III Mundial de Andebol, 1958, RDA: bi para a Suécia

 

 

 

 

 

1958-RDA: Suécia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Espanha 31-11
      Polónia 19-14
      Finlândia 27-16
    2ªfase (Grupo 2) [Polónia 19-14]-resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Jugoslávia 26-9
      Dinamarca 13-12
    FINAL Checoslováquia 22-12
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

A terceira edição do Mundial de Andebol teve lugar na RDA em 1958. A Suécia revalidou o título. A primeira seleção a vencer dois consecutivos. Só seria campeã novamente nos anos 90. Um título sem derrotas. Caminhou duas fases de grupo sem perder e apenas teve complicações no jogo com a Dinamarca, onde venceu por 13-12. Na final, uma vitória esclarecedora por dez golos de diferença diante da Checoslováquia. Relembre-se que o formato deste campeonato passava por duas fases de grupo, onde na segunda destas, o vencedor de cada grupo, tinha dois, disputava a final com o primeiro classificado do outro. Os segundos de cada grupo competiam pelo bronze.  O bronze foi para a Alemanha, campeã em 1938. A Dinamarca ficou em quarto lugar. Os dinamarqueses são os líderes dos quarto classificados, pois, ficou aqui por seis vezes, última em 2009. A Checoslováquia, medalha de prata, estava a preparar a festa que teria no futuro.

 

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Portugal campeão europeu de sub-19 em 2018

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2018-Finlândia: Portugal    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Noruega 3-1
      Itália 2-3
      Finlândia 3-0
    Meias-finais Ucrânia 5-0
    FINAL Itália 4-3 a.p.
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Portugal foi campeão europeu de sub-19 pela quarta vez na Finlândia em 2018. É o primeiro título desde que a UEFA fez a mudança de sub-18 para sub-19 em 2003. Depois das finais perdidas de 2003,2014 e 2017 finalmente a vitória. Um percurso na primeira fase onde se deu uma derrota diante da Itália, de resto, duas vitórias relativamente tranquilas diante da Noruega e o país anfitrião da Finlândia. Nas meias-finais jogo resolvido à meia-hora de jogo, já que o resultado era um inesperado cinco a zero frente à Ucrânia. Inesperado porque aos 30 minutos já estava cinco a zero! Numa das mais empolgantes finais da história deste evento, Portugal bateu a Itália por 4-3, após prolongamento, vingando a derrota de 2003.

Este foi o quarto título: 1961,1994,1999 e 2018. Junta-se a isso mais oito finais perdidas: 1971,1988,1990,1992,1997,2003,2014 e 2017. Um palmarés rico para o registo histórico de Portugal neste torneio. Além disto, ainda teve os dois melhores marcadores do torneio: Trincão e João Filipe, ambos com cinco golos. O treinador Hélio tem a particularidade de como jogador ter sido campeão mundial de sub-20 em 1989 e agora como treinador o título dos sub-17 em 2016 e agora o dos sub-19 em 2018. Para concluir, este triunfo também apurou esta seleção para o Mundial de sub-20 em 2019, na Polónia.

 

XX Europeu de Voleibol, 1997, Holanda: título para a Holanda

Finalmente! Após ter estado, desde o final da década de 80, tantas vezes perto de conquistar este troféu, a Holanda, em casa, sagrou-se campeã europeia de voleibol. Em 1996, já tinham chegado ao ouro olímpico, finalmente acrescentaram este troféu ao seu palmarés. Era a geração de ouro do voleibol masculino da Holanda. Nem antes, nem depois desta década de 90, tiveram outra que sequer se comparasse. Continuam a qualificar-se para torneios deste cariz, mas muito longe de alcançarem fases decisivas. Este ainda é algo que não foi repetido pela Holanda, o seu único título europeu. Custou muito! Mas conseguiram. Só faltou o Mundial, onde em 1994 atingiram a final, mas perderam com a sua besta negra a Itália. Durante este torneio, não teve adversário à altura, só cedeu um set, na final com a Jugoslávia. E a vitória nas meias-finais diante da Itália deve ter sabido bem, tantas desilusões que tiveram contra este antagonista. A Holanda em 1997 foi campeã europeia, espera-se por outra geração que volte a por esta nação na luta por títulos.

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1997: Holanda: Holanda
   
 
 
  1ªfase (Grupo 2) Finlândia 3-0 (15-3,15-7,15-2)
  Ucrânia 3-0 (15-6,15-10,15-1)
  República Checa 3-0 (15-7,15-2,15-6)
  França 3-0 (16-14,15-6,15-5)
  Bulgária 3-0 (15-3,15-9,15-11)
  Meias-finais Itália 3-0 (15-9,15-6,15-13)
  FINAL Jugoslávia 3-1 (15-11,10-15,15-10,15-9)
 
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XX Europeu de Basquetebol 1977, Bélgica: tri para a Jugoslávia

1977: Bélgica: Jugoslávia
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Espanha 79-76
  Finlândia 88-80
  Bélgica 111-83
  Holanda 111-75
  Checoslováquia 103-111
  Meias-finais Itália 88-69
  FINAL URSS 74-61
 
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

A Jugoslávia era bicampeã europeia aqui, em 1977, na Bélgica fez o tri. Depois da hegemonia soviética veio a jugoslava. Seria a partir da década de 70 que este país começou a afirmar-se como uma potência do basquetebol europeu e mundial. Na primeira fase de grupos cedeu uma derrota diante da Checoslováquia. Não foi muito penalizante pois já tinha o apuramento garantido quando se chegou a esse encontro. Depois nas meias-finais uma vitória fácil diante da Itália. Na final, contra os anteriores dominadores deste evento, a União Soviética, uma vitória surpreendentemente fácil, treze pontos de diferença, chegando assim ao seu terceiro título europeu de basquetebol. Não seria o último. Finalmente, os russos tinham um oponente à altura, embora este não deixariam que isto ficasse assim nas próximas edições do torneio.

