XVIII Europeu de Basquetebol, 1973, Espanha: título para a Jugoslávia

1973, Espanha: Jugoslávia    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Espanha 65-59
      Grécia 84-68
      Bulgária 76-65
      Itália 73-71 a.2p.
      França 80-70
    Meias-finais Checoslováquia 96-71
    FINAL Espanha 78-67
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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No Europeu de 1973, na Espanha, este teve um vencedor diferente: a Jugoslávia. E teve outro fator diferente a União Soviética não chegou à final. Esta foi uma final sem os soviéticos, algo que já não acontecia há muito tempo. Curiosamente, o primeiro encontro do torneio na fase de grupos frente aos anfitriões, a Espanha, foi o mesmo do jogo decisivo do torneio o Jugoslávia e Espanha. E o que daí adveio foi o mesmo vitória para os jugoslavos. Se na fase de grupos era apenais mais um jogo, na final deu o título à Jugoslávia. Algo que este país já procurava. De resto, vitória em todos os jogos, uns com mais dificuldades, outras com menos, mas triunfos. Até à final, onde bateu o país anfitrião somando assim o seu primeiro troféu e começando uma hegemonia que dominou a restante década de 70.

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XVII Europeu de Basquetebol, 1971, RFA: título para URSS

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1971, RFA: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Roménia 83-55
      RFA 91-54
      Espanha 118-58
      França 75-63
      Polónia 94-73
    Meias-finais Itália 93-66
    FINAL Jugoslávia 69-64
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Eurobasket de 1971 disputou-se na Alemanha Ocidental e mais uma vez o vencedor foi a União Soviética. Um percurso imaculado, sem derrotas, com vitórias por mais de vinte pontos, exceto na final, com um triunfo apertado diante da Jugoslávia, cinco pontos; e também outro frente à França por doze pontos, na fase de grupos. Ou seja, além destes dois jogos, sempre diferenças superiores a vinte pontos. Nada a dizer quanto à justeza deste título; mais um para os russos. Serie o fim de uma hegemonia. No Europeu seguinte o troféu seria para a Jugoslávia. No entanto, foi uma série de europeus consecutivos conquistados que não mais seria igualada.

IX Taça das Confederações, 2013, Brasil: tri para o Brasil

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Após 64 anos, o Brasil iria organizar o Mundial de 2014. Antes disso, tinha a seu cargo a Taça das Confederações de 2013. Uma competição muito grata para os brasileiros, já que, tinham vencido as últimas duas e tinham mais um triunfo em 1997, isto é, em sete edições, três títulos. Em casa seriam capazes de somar mais uma e conquistá-la pela quarta vez, terceira consecutiva?!

Como é apanágio neste evento havia sempre uma surpresa, uma seleção que chegava longe que não era apontada como favorita. Neste, isso não aconteceu. Todos os semifinalistas tinham não só títulos mundiais no palmarés, como eram tidos como possíveis vencedores disto. O leque dos quatro eram: Brasil, Uruguai, Espanha e Itália. Todos com variadíssimos títulos.

O Brasil desta vez não facilitou e ganhou todos os jogos. O mais equilibrado foi nas meias-finais frente ao Uruguai, onde triunfou por 2-1. Os outros todos ganhos por dois ou mais golos. Na final arrasou a Espanha, 3-0. Um triunfo inquestionável neste evento. Ganhou todos os jogos. Em oito edições da Taça das Confederações, os brasileiros triunfaram em quatro, metade. O que demonstra bem o seu domínio. Até porque, conquistaram as últimas três (2005,2009,2013), um record dificilmente igualável.

2013-Brasil: Brasil
   
 
 
  1ªfase (Grupo A) Japão 3-0
  México 2-0
  Itália 4-2
  Meias-finais Uruguai 2-1
  FINAL Espanha 3-0
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

VIII Taça das Confederações, 2009, África do Sul: novo triunfo brasileiro

2009-África do Sul: Brasil
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Egipto 4-3
  EUA 3-0
  Itália 3-0
  Meias-finais África do Sul 1-0
  FINAL EUA 3-2
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

A África do Sul tornou-se em 2009 no primeiro país africano a receber uma prova FIFA a nível sénior. Assim, organizou a Taça das Confederações em 2009 e no ano seguinte receberia o Mundial de 2010.

Como é característico neste evento houve surpresas. Uma dessas foi a presença do país anfitrião nas meias-finais. Mas a maior de todas foi a vitória dos EUA, nessa fase da prova, frente à Espanha, qualificando-se para a final. Mais uma vez aqui algo de escandaloso.  Aqui já todas as confederações tiveram pelo menos uma equipa na final ao longo da história da Taça das Confederações.

O Brasil somou mais uma, a terceira vitória. Ao contrário de em 2005, onde tiveram dificuldades para sair da fase de grupos, aqui foram justos vencedores e não enfrentaram problema de maiores, entretanto, disputou-se um jogo épico contra o Egipto, triunfo por quatro a três, de resto duas goleadas.

Nas meias-finais um jogo mais difícil sobre o país anfitrião, vitória por um zero. Na final, os americanos estiveram a ganhar por dois a zero, mas o Brasil deu a volta e festejou o título revertendo o marcador para três a dois. Terceiro título para os brasileiros que o colocam como o mais titulado da Taça das Confederações, ultrapassando a França que tinha também dois.

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18 anos depois, novo título: Europeu 2016, Hóquei em Patins

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Depois de derrotas traumatizantes, especialmente, em casa, em 2012; e após um longo jejum, desde o Mundial de 2003, que não ganhava nada, Portugal voltou a festejar. O título mundial tinha sido em Oliveira de Azeméis, esta conquista, foi aí também. Parece ser uma cidade talismã para os portugueses, de novo, em 2016.

Tal como em 2003, a Espanha foi eliminada nas meias-finais. Tal como em 2003, frente à Itália. É verdade que a campeã em título era a Itália e que os castelhanos estão num período de transição, mas não deixa de ser uma coincidência engraçada.

Portugal teve um autêntico passeio até à final. Se as vitórias frente à Suíça e a Áustria eram esperadas, mais golo menos golo, a clareza do triunfo frente à Espanha (6-1), foi um bocado surpreendente. Depois, nova vitória nos quartos, sem discussão, diante a Inglaterra. Nas meias, o mesmo, à Suíça que tinha derrotado a França, nos quartos, onde causou alguma surpresa.

A final do Mundial de 2003 foi decidida no prolongamento, com um golo de Pedro Alves. Em 2016, não se chegou a isso. Portugal teve uma primeira parte desastrosa, mas fez uma segunda excecional, vencendo a final por 6-2. 18 anos depois novamente campeões europeus. Treze anos depois conquistou novamente algo, na mesma cidade. Espera-se pelo Mundial do próximo ano para ver até onde pode ir esta geração.

2016-Portugal: Portugal:
 
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Suíça 8-0
  Espanha 6-1
  Áustria 14-1
  Quartos-de-final Inglaterra 12-0
  Meias-finais Suíça 8-0
  FINAL Itália 6-2
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

 

 

 

 

 

 

Portugal chega ao 3ºlugar no Europeu de 2012, Polónia/Ucrânia

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2012-

Polónia/Ucrânia

     
Portugal      
         
Fase de qualificação:        
    Grupo H Chipre 4-4
      Noruega 0-1*
      Dinamarca 3-1
      Islândia 3-1*
      Noruega 1-0
      Chipre 4-0*
      Ìslândia 5-3
      Dinamarca 1-2*
    Play-off Bósnia 0-0*/6-2
         
Fase final:   1ªfase (Grupo B) Alemanha 0-1
      Dinamarca 3-2
      Holanda 2-1
    Quartos-de-final República Checa 1-0
    Meias-finais Espanha 0-0/2-4 g.p.
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Pela segunda vez na história dos Europeus, este foi realizado no Leste Europeu depois de o de 1976, albergado pela antiga Jugoslávia. Os escolhidos para receber esta prova em 2012 foram a Polónia e Ucrânia. Uma organização conjunta. A Espanha, no fim, tornou-se na primeira seleção a vencer dois euros consecutivos, igualando a Alemanha, que, também, tinha ganho três, embora não consecutivamente. Portugal apurou-se com dificuldade, só no play-off, aí foi muito bom, vencendo a Bósnia, em casa, por 6-2.

Carlos Queiroz foi afastado da equipa nacional num processo que demorou demasiado tempo a ficar resolvido. Após isso, Paulo Bento assumiu a seleção, já com uma empate, surpreendente, frente à Chipre, a quatro e uma derrota com a Noruega. Seguiram-se cinco vitórias consecutivas, até à derrota no último jogo, frente à Dinamarca, que nos atirou para o play-off. Aí, fomos quase perfeitos, cilindrando a Bósnia, por 6-2, na segunda mão, no Estádio da Luz.

Na fase final, os lusitanos não tiveram sorte no sorteio, caindo no grupo da morte, com a Alemanha (então vice-campeã europeia), a Holanda (então vice-campeã mundial) e a Dinamarca que tinha ficado à nossa frente na fase de qualificação. Começaram com uma derrota mínima frente à Alemanha, seguiu-se um jogo empolgante e uma vitória contra os dinamarqueses por 3-2 e no fim, mais um triunfo diante da Holanda por 2-1, que nos qualificou para os quartos.

Nos quartos-de-final, num jogo de sentido único, um golo de Cristiano Ronaldo, a dez minutos do fim deu a qualificação para as meias-finais. Num jogo tão importante, diante da Espanha, nada os separou e só ficou decidido nas grandes penalidades, onde os espanhóis foram mais felizes.

Sem dúvida uma boa campanha! Mas era a terceira derrota, em quatro possíveis, em meias-finais de Europeus. Começava a cheirar a maldição! Quatro anos depois, seria o delírio!

A Espanha venceu pela terceira vez (1964,2008,2012), tornando-se no primeiro país a ganhar dois eventos seguidos e igualou a Alemanha com três taças. Na final humilhou a Itália por 4-0, a maior diferença em finais dos Europeus, fazendo ainda mais história do que já tinha feito.

XIV Europeu de Futebol, 2012, Polónia/Ucrânia: novo triunfo dos espanhóis

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ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
Polónia/Ucrânia 2012:      
Espanha      
    1ªfase, Grupo C Itália 1-1
      República Irlanda 4-0
      Croácia 1-0
    Quartos-de-final França 2-0
    Meias-finais Portugal 0-0/4-2 g.p.
    FINAL Itália 4-0
         
 Onze principal: Casillas; Arbeloa, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Xavi, Busquets e Xabi Alonso; David Silva (Pedro Rodríguez), Fábregas (Fernando Torres) e Iniesta (Mata)
         
Marcha do marcador: 1-0, por David Silva (14m); 2-0, por Jordi Alba (41m); 3-0, por Fernando Torres (84m); 4-0, por Mata (88m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

Mais um Europeu com dois países organizadores: Polónia e Ucrânia. Isto foi em 2012. Pela primeira vez desde 1976, então, na ex: Jugoslávia, se realizou no leste europeu. Este foi uma prova sem grandes surpresas, mas, fez-se história de duas maneiras: a Espanha tornou-se no primeiro país a ganhar duas edições consecutivas; e, na final, golearam a Itália por 4-0, resultado mais desnivelado numa final deste campeonato.

A Espanha classificou-se em primeiro no seu grupo, cedendo um empate frente à Itália. Depois, um passeio no segundo encontro contra a Irlanda e, por fim, um nervoso 1-0, pois a Croácia se vencesse também se qualificaria. Nos quartos, vitória tranquila diante da França. Portugal nas meias-finais levou os espanhóis ao limite, só cedeu nas grandes penalidades. Na final, a melhor exibição de uma seleção numa final de um Campeonato da Europa, o tiki taka esmagou os italianos por 4-0. Melhor, quase impossível! Essa final teve a participação de Pedro Proença como árbitro, algo inédito na arbitragem portuguesa.

Não houve grandes surpresas, as meias-finais não apresentaram qualquer participação inesperada. De realçar a presença da Grécia e da República Checa nos quartos-de-final. Desta vez, ao contrário de edições recentes, não conseguiram causar sensação, sendo eliminados pela Alemanha e Portugal. A Holanda eliminada na fase de grupos talvez tenha sido o que maior escândalo causou. Isto não se verificava desde o Europeu de 1980, na Itália, primeiro com fase de grupos.

Portugal começou mal o Europeu, com uma derrota injusta frente à Alemanha. Depois duas vitórias, contra a Dinamarca e a Holanda, tendo mesmo desperdiçado uma vantagem de dois golos frente aos nórdicos. Mesmo assim, conseguiu vencer, com um golo de Varela. Nos quartos, desta vez, não houve chapéus, e conseguiu-se a vitória com um golo de Cristiano Ronaldo perto do fim. As meias, ficaram decididas na lotaria das grandes penalidades, onde, a Espanha foi mais feliz. Não deixou de ser uma boa participação: ficaram nas quatro melhores seleções da Europa.

XIII Europeu de Futebol, 2008, Áustria/Suíça: título espanhol

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ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
Áustria/Suíça 2008:      
Espanha      
    1ªfase, Grupo D Rússia 4-1
      Suécia 2-1
      Grécia 2-1
    Quartos-de-final Itália 0-0/4-2 g.p.
    Meias-finais Rússia 3-0
    FINAL Alemanha 1-0
         
 Onze principal: Casillas; Sergio Ramos, Marchena, Puyol e Capdevila; Marcos Senna, Iniesta, Xavi, Fabregas e Silva (Cazorla); Fernando Torres (Guiza)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Fernando Torres (33m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

Marcado para a Áustria e a Suíça, a Espanha pôs fim a um interregno de 44 anos sem ganhar nada. Parecia maldição. Mas, em 2008, no Europeu, o tiki-taka pôs fim a isso. Um golo, na final, de Fernando Torres bastou para conquistarem o ceptro europeu. Isto foi o início da melhor geração de sempre do futebol espanhol.

Uma primeira fase concluída com três vitórias em três jogos. De seguida, o jogo mais difícil de todo o torneio para a seleção espanhola: só nas grandes penalidades, nos quartos-de-final, é que conseguiu eliminar a Itália. Nas meias, tal como na fase de grupos, outra goleada e triunfo tranquilo frente à Rússia. Na final, o golo de Torres bastou para derrotar a Alemanha.

As surpresas deste torneio foram a Turquia (que na fase de grupos perdeu contra Portugal) e a Rússia que chegaram às meias-finais. Para os turcos foi a melhor prestação de sempre. Para os russos foi a melhor desde o fim da União Soviética. Contudo, antes desse facto, a URSS, tinha chegado à final do Europeu de 1988, onde perdeu aí contra a Holanda. Relembre-se que este país venceu o primeiro Europeu da história, em 1960, na França.

Portugal teve uma prestação razoável: ganhou o seu grupo com vitórias nos primeiros dois jogos, garantido logo aí esse factor, a derrota contra a Suíça não contou para nada, nem para os lusitanos nem para os suíços. Nos quartos-de-final calhou a Alemanha, que tinha ficado em segundo no grupo, em virtude de ter perdido com a Croácia. Um jogo infeliz do guarda-redes Ricardo eliminou os portugueses, derrotados por 3-2.

 

 

 

VIII Europeu de futebol, 1988, RFA: título para a Holanda

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
RFA 1988:      
Holanda      
    1ªfase, Grupo B URSS 0-1
      Inglaterra 3-1
      República Irlanda 1-0
    Meias-finais RFA 2-1
    FINAL URSS 2-0
         
 Onze principal: Van Breukelen; Van Aerle, Rijkaard, R.Koeman e Van Tiggelen; Vanenburg, Wouters, E.Koeman e E.Mühren; Gullit e Van Basten
         
Marcha do marcador: 1-0, por Gullit (33m); 2-0, por Van Basten (54m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

O Europeu 1988 realizou-se na RFA. Finalmente a Holanda venceu alguma coisa, isto é, foi campeão europeia. Realce também para a URSS que chegou à final, aí, foi derrotada. Foi a última demonstração de força deste país que pouco tempo depois desta prova se fragmentou.

A Holanda que não se tinha qualificado para o Mundial de 1986 e o Europeu de 1984, não entrou bem neste torneio, sendo vencida pela União Soviética no primeiro jogo (teria a sua vingança na final). Depois um hat-trick de Van Basten chegou para afastar os ingleses, que aqui perderam qualquer hipótese de se qualificar, já que, tinham perdido surpreendentemente,frente à República Irlanda no primeiro jogo.

O último encontro frente aos irlandeses era decisivo para ambos porque estes só precisavam do empate para se apurarem. Um golo com alguma sorte deu a vitória à laranja mecânica e assim seguiu em frente.

Nas meias-finais, mais uma vingança frente à RFA. No Mundial de 1974, neste país, Holanda perdeu na final frente a estes. Assim, 14 anos depois deram a sua retribuição, eliminando-a nas meias-finais, com um golo de Van Basten, perto do fim do jogo.

Na final, também, contra outra sensação do torneio, os russos, um grande e inesquecível golo de Van Basten, melhor marcador desta prova, com cinco golos, deu uma vantagem de dois golos e como os soviéticos ainda falharam uma grande penalidade, o título ficou entregue.

Portugal devido a um diferendo entre os jogadores e a direção da Federação, após o Mundial de 1986, no México, nos primeiros jogos teve que apresentar as segundas escolhas. Obviamente, num grupo complicado com Suécia, Itália e Suíça, isto paga-se. Ao fim de quatro jogos já estava fora da corrida, com um empate escandaloso em casa, frente à Malta. O próprio selecionador Rui Seabra, nem curso de treinador tinha. Acabamos em terceiro lugar no grupo, bem longe do primeiro a Itália, que assim se apurou.

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