Primeira subida do Famalicão à primeira, 1977-78

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1977-78 J V E D GOLOS P
1-Famalicão 30 21  7  2 67-16 49
2-Aliados Lordelo 30 13  9  8 33-30 35
3-Fafe 30 12 10  8 34-24 34
4-Rio Ave 30  9 13  8 26-25 31
5-Penafiel 30 12  7 11 42-44 31
6-Desportivo Chaves 30 10 11  9 35-33 31
7-Leixões 30 12  6 12 43-37 30
8-Lourosa 30 11  8 11 40-35 30
9-Vianense 30 11  8 11 28-38 30
10-Gil Vicente 30 10  9 11 30-31 29
11-União Lamas 30 10  9 11 34-37 29
12-Paços Ferreira 30 11  6 13 31-39 28
13-Paços Brandão 30  9  9 12 32-37 27
14-Régua 30  9  7 14 33-47 25
15-Sanjoanense 30  8  7 15 24-30 23
16-Vila Real 30  6  6 18 24-53 18

O Famalicão já tinha estado na então I Divisão em 1946-47, onde teve o saldo de 60 golos marcados e 100 sofridos (!), concluindo no 13ºlugar, classificação que ainda é a sua melhor de sempre. Os famalicenses têm seis presenças na agora I Liga. As suas melhores prestações são dois 13º lugares, o dos anos 40 e o de 1978-79. Curiosamente nesses dois anos desceu. A seguir têm três 14ºlugares consecutivos entre 1990-91 e 1992-93, conseguindo a permanência nessas temporadas. Esta, em 1977-78, foi a sua primeira subida à então I Divisão. Em 1946-47 foi o último ano em que os apurados para a I Divisão eram decididos nos campeonatos regionais pelo país fora. Sistema que operou entre, a primeira edição, em 1934-35 e 1946-47. Foi uma subida incontestável! 14 pontos de avanço, quando a vitória só valia dois pontos, se fosse a pontuação atual, três pontos, seria uma margem quase escandalosa! Não teve qualquer oposição! E para por a cereja em cima do bolo, despois, na fase de apuramento para campeão, conseguiu o título da II Divisão, o primeiro grande troféu da sua história.

Nesta época o Aliados Lordelo ficou em segundo lugar na Zona Norte, melhor resultado do seu historial. Foi discutir com os segundos da Zona Centro e Zona Sul a subida, não a conseguiu, mas foi uma das maiores surpresas da história deste evento, num ano em que a diferença entre o quarto classificado, Rio Ave, e o primeiro clube abaixo da linha de descida, Paços Brandão, foi de quatro pontos. Uma competitividade que não ocorreu na luta pela subida. O Aliados de Lordelo teve uma diferença positiva de golos de mais três marcados que sofridos, 33-30, algo também muito raro na história da II Divisão.

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Leixões o primeiro de onze seguidos: 1975-76

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Esta é a imagem do título conquistado em 2016-17. 25 anos depois do último e 16º do historial do clube. Todavia, houve um período na história do campeonato de voleibol feminino em que o Leixões colecionava títulos. Ano após ano. Hoje deixo a classificação de um início de algo bonito, que começou em 1975-76. Entre 1975-76 e 1985-86, as matosinhenses venceram onze campeonatos seguidos, algo sem paralelo no palmarés da modalidade. Além disso, junte-se mais cinco Taças de Portugal. Um domínio hegemónico. Apenas no andebol feminino, por parte, do Madeira SAD, se encontra algo parecido. Nesse hiato temporal, quase ninguém as batia. Ainda, este ciclo começou e interrompeu a série de nove campeonatos seguidos pelo Benfica. Porém, as lisboetas não ganharam mais nada nesta vertente e género. O Leixões não mais conseguiu tal sequência, mas ainda ganhou mais alguns troféus. Mas isto foi algo de incrível! Provavelmente irrepetível!

De referir que em 1975-76 não havia segundas fases, divisões em grupos ou play-offs. Jogavam as quatro melhores equipas do Norte e do Sul respetivamente. Depois, quem ficasse em primeiro, após 14 jogos, todos contra todos, casa e fora era considerado campeão.

