XXIII Europeu de Voleibol, 2003, Alemanha: título para os italianos

 

 

 

 

2003- Alemanha: Itália

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) República Checa 3-1 (25-19,25-21,22-25,25-23)
      Espanha 3-0 (25-16,25-22,25-16)
      França 3-1 (25-21,17-25,26-24,25-20)
      Eslováquia 3-0 (25-14,25-12,25-15)
      Alemanha 3-0 (25-17,25-20,25-19)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-18,25-18,25-16)
    FINAL França 3-2 (25-18,40-42,25-18,27-29,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Está a decorrer a fase decisiva do Europeu de Voleibol Feminino e em breve começará o Masculino, onde Portugal vai estar presente pela quinta vez. Aqui falo do percurso da Itália rumo ao título, no Eurovolley de 2003, na Alemanha. Fez uma primeira fase com cinco jogos, cinco vitórias, cedendo apenas dois sets.  A Rússia nas meias-finais foi trucidada, perdeu em três partidas e em nenhuma delas chegou aos vinte pontos. Na final, num jogo espetacular, ao cabo de cinco sets, a Itália fez a festa diante da França. Foi o quinto título da história italiana neste evento.  Para a França, 16 anos depois, igualava o que era à altura a sua melhor prestação, a prata.  A Rússia conseguiu o bronze pela quinta e última vez no seu historial. A Sérvia e Montenegro ficou pela única vez no seu palmarés em quarto lugar.

 

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XXIII Europeu de Voleibol Feminino, 2003, Turquia: primeiro para a Polónia

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Está a decorrer o Europeu de Voleibol Feminino de 2019. Portugal participa pela primeira vez. Tentará o difícil apuramento para os oitavos. Tem outra novidade, conta com 24 seleções.  Uma das nações favoritas ao título é a Polónia. Em 2003, na Turquia, obteve o seu primeiro título, depois de quatro segundos, quatro terceiros e até um quarto lugar. O seu jogo mais fácil foi o da final. A Turquia acusou a pressão e foi batida em três sets e em nenhum deles sequer chegou aos 20 pontos. As polacas, nos seis jogos anteriores, não tinham vencido nenhum em só 3 partidas, na final, não deram hipóteses. Para as turcas foi a sua primeira medalha. O melhor que tinha feito até então era um nono lugar em 1995 e esta era apenas a sua sexta presença neste certame. Desde 2003, não falharam qualquer edição do Europeu, embora, ainda não tenham repetido este segundo lugar.  12 anos depois a Alemanha chegava ao bronze, seria preciso mais uma década para melhorar isto. Para a Holanda foi o único quarto lugar da sua história.

 

 

 

 

2003- Turquia: Polónia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Holanda 3-2 (25-22,25-19,32-34,23-25,15-5)
      Ucrânia 3-1 (25-19,23-25,25-19,25-23)
      Bulgária 3-2 (25-17,25-22,22-25,20-25,15-12)
      Itália 1-3 (25-20,22-25,20-25,22-25)
      República Checa 3-1 (25-19,23-25,25-22,25-16)
    Meias-finais Alemanha 3-2 (25-23,20-25,22-25,25-22,15-9)
    FINAL Turquia 3-0 (25-17,25-14,25-17)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

1971-72 J V E D GOLOS P

Portugal campeão do Mundo de Hóquei em Patins, 2019, Barcelona

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2019- Barcelona/Espanha: Portugal

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Colômbia 8-2
      Argentina 1-1
      Chile 9-4
    Quartos-de-final Itália 5-5/2-0 g.p.
    Meias-finais Espanha 4-2 a.p.
    FINAL Argentina 0-0/2-1 g.p.
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Uma prova integrada no Roller Games, o Mundial de Hóquei em Patins foi conquistado por Portugal. 16 anos desde o último em 2003, em Oliveira de Azeméis e 26 anos após o triunfo em 1993, na Itália, também após grandes penalidades. Este evento começou em 1936. A Inglaterra triunfo nesse e em 1939. Não havia finais, existia um grupo, onde todas as seleções jogavam umas contra as outras e quem fizesse mais pontos era campeão. Isto foi uma fórmula, com uma ou outra exceção que durou até à década de 80. A primeira final, como jogo decisivo, só foi implementada em 1989, em San Juan, na Argentina. A Espanha bateu Portugal e sagrou-se campeã. Só seria novamente vencedor no século XXI, em 2001, no mesmo sítio. A partir daí, só não aconteceu em 2003, 2015 e 2019.
Portugal, tem 16 títulos no palmarés agora, a maioria deles conquistados nas décadas de 40, 50 e 60. Desde 1962, no Chile, só festejou em 1968, 1974, 1982, 1991, 1993, 2003 e 2019, ou seja, sete vezes em 57 anos. Enquanto entre 1947 e 1962, em 15 anos, nove títulos. Após, o título de 2003, em casa, a nação bateu no fundo, um impensável sexto lugar em 2007, em Montreux, na Suíça, perdeu diante dos helvéticos nos quartos-de-final e com a França no play-off 5/6ºlugar. Além disto, nem à final ia, uma sucessão de terceiros lugares: 2005, 2009, 2011, 2013, 2015, isto é, 5 medalhas de bronze. Até que me 2017, na China, chegou à final 14 anos depois. A Espanha foi mais forte nas grandes penalidades. Mas em 2019, no país vizinho, nova final, novamente nas grandes penalidades e desta vez foi mais forte que a Argentina e somou o 16º título!

