménia 16-11
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

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XXIII Europeu de Voleibol Feminino, 2003, Turquia: primeiro para a Polónia

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Está a decorrer o Europeu de Voleibol Feminino de 2019. Portugal participa pela primeira vez. Tentará o difícil apuramento para os oitavos. Tem outra novidade, conta com 24 seleções.  Uma das nações favoritas ao título é a Polónia. Em 2003, na Turquia, obteve o seu primeiro título, depois de quatro segundos, quatro terceiros e até um quarto lugar. O seu jogo mais fácil foi o da final. A Turquia acusou a pressão e foi batida em três sets e em nenhum deles sequer chegou aos 20 pontos. As polacas, nos seis jogos anteriores, não tinham vencido nenhum em só 3 partidas, na final, não deram hipóteses. Para as turcas foi a sua primeira medalha. O melhor que tinha feito até então era um nono lugar em 1995 e esta era apenas a sua sexta presença neste certame. Desde 2003, não falharam qualquer edição do Europeu, embora, ainda não tenham repetido este segundo lugar.  12 anos depois a Alemanha chegava ao bronze, seria preciso mais uma década para melhorar isto. Para a Holanda foi o único quarto lugar da sua história.

 

 

 

 

2003- Turquia: Polónia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Holanda 3-2 (25-22,25-19,32-34,23-25,15-5)
      Ucrânia 3-1 (25-19,23-25,25-19,25-23)
      Bulgária 3-2 (25-17,25-22,22-25,20-25,15-12)
      Itália 1-3 (25-20,22-25,20-25,22-25)
      República Checa 3-1 (25-19,23-25,25-22,25-16)
    Meias-finais Alemanha 3-2 (25-23,20-25,22-25,25-22,15-9)
    FINAL Turquia 3-0 (25-17,25-14,25-17)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

1971-72 J V E D GOLOS P

V Mundial de Basquetebol, 1967, Uruguai: primeiro título para a União Soviética

 

 

 

 

1967- Uruguai: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Perú 84-46
      Japão 95-56
      Argentina 105-66
    Fase Final Polónia 86-61
      Brasil 78-74
      Argentina 96-61
      EUA 58-59
      Uruguai 60-54
      Jugoslávia 71-59
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

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Em 1967, no Uruguai, decorreu a quinta edição do Campeonato do Mundo de Basquetebol. Ainda não tinham adotado o formato em que tudo se decida numa final. Após uma primeira fase de grupos, apurava-se para um emparelhamento final, todos contra todos, onde quem ganhasse mais jogos era campeão. Foi assim que a União Soviética se sagrou campeã mundial nesta modalidade. Na primeira etapa, esmagou todos os seus adversários. Na fase final já não teve essa sorte, perdendo mesmo um jogo diante dos americanos, mas isso não comprometeu a glória final. Foi o seu primeiro troféu neste evento.  A Jugoslávia obtinha a prata pelo segundo mundial seguido; não demorou muito o seu primeiro troféu! Os brasileiros, que tinham ganhou as duas edições anteriores a esta, conseguiram também ficar no pódio, conseguindo um bronze. Os EUA ficaram com o quarto lugar, pela segunda ocasião seguida. No Mundial de Basquetebol são raras as ocasiões em que os americanos ficaram fora do pódio.

 

 

XXII Europeu de Voleibol 2001 República Checa: primeiro título para a Jugoslávia

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Ao fim de quatro terceiro lugares, dois em 1995 e 1999, a Jugoslávia, à altura, campeã olímpica, venceu o Europeu de 2001, de voleibol. Apenas perdeu uma vez na sua caminhada rumo ao título. Essa derrota não teve grandes complicações pois ocorreu no último jogo da fase de grupos quando já estava apurada. O primeiro jogo do torneio também foi renhido, superiorizando-se à França por 3-2. Nas meias-finais, diante da Rússia, e na final, contra a Itália vitória claríssimas por 3-0, festejando-se assim o seu primeiro título. Para a Itália foi a segunda vez que conseguia a prata. A Rússia pela quarta vez alcançava o bronze. A República Checa pela segunda edição seguida ficou em quarto lugar. Depois do fim da Checoslováquia, que venceu três vezes isto, são as suas melhores classificações.