 

1975-76 J V D SETS P
1-Leixões 14 13  1 41-11 27
2-CDUP 14 11  3 38-10 25
3-Benfica 14 11  3 36-16 25
4-Vila Real 14  9  5 32-18 23
5-Sporting Braga 13  4  9 16-30 17
6-Desportivo Póvoa 14  3 11 16-36 17
7-CDUL 14  2 12 10-38 16
8-Escola Matosinhos 13  2 11  8-34 15

 

 

A primeira subida à primeira do Desportivo Aves, 1984-85

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Nesta última época, 2016-17, que terminou em Maio, o Desportivo das Aves garantiu pela quarta vez a subida ao escalão máximo do futebol português. Aqui vamos retratar a primeira ocasião em que tal aconteceu, em 1984-85. Apesar de na última não houve surpresas, já que, os avenses eram favoritos a subir no início da época, nesta, ninguém os apontava como um forte candidato a ser promovido.

Não havia a segunda liga, ainda não tinha sido criada, só aconteceu em 1990-91, então denominada de II Divisão Honra. Aqui a II Divisão dividia-se em três zonas: Zona Norte, Zona Centro e Zona Sul. Subia o primeiro de cada série e os segundos iam disputar com o 13º classificado da I Divisão, uma liguilha onde quem, ao fim de seis jogos, casa e fora, subia ou ficava na primeira o primeiro classificado. Em 1984-85, quem ganhou isto foi o Desportivo Chaves que tinha ficado em segundo na Zona Norte, atrás do Aves.

Não eram considerados candidatos porque na época anterior, 1983-84, tinham participado na III Divisão, garantindo aí a subida à II Divisão. Depois numa disputa muito apertada com os Desportivo Chaves, o Aves consumou a promoção à I Divisão. Não só isso, mas também, conquistou o título absoluto da II Divisão, quando ficou em primeiro na fase de apuramento para isto, onde defrontou os vencedores da Zona Centro e da Zona Sul, neste caso o Sporting Covilhã e o Marítimo.

Foi uma grande festa, mas, foi de curta duração pois desceram no ano a seguir. Terminaram em 13ºlugar, tiveram que disputar a liguilha e assim foram despromovidos. Eram treinados pelo Professor Neca. O mesmo que garantiu as próximas subidas em 1999-2000 e 2005-06. A quarta já foi sem ele. Conseguirão aguentar mais que uma época na primeira? É a questão que se coloca.

 

1984-85 J V E D GOLOS P
1-Desportivo Aves 30 17   7   6 51-30 41
2-Desportivo Chaves 30 17  6   7 58-22 40
3-Paços Ferreira 30 15 10   5 49-24 40
4-Leixões 30 14 10  6 38-29 38
5-Sporting Espinho 30 13  9  8 52-34 35
6-Famalicão 30 12  8 10 39-35 32
7-Felgueiras 30 10 11  9 32-27 31
8-Fafe 30  9 12  9 32-34 30
9-Tirsense 30  9 10 11 35-34 28
10-Gil Vicente 30 12  4 14 42-39 28
11-Feirense 30 10  7 13 44-43 27
12-Lourosa 30 12  3 15 25-37 27
13-Lixa 30 11  5 14 38-45 27
14-Sanjoanense 30  7  6 17 26-53 20
15-Valonguense 30  7  4 19 28-68 18
16-Marco 30  6  6 18 23-58 18

 

 

Leixões todas as classificações na I Divisão de Voleibol

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Eis todas as classificações do Leixões na I Divisão de Voleibol:

Leixões-63 presenças
Épocas: 1946-47 a 1948-49, 1950-51 a 1955-56, 1958-59 a 1960-61, 1963-64 a 2012-13, 2014-15
CAMPEÃO: 1964,1972,1974,1976,1979,1980,1982,1989
2ºlugar: 1951,1952,1953,1966,1971,1973,1983,1984,1986,1988,1992
3ºlugar: 1947,1948,1955,1965,1967,1969,1970,1975,1977,1978,1981,1987,