 

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XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XVI Europeu de Voleibol Feminino, 1989, RFA: título soviético

Depois de terem perdido o título, em 1987, para a RDA, a União Soviética voltou a conquistá-lo. Não teve oposição até à final, já que, chegou lá sem ceder um único set. Um passeio até ao jogo decisivo, mostrando, que ainda eram uma potência da modalidade, à altura, provavelmente a seleção mais forte da Europa e uma das melhores do Mundo. Na final, diante da RDA, as coisas não foram assim tão simples. Cederam um set, o primeiro, e venceram os três seguintes, mas todos decididos nas vantagens (16-14,15-13,15-13). Assim, alcançaram mais um título europeu de voleibol feminino a juntar ao seu vasto palmarés. As conquistas, ao contrário da equipa masculina da Rússia, continuaram após o fim da URSS. Nos homens só um título após isso. Na equipa feminina seis, o que demonstra o lugar da Rússia no panorama internacional desta modalidade.

 

 

1989, RFA: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Turquia 3-0 (15-5,15-9,15-8)
      Roménia 3-0 (15-7,16-14,16-14)
      Jugoslávia 3-0 (15-12,17-16,15-8)
      Finlândia 3-0 (15-3,15-1,15-7)
      RFA 3-0 (15-9,15-7,15-4)
    Meias-finais Itália 3-0 (15-10,15-7,15-8)
    FINAL RDA 3-1 (8-15,16-14,15-13,15-13)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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XVII Europeu de Voleibol, 1991, Alemanha: título soviético

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1991, Alemanha: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Suécia 3-0 (15-5,15-13,15-13)
      Polónia 3-0 (16-14,15-11,15-6)
      Finlândia 3-0 (15-12,15-7,15-11)
      Grécia 3-1 (10-15,15-9,15-2,15-6)
      Alemanha 3-0 (15-13,15-11,15-13)
    Meias-finais Holanda 3-0 (15-8,15-8,15-8)
    FINAL Itália 3-0 (15-11,17-16,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Neste Europeu ocorreu o fim de uma era. A União Soviética estava a aproximar-se do fim. Este foi a sua última aparição como país unido num Campeonato da Europa. Em 1993, já se tinha subdividido em várias nações. Como tinha acontecido até então, o título não lhe escapou. Um troféu conquistado sem grandes aflições, só cedeu um set em sete jogos, o que demonstra o domínio neste evento de 1991, na Alemanha. Ao vencer a Itália na final estava-se a dar a passagem do testemunho, pois, apesar desta derrota na final, seriam os italianos a dominar a década de 90 do voleibol internacional. A única coisa que não ganharam foi os Jogos Olímpicos. De resto: Liga Mundial, tricampeã do Mundo (1990,1994,1998) e vários Europeus.

Este título também foi um marco. Desde o fim da União Soviética, os russos, potência colonizador desse país, só venceram mais um Europeu, o de 2013. Isto mostra que a Rússia ainda tem muito a percorrer para se equiparar às equipas da URSS dos anos 60,70 e 80.

XV Europeu de Basquetebol, 1967, Finlândia: título soviético

1967-Finlândia: URSS:
 
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Israel 93-65
  RDA 83-67
  Hungria 85-54
  França 108-52
  Grécia 82-41
  Bulgária 84-61
  Itália 105-91
  Meias-finais Polónia 108-68
  FINAL Checoslováquia 89-77
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

O Eurobasket de 1967 realizou-se na Finlândia. Com um formato diferente de edições transatas, já que, previa uma final, em vez de um grupo final, onde fosse campeão quem ganhasse mais jogos. Mais uma vez um triunfo sem quaisquer contestações. O jogo mais renhido foi o da final, vitória por doze pontos, frente à Checoslováquia, que foi a surpresa do torneio. Nada a dizer tendo em vista este título para a União Soviética. Parecia que era um domínio sem fim, os anos 70 desmentiriam essa ideia.

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XIII Europeu de Basquetebol, 1963, Polónia: festa soviética

A Polónia, em 1963, albergou a 13ªedição dos Campeonatos Europeus de Basquetebol. Um formato com o título a ser decidido numa final, algo, então, pouco comum. Nesses tempos, muitas vezes, o troféu era atribuído após uma poule final.

Mesmo com tudo a ser definido após um jogo, a União Soviética fez ou continuou a prevalecer neste tipo de evento. Nenhuma derrota, vitórias mais ou menos descansadas, sendo que o jogo mais equilibrado foi frente aos anfitriões, na primeira fase, com um triunfo por dez pontos. Nada  a dizer quanto à justeza deste título europeu conquistado pelos russos.

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1963-Polónia:
URSS
   
    1ªfase

(Grupo B)

Finlândia 75-53
  Polónia 64-54
  RDA 76-52
  Roménia 64-54
  Checoslováquia 96-56
  França 77-59
  Espanha 106-64
  Meias-finais Hungria 89-51
  FINAL Polónia 61-45
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro

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