 

 

 

 

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2001- República Checa: Jugoslávia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) França 3-2 (25-18,25-21,25-27,23-25,15-13)
      Polónia 3-0 (25-19,25-14,25-22)
      Hungria 3-1 (27-29,25-18,25-17,25-19)
      Itália 3-0 (25-21,25-23,27-25)
      Alemanha 2-3 (25-19,21-25,25-17,23-25,12-15)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-20,25-17,29-27)
    FINAL Itália 3-0 (25-21,25-18,25-20)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

 

IV Mundial de Voleibol Feminino 1962, União Soviética: título para o Japão

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O Campeonato do Mundo de voleibol feminino de 1962 realizou-se na União Soviética. As soviéticas que tinham ganho os primeiros três mundiais foram surpreendidas em casa pela seleção do Japão que assim celebrou o seu primeiro título mundial. E não se pode sequer por em causa este feito! Em nove encontros só cederam um set perante as anfitriães. De resto tudo 3-0. Assim as nipónicas foram justamente campeãs mundiais.  A prata foi para as russas, a primeira da história. O bronze pela segunda e última vez para a Polónia, depois do de 1956, não mais estiveram no pódio desde então. A Bulgária ficou com o quarto lugar também pela segunda vez, a primeira foi em 1952. Até aos dias de hoje as búlgaras ainda não fizeram igual ou melhor. Numa prova que mais uma vez não teve final e foi decidida por um grupo final onde quem ganhasse mais jogos era campeão.

 

 

 

 

 

1962, União Soviética: Japão

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo C) RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1)
      Coreia do Norte 3-0 (15-2,15-6,15-11)
      China 3-0 (15-5,15-12,15-7)
    Fase Final [RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 3-0 (15-3,15-5,15-2)
      Bulgária 3-0 (15-3,15-2,15-8)
      União Soviética 3-1 (14-16,15-7,15-11,15-3)
      Brasil 3-0 (15-4,15-2,15-4)
      Roménia 3-0 (15-2,15-0,15-1)
      Checoslováquia 3-0 (15-2,15-4,15-1)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

IV Mundial de Voleibol, 1960, Brasil: conquista da União Soviética

 

 

 

 

 

1960, Brasil: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo II) Paraguai 3-0 (15-2,15-6,15-2)
      Japão 3-0 (15-8,15-9,15-7)
    Fase Final [Japão 3-0 (15-8,15-9,15-7] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      EUA 3-0 (15-7,15-13,16-14)
      Venezuela 3-0 (15-4,15-11,15-2)
      Hungria 3-1 (15-10,11-15,15-13,15-7)
      Polónia 3-1 (7-15,15-4,15-8,15-11)
      França 3-1 (15-11,14-16,15-2,15-8)
      Roménia 3-1 (15-13,16-14,10-15,15-11)
      Checoslováquia 3-0 (15-12,15-10,15-4)
      Brasil 3-1 (15-9,13-15,17-15,15-11)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Numa prova organizada pelo Brasil em 1960, a União Soviética venceu pela terceira vez em quatro edições o Mundial de Voleibol. Num evento onde não havia final. Depois de uma primeira fase de grupos, onde os dois primeiros de cada se qualificavam para um emparelhamento final onde quem vencesse mais jogos era campeão. Foi dessa forma que os soviéticos somaram mais um. Não perderam qualquer jogo, foram ganhando com mais ou menos dificuldades. Assim, fizeram a festa outra vez. A Checoslováquia ficou em segundo pela terceira vez em quatro. A outra tinha sido campeã, único que à altura tinha fugido aos russos. A Roménia ficou com o bronze pela primeira vez. A Polónia ficou posicionada no quarto lugar, repetindo a classificação de 1956.