1990,1996,1999

4ºlugar: 1954,1956,1959,1960,1961,1968,1985,1991,1993,1995,1998,2009
5ºlugar: 1949,1994,2002,2007,2008
6ºlugar: 2000,2001,2011
7ºlugar: 2003,2005,2006
8ºlugar: 1997,2004,2012,2015
9ºlugar: 2010
12ºlugar: 2013

Castêlo Maia todas as presenças na I Divisão de Voleibol

Eis todas as classificações do Castêlo Maia na I Divisão de voleibol:

Castêlo Maia-26 presenças
Épocas: 1975-76, 1990-91 a 2014-15
CAMPEÃO: 2001,2002,2003,2004
2ºlugar: 1994,1996,1997,1998,1999,2000
3ºlugar: 1995,2007,2011,2014
4ºlugar: 2010,2013
5ºlugar: 1992,1993,2005,2006,2008,2009,2012,2015
7ºlugar: 1991
9ºlugar: 1976

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Campeões em ambos os géneros: voleibol, Benfica, femininos, 1966-67; masculinos, 1980-81

1966-67, I Divisão Voleibol Feminino J V D SETS P
1-Benfica 10 9 1 27-4 19
2-CDUL 10 7 3 22-13 17
3-Leixões 10 7 3 22-11 16 (1 falta de comparência)
4-Académica 10 5 5 16-16 15
5-Arte e Recreio 10 1 9  6-27 11
6-Sporting Braga 10 1 9  5-27 11

Após alguns anos de quase campeões, o Benfica, em 1966-67, alcança o seu primeiro título de voleibol feminino. Troféu conquistado sem grandes problemas, pois, só cederam uma derrota e mais um set a juntar aos três dessa. O segundo classificado, CDUL, ficou a dois pontos, ou seja, teve mais duas derrotas. Este seria o primeiro de nove seguidos que coloca os encarnados, apesar de o último ter sido em 1974-75, como a segunda equipa coma mais títulos de voleibol feminino, igualado com o Castêlo Maia e a seis do primeiro, o Leixões com quinze. Isto apesar de não terem esta secção desde o início dos anos 90. Para concluir, ainda, o voleibol masculino do Benfica só conquistou cinco títulos, isto é, ainda estão relativamente longe dos nove do setor feminino.

1980-81, I Divisão Voleibol J V D SETS P
1-Benfica 14 12  2 39-12 26
2-Sporting Espinho 14 11  3 36-16 25
3-Leixões 14 11  3 35-15 25
4-Esmoriz 14  9  5 31-16 23
5-Técnico 14  6  8 21-29 20
6-Francisco Holanda 14  5  9 21-30 19
7-CDUL 14  1 13  9-39 15
8-Gil Vicente 14  1 13  5-40 15

Isto é mesmo assim, não há como dizer de outra maneira! Assim após sete Taças de Portugal conquistados e muitos segundos lugares, sobretudo, durante a década de 70, o Benfica, finalmente, em 1980-81, festeja o seu primeiro título de voleibol masculino. Tantas e tantas oportunidades teve no passo para obter este desiderato. Finalmente, no início da década de 80, puderam festejar como nunca. Depois, seria preciso mais uma década para o segundo e em 2004-05 o terceiro. Isto é apenas uma curiosidade: a equipa lisboeta tem cinco campeonatos conquistados e 14 Taças de Portugal ganhas, isto quer dizer que teve sempre mais engenho na taça do que no escalão máximo do voleibol português; por isso lideram o ranking de triunfos na prova a eliminar. No campeonato têm muito que aprender relativamente à eficácia e ao aproveitar quando se pode o ganhar. Até as senhoras, há muito extintas no clube, têm quase o dobro dos títulos dos homens.

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Campeões em ambos os géneros: Leixões, voleibol, 1963-64, masculinos; 1964-65, femininos

1963-64, I Divisão Voleibol J V D SETS P
1-Leixões 8 7 1 22-8 15
2-Sporting Espinho 8 6 2 21-11 14
3-Lisboa e Ginásio 8 4 4 19-14 12
4-Benfica 8 3 5 11-16 11
5-Académica 8 0 8  0-24  8

Um título um pouco surpreendente, pois o Leixões nas duas épocas anteriores tinha participado na II Divisão, vencendo mesmo esse troféu em 1961-62. Assim, num percurso quase imaculado, tendo perdido apenas um jogo, somando sete vitórias, alcançando o seu primeiro campeonato. Primeiro de oito; ainda hoje, apesar de o seu último título ter sido em 1988-89, é o quarto clube com mais campeonatos, só ultrapassado pelo FC Porto, com nove, o Técnico com 13 e o Sporting Espinho com 18. E é o segundo clube com mais presenças no escalão máximo de voleibol, só melhorado pelos espinhenses.

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1964-65, I Divisão Voleibol Feminino J V D SETS P
1-Leixões 8 7 1 21-5 15
2-Benfica 8 6 2 20-8 14
3-Sporting Espinho 8 4 4 16-15 12
4-CDUL 8 3 5 11-17 11
5-Arte e Recreio 8 0 8  1-24  8

Este título, primeiro do Leixões na vertente feminina, não foi tão surpreendente com o masculino, pois estas já tinham sido vice-campeãs em épocas anteriores. Tinham participado nas cinco edições antes desta. Ainda hoje, as leixonenses são de longe a equipa com mais presenças no escalão máximo de voleibol feminino. E isto foi o primeiro título de quinze, que permite ao Leixões ser o clube com mais títulos nas senhoras de voleibol, apesar de o último ter sido em 1991-92. Este foi o primeiro, o culminar de um trabalho de meia década, pois em anos anteriores, já tinham andado perto. Assim, conseguiram em dois anos seguidos, ser campeões em homens e mulheres, o seu primeiro em ambos. Foi o clube que mais rapidamente venceu o seu primeiro troféu em ambos em géneros: 1963-64, masculinos; 1964-65, femininos.

Equipas campeãs em ambos os géneros: Sporting Espinho, Voleibol

1956-57, I Divisão Voleibol J V D SETS P
1-Sporting Espinho 3 2 1 8-6 5
2-Benfica 3 2 1 7-5 5
3-Sporting 3 1 2 6-7 4
4-FC Porto 3 1 2 5-8 4
Play-off para o título:
Sporting Espinho-Benfica 3-1 (15-12,8-15,15-12,15-13)

O Sporting Espinho colecionou até ao momento 18 títulos de voleibol masculino. É a equipa com mais títulos, seguido do Técnico com treze (apesar dos lisboetas não triunfarem desde 1967-68), este foi o primeiro em 1956-57. Numa altura em que o formato da disputa consistia em uma poule final de quatro clubes, por sua vez, apurados de dois campeonatos regionais, o de Norte e o do Sul. Cada um qualificava dois clubes. Para se atribuir o título jogava-se esse grupo de quatro clubes, a uma volta, onde quem ganhasse mais jogos festejaria. Todavia, nesta época, 1956-57, ficaram duas equipas empatadas na liderança e respeitando os regulamentos da altura, tinha-se que se disputar uma finalíssima entre esses, onde quem vencesse era campeão. E foi, dessa forma, que os espinhenses conquistaram o seu primeiro título, batendo o Benfica por 3-1 nesse jogo. Os benfiquistas ainda esperariam muito para alcançar o seu primeiro troféu no escalão máximo do voleibol português.

1959-60, I Divisão Voleibol Feminino J V D SETS P
1-Sporting Espinho 6 6 0 18-4 12
2-Sporting 6 4 2 15-9 10
3-Leixões 6 1 5  6-17  7
4-Benfica 6 1 5  8-16  7

Com um domínio inicial do Sporting Espinho, nas primeiras cinco épocas da I Divisão de voleibol feminino, isto é, entre 1959-60 e 1963-64, ganhou quatro desses cinco anos, só falhou o de 1961-62. Após essas conquistas, não mais celebraram qualquer troféu no escalão máximo do voleibol feminino, mantendo-se nesses quatro. O molde de disputa era idêntico ao que se usava em 1956-57 , a única diferença era que em vez de uma volta, disputava-se duas, uma no Norte e outra no Sul. Assim, após o campeonato de 1956-57, pelos homens, em 1959-60, conquistariam o primeiro com as senhoras, tornando-se o Sporting Espinho o clube que mais rápido venceu nos dois géneros, neste caso, no voleibol. Só três clubes mais conseguiram isso no voleibol além dos (as) espinhenses.

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Um grande abaixo do quarto lugar: Sporting, 5ºlugar, 1972-73

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1972-73 J V E D GOLOS P
1-Benfica 30 28  2  0 101-13 58
2-Belenenses 30 14 12  4  53-30 40
3-Vitória Setúbal 30 16  6  8  65-26 38
4-FC Porto 30 15  7  8  56-28 37
5-Sporting 30 15  7  8  57-31 37
6-Vitória Guimarães 30 11 11  8  38-38 33
7-Boavista 30 12  7 11  41-47 31
8-CUF 30 11  8 11  38-37 30
9-Leixões 30 11  8 11  32-45 30
10-Barreirense 30  9  7 14  43-64 25
11-Farense 30  8  8 14  27-53 24
12-Beira-Mar 30  5 13 12  27-57 23
13-Montijo 30  9  5 16  29-47 23
14-União Coimbra 30  5  7 18  22-54 17
15-Atlético 30  4  9 17  27-52 17
16-União Tomar 30  6  5 19  35-69 17
             

 

1972-73: Sporting, 5ºlugar CASA FORA
Benfica 1-2 1-4
Belenenses 1-0 2-2
Vitória Setúbal 1-0 0-2
FC Porto 0-3 1-0
Vitória Guimarães 2-0 1-1
Boavista 1-0 2-3
CUF 0-1 1-1
Leixões 0-1 2-2
Barreirense 5-1 4-1
Farense 4-0 3-1
Beira-Mar 4-0 0-0
Montijo 4-1 0-0
União Coimbra 3-1 5-1
Atlético 4-1 0-1
União Tomar 4-0 1-1
CASA FORA
V E D GOLOS V E D GOLOS
11 0 4 34-11 4 7 4 23-20
TOTAL
J V E D GOLOS P
30 15 7 8 57-31 37

 

O Benfica esteve verdadeiramente intratável durante a temporada de 1972-73, na I Divisão. Trinta jogos, vinte e oito vitórias e nenhuma derrota. 101 golos marcados e apenas 13 sofridos. Mas, estamos aqui para falar de um Sporting que acabou num impensável quinto lugar. É verdade que salvou a época, ganhando a Taça de Portugal, mas não deixa de ser algo mau, quinto classificado. O FC Porto, também, não fez muito melhor e acabou em quarto. A surpresa foi o Belenenses em segundo e o Vitória Setúbal em terceiro. Dois grandes fora do pódio, algo inédito então!

Quatro derrotas caseiras já por si só não augura algo de bom e isso expressou-se na classificação final. Se perder com o Benfica e o FC Porto em casa pode ser considerado normal, com o Leixões e a CUF, nono e oitavo classificado, obviamente, demonstrou que os leões estavam a fazer uma péssima temporada.

Fora a coisa também não foi muito melhor. Apenas quatro vitórias, sete empates e quatro derrotas. Resumindo uma participação no campeonato para esquecer, isto, porque estamos a falar de um crónico candidato ao título. Ainda assim, parece que o Sporting aprendeu com este desempenho, na época seguinte fizeram a dobradinha e chegaram às meias-finais da Taça das Taças. Mas que custou para os seus adeptos custou!

O já referido acima, Belenenses e Vitória Setúbal no pódio. Realce-se a única presença da União de Coimbra na I Divisão, curiosamente, o seu rival da cidade, a Académica, tinha descido na época anterior, por isso, não se defrontaram aqui. Uma curiosidade pois a Académica ultrapassou há muito as meia centena de presenças na agora I Liga, mas falhou a temporada em que podia ter-se disputado um derby conimbricense. A União de Coimbra terminou em 14º e desceu na liguilha. O Montijo estreou-se aqui na I Divisão, participou três vezes.

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