VC Viana 11ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O VC Viana ficou em 11ºlugar em 2018-19, na I Divisão de Voleibol. Tem três presenças na I Divisão, entre 2016-17 e 2018-19. A melhor classificação foi obtida no primeiro ano, um nono lugar em 2016-17. Seguiu-se um 12ºlugar em 2017-18 e ficou em 11º em 2018-19. Nunca chegou à final da Taça de Portugal ou participou em competições europeias. Um lugar nos oito primeiros deve ser o objetivo da época.
Nos escalões secundários tem um palmarés com algumas conquistas interessantes. Venceu a II Divisão por duas vezes: 2008-09 e 2015-16. No primeiro caso, este campeonato era na verdade a terceira divisão. A partir de 2011-12, voltou ao que sempre foi, o segundo escalão do voleibol português. A A2 foi extinta. A estes, junta três títulos da III Divisão: 1995-96, 2006-07 e 2013-14. Não tem qualquer troféu nacional nas camadas jovens.

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SC Caldas, 12ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O SC Caldas ficou em 12ºlugar no Campeonato de Voleibol de 2018-19. Não confundir com o Caldas Sport Clube que tem alguns registos interessantes no futebol. São da mesma cidade, mas, clubes distintos. No caso do SC Caldas vou falar um pouco sobre a sua história no voleibol. Tem nove presenças na I Divisão: 2009-10, 2011-12 a 2018-19. A melhor classificação de sempre foi um quinto lugar em 2015-16. Nunca chegou a qualquer final da Taça de Portugal. Ficou nos oito primeiros entre 2012-13 e 2017-18. Este ano esse será o objetivo.
Curiosamente tem dois títulos nas divisões secundárias num campeonato que já não existe, isto é, a A2. Foi uma competição que decorreu entre 1997-98 e 2010-11 e era o segundo escalão do voleibol, com algumas variações. O SC Caldas foi o seu último campeão em 2010-11 ao que se junta o de 2008-09. Não tem troféus nas camadas jovens também.
Em 2018-19 o SC Caldas teve a sua única experiência nas competições da CEV, isto é, competições europeias, chegando à 3ªeliminatória da Taça Challenge.

Clube K, 13ºclassificado da I Divisão de Voleibol 2018-19

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O Clube K, foi 13º classificado da I Divisão de Voleibol em 2018-19, escapou da descida num play-off com o 2ºclassificado da II Divisão, Fiães. É um clube açoriano o que traz sempre alguns problemas. Estreou-se na I Divisão de Voleibol em 2008-09, tendo sido despromovido, após acabar em 12º e último classificado, depois da disputa dos play-offs, para os clubes que ficavam fora dos oito primeiros, que iam apurar o campeão. Nessa altura, não era um campeonato de todos contra todos como agora, mas sim, eliminatórias a melhor de 3, o 9º com o 12º e o 10º com o 11º. Os derrotados iam decidir quem descia, em novo emparelhamento a melhor de 3. A esta presença, seguiram seis mais: 2010-11, 2012-13 a 2014-15, 2017-18 e 2018-19, isto é, conta com sete presenças no principal escalão desta modalidade. A melhor classificação de sempre foi um nono lugar em 2012-13.
Não tem qualquer título nacional nas camadas jovens nem foi alguma vez à final da Taça de Portugal e Supertaça no masculino. Porém, conquistou alguns troféus de divisões inferiores. Um desses é o Campeonato da A2 que já não existe e que decorreu entre 1997-98 e 2010-11. Era o segundo escalão durante esse período com algumas variações. Aqui o Clube K festejou em 2007-08 e 2009-10. Extinto este campeonato e com a II Divisão a voltar a ter o mesmo estatuto que exceto esses anos teve, isto é, segundo nível do voleibol português, aqui o clube açoriano soma três: 2003-04, 2011-12 e 2016-17. Em 2003-04 era o terceiro escalão em virtude da A2. Nos outros dois anos já não o era.

Clubes na I Divisão de Voleibol, 2019-20: Nacional Ginástica

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Parece que em Portugal se confunde desporto com futebol! Esta modalidade não é a única do país! Deve-se dar atenção a todas! Por isso, é que faço a apresentação aqui dos 14 clubes que vão disputar a I Divisão de Voleibol.
O primeiro clube é o único promovido, campeão da II Divisão, Nacional Ginástica que 11 anos depois regressa aos grandes. Será a sua 15ªpresença. As épocas em que competiu aqui foram: 1966-67 a 1968-69, 1971-72 a 1973-74, 1975-76, 1978-79 e 1979-80, 1982-83 e 1983-84, 1995-96 e 1996-97, 2007-08. A melhor classificação foi um quinto lugar em 1971-72. Não chegou a qualquer final da Taça Portugal. Será uma época onde tentará não descer; se tudo correr bem, talvez mais qualquer coisa, um lugar nos oito primeiros.
Apesar de não ter títulos nas 3 provas mais importantes do Voleibol: Campeonato, Taça de Portugal e Supertaça, ganhou outros de alguma importância. O primeiro é o campeonato da A2 em 2006-07. Já não existe esta prova. Decorreu entre 1997-98 e 2010-11. Então era o segundo escalão do voleibol. Nas primeiras edições os dois primeiros entravam na segunda fase da A1 (agora I Divisão), na Série dos Últimos. Depois acabou-se com isso e passou a ser um segundo escalão normal. Optou-se por acabar com ela em 2011 e voltar ao que tinha sido tradição. É nessa cultura que o Nacional Ginástica tem três títulos da II Divisão: 1965-66, 1994-95 e 2018-19. Para fechar este palmarés a equipa B deste clube venceu a III Divisão em 2014-15 e 2015-16.
Para fechar, falemos dos escalões de formação. Não tem títulos máximos em seniores, mas nas camadas jovens foi campeão de Juniores em 1964-65 e 1966-67. O Nacional Ginástica, clube com poucos recursos, mas que é definitivamente um dos históricos desta modalidade.

 

XXIII Europeu de Voleibol, 2003, Alemanha: título para os italianos

 

 

 

 

2003- Alemanha: Itália

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) República Checa 3-1 (25-19,25-21,22-25,25-23)
      Espanha 3-0 (25-16,25-22,25-16)
      França 3-1 (25-21,17-25,26-24,25-20)
      Eslováquia 3-0 (25-14,25-12,25-15)
      Alemanha 3-0 (25-17,25-20,25-19)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-18,25-18,25-16)
    FINAL França 3-2 (25-18,40-42,25-18,27-29,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Está a decorrer a fase decisiva do Europeu de Voleibol Feminino e em breve começará o Masculino, onde Portugal vai estar presente pela quinta vez. Aqui