 

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XXI Europeu de Basquetebol Feminino, 1987, Espanha: festa para a União Soviética

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Mais um Europeu de Basquetebol Feminino, mais um título para a União Soviética. Desde a vitória da Bulgária em 1958, na Polónia, as russas triunfaram sempre. Um domínio absoluto no basquetebol feminino nesta altura. E esta hegemonia continuou nesta edição de 1987, na Espanha. Um passeio completo na primeira fase com vitórias todas superiores a 30 pontos. Só nas meias-finais é que a competição foi mais forte, com uma vitória por oito pontos diante da Checoslováquia e dez frente à Jugoslávia na final. Só as mudanças políticas do final dos anos 80, início dos anos 90 desfazeriam este cenário. Nove anos depois a Jugoslávia ficava com a prata. Para a Hungria seria o terceiro bronze consecutivo, o que demonstrava que era uma seleção com valor. A Checoslováquia ficou em quarto pelo segundo europeu seguido. Apesar de variadíssimos lugares de honra, os checos nunca atingiram o ouro. Só quando o país se desfez é que as suas sucessoras fariam a festa.

 

 

 

 

 

 

1987-Espanha: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Polónia 95-62
      Roménia 95-52
      Hungria 110-70
      França 109-47
      Suécia 136-63
    Meias-finais Checoslováquia 89-81
    FINAL Jugoslávia 83-73
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

 

 

 

III Mundial de Andebol Feminino, 1965, RFA: título inédito para a Hungria

Em 1965, na RFA, fez-se história. A Hungria festejou o seu único título mundial de Andebol Feminino. Numa prova curta, com dois grupos, onde o vencedor de cada de defrontava na final. Foi assim que as húngaras triunfaram, numa final, onde derrotaram a Jugoslávia por…5-3! Um resultado impensável na atualidade! Para ter a ideia deste feito, as magiares, além deste título, têm quatro pratas, 4 bronzes e terminaram uma vez como quartas classificadas. Só em 1965 conseguiram o tão desejado título.

A Sérvia, ou Jugoslávia na altura, também tem um registo semelhante à Hungria: esta foi a primeira de quatro medalhas de prata, com apenas um título adquirido. Conta ainda com três bronze e um quarto lugar. Para a Alemanha foi aqui medalhada pela primeira vez, um terceiro lugar. Só na década de 90 regressaria ao pódio.  A Checoslováquia falhava o lugar de consolação pela primeira vez. Não seria a última!

 

 

 

 

 

1965-RFA: Hungria

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Checoslováquia 7-4
      Roménia 9-6
      Polónia 15-5
    FINAL Jugoslávia 5-3
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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III Mundial de Andebol, 1958, RDA: bi para a Suécia

 

 

 

 

 

1958-RDA: Suécia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Espanha 31-11
      Polónia 19-14
      Finlândia 27-16
    2ªfase (Grupo 2) [Polónia 19-14]-resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Jugoslávia 26-9
      Dinamarca 13-12
    FINAL Checoslováquia 22-12
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

A terceira edição do Mundial de Andebol teve lugar na RDA em 1958. A Suécia revalidou o título. A primeira seleção a vencer dois consecutivos. Só seria campeã novamente nos anos 90. Um título sem derrotas. Caminhou duas fases de grupo sem perder e apenas teve complicações no jogo com a Dinamarca, onde venceu por 13-12. Na final, uma vitória esclarecedora por dez golos de diferença diante da Checoslováquia. Relembre-se que o formato deste campeonato passava por duas fases de grupo, onde na segunda destas, o vencedor de cada grupo, tinha dois, disputava a final com o primeiro classificado do outro. Os segundos de cada grupo competiam pelo bronze.  O bronze foi para a Alemanha, campeã em 1938. A Dinamarca ficou em quarto lugar. Os dinamarqueses são os líderes dos quarto classificados, pois, ficou aqui por seis vezes, última em 2009. A Checoslováquia, medalha de prata, estava a preparar a festa que teria no futuro.

 

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