A França começa a ameaçar intrometer-se entre as grandes potências da modalidade. Conseguiu a sua melhor classificação de sempre ao ficar em quarto lugar, derrotando a Itália na fase de grupos. A isto junta-se o quarto lugar no Europeu do ano passado. Nos franceses há cada vez mais a crença que é possível chegar às medalhas nas duas principais provas deste desporto.

 

XXII Europeu de Basquetebol Feminino, 1989, Bulgária: mais um para a União Soviética

 

 

 

1989- Bulgária: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Checoslováquia 78-75
      Itália 79-48
      Holanda 59-56
    Meias-finais Bulgária 90-71
    FINAL Checoslováquia 64-61
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Apesar de haver jogos com a União Soviética mais renhidos, os outros países já não eram atropelados quando jogavam com as russas, esta voltou a ser campeã.  Continuava a ganhar consecutivamente desde o título 1958 que fugiu para a Bulgária. Mas, já se reparava que esta hegemonia estava cada vez mais ameaçada. A Checoslováquia foi vice-campeã pela sétima vez e última, pois esta país ia ser dividido em dois no início da década de 90. Nunca foi campeã, apesar de vários lugares no pódio. A Bulgária também foi o quarto e último bronze da sua história. A Jugoslávia ficou num honroso quarto lugar pela quarta ocasião.

 

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XXII Europeu de Basquetebol, 1981, Checoslováquia: título para os soviéticos

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O fim do domínio dos soviéticos nesta prova estava a chegar ao fim apesar destes se terem sagrado campeões europeus nesta edição de 1981, na Checoslováquia. Após este título, só venceram mais dois, em 1985 e em 2007, já somente como Rússia. Estava a chegar o fim de uma era onde estes dominaram o basquetebol europeu ao nível de seleções.  Um percurso imaculado, ganharam todos os jogos e todos por mais de dez pontos, curiosamente o mais equilibrado foi o primeiro onde derrotaram a Polónia por 101-89. Na final, a Jugoslávia não teve soluções para a União Soviética, perderam por 17 pontos e assim foi o 13ºtítulo para esta nação. Para os jugoslavos era a quinta vez que ficaram com a prata. Para o país organizador, Checoslováquia, era a quinta vez também que obtiveram o bronze, quinta e última. Depois da divisão deste país em dois, República Checa e Eslováquia, no início dos anos 90, os seus sucessores ainda não atingiram este patamar. A Espanha ficou com o quarto lugar, classificação honrosa, pela segunda vez.

 

 

 

 

1981- Checoslováquia: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Polónia 101-89
      RFA 86-54
      Itália 97-67
      Turquia 97-79
      Jugoslávia 108-88
    Fase Final [Itália 97-67-resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final]
      (Jugoslávia 108-88] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Checoslováquia 110-84
      Espanha 110-101
      Israel 102-84
    FINAL Jugoslávia 84-67
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

XXII Europeu de Voleibol Feminino, 2001, Bulgária: tricampeonato para a Rússia

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2001- Bulgária: Rússia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) França 3-0 (25-23,25-22,25-16)
      Grécia 3-0 (25-13,25-20,25-19)
      República Checa 3-0 (25-12,25-15,25-13)
      Roménia 3-0 (25-17,25-13,25-10)
      Bulgária 3-0 (25-22,25-16,25-12)
    Meias-finais Ucrânia 3-0 (25-18,25-19,25-17)
    FINAL Itália 3-2 (21-25,25-23,25-23,18-25,15-6)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

Em 2001, na Bulgária, no Europeu de Voleibol Feminino, a Rússia fez o tricampeonato. Depois de ter triunfado também em 1997 e 1999. Foi o seu 17ºtítulo. Uma prova convincente até à final já que não cedeu nenhum set até esse patamar, nem mesmo nas meias-finais. A final já foi mais complicada, só superou a Itália na negra, ao fim de cinco sets. A Itália e esta medalha de prata, na altura, era a sua melhor classificação de sempre. Ainda esperou mais uns anos para o ouro que viria nesta mesma década. A Bulgária conquistou o bronze 22 anos depois do último em 1979. Melhor que isto só título de 1981. A Ucrânia foi a sensação do torneio ao ficar em quarto lugar. Melhor só o terceiro de 1993.

 

XXII Europeu de Voleibol 2001 República Checa: primeiro título para a Jugoslávia

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Ao fim de quatro terceiro lugares, dois em 1995 e 1999, a Jugoslávia, à altura, campeã olímpica, venceu o Europeu de 2001, de voleibol. Apenas perdeu uma vez na sua caminhada rumo ao título. Essa derrota não teve grandes complicações pois ocorreu no último jogo da fase de grupos quando já estava apurada. O primeiro jogo do torneio também foi renhido, superiorizando-se à França por 3-2. Nas meias-finais, diante da Rússia, e na final, contra a Itália vitória claríssimas por 3-0, festejando-se assim o seu primeiro título. Para a Itália foi a segunda vez que conseguia a prata. A Rússia pela quarta vez alcançava o bronze. A República Checa pela segunda edição seguida ficou em quarto lugar. Depois do fim da Checoslováquia, que venceu três vezes isto, são as suas melhores classificações.

 

 

 

 

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2001- República Checa: Jugoslávia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) França 3-2 (25-18,25-21,25-27,23-25,15-13)
      Polónia 3-0 (25-19,25-14,25-22)
      Hungria 3-1 (27-29,25-18,25-17,25-19)
      Itália 3-0 (25-21,25-23,27-25)
      Alemanha 2-3 (25-19,21-25,25-17,23-25,12-15)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-20,25-17,29-27)
    FINAL Itália 3-0 (25-21,25-18,25-20)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

 

Nápoles vence a Taça UEFA/Liga Europa 1988-89

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1988-89, Liga Europa: Nápoles

   
   
         
         
         
    1ªeliminatória PAOK Salónica 1-0/1-1*
    2ªeliminatória Leipzig 1-1*/2-0
    Oitavos-de-final Bordéus 1-0*/0-0
    Quartos-de-final Juventus 0-2*/3-0
    Meias-finais Bayern Munique 2-0/2-2*
    FINAL Estugarda 2-1/3-3*
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Com Diego Armando Maradona como sua maior estrela e melhor jogador, o Nápoles viveu durante essas épocas o melhor período da sua história. Conquistou dois campeonatos (1986-87 e 1989-90), os únicos do seu palmarés, uma Taça de Itália (1986-87), tem mais quatro e uma Supertaça Italiana, só voltaria a levantá-la em 2014. A nível europeu, com jogadores como o próprio astro argentino, o ponta-lança brasileiro Careca e Ciro Ferrara, em 1988-89, o Nápoles venceu o seu solitário troféu europeu: a Taça UEFA. Um percurso que ficou marcado por três eliminatórias contra equipas alemãs, duas da RFA e uma da RDA, inclusive a final contra o Estugarda. Nos quartos-de-final eliminou a Juventus, nas meias-finais outro nome grande,  o Bayern Munique. Relembre-se que não havia fase de grupos nesta altura e a final era a duas mãos. Na final, os napolitanos conseguiram superiorizar-se ao Estugarda, que à altura, também, era a sua primeira final europeia e assim fizeram a festa. Ainda é, para o Nápoles,  atualmente a sua única final. Num encontro onde as principais figuras: Maradona do Nápoles e do Estugarda Klinsmann se defrontariam na final do Mundial de 1990 na Itália. Aí os alemães foram mais fortes.

 

IV Mundial de Basquetebol 1963 Brasil: título para os anfitriões

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1963, Brasil: Brasil

   
   
         
         
         
    1ªfase Isento  
    Fase Final Porto Rico 62-55
      Itália 81-62
      Jugoslávia 90-71
      França 77-63
      União Soviética 90-79
      EUA 85-81
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

Quarta edição do Campeonato do Mundo de Basquetebol realizada no Brasil em 1963. Os anfitriões eram os detentores do título e fizeram a festa outra vez conseguindo o bicampeonato. Não mais o Brasil foi campeão do mundo de basquetebol. Mas conta com dois ouros o que não é mau! A Jugoslávia conseguiu a sua primeira medalha neste evento a prata. Foi o prenúncio de várias conquistas! A União Soviética ao atingir o bronze também foi o seu primeiro lugar no pódio. O mesmo que se disse da Jugoslávia se pode dizer dos russos, foi a primeira de muitas. Os americanos ficaram em quarto, uma das poucas vezes que falharam as medalhas. Como era hábito na altura nas modalidades não houve uma final para decidir o título. Fazia-se uma primeira fase de grupos que apurava para um grupo final onde quem ganhasse mais jogos era campeão. O Brasil como país organizador ficou diretamente apurado para a fase final. Aí, venceu os seis jogos e sagrou-se pela segunda vez campeão mundial.

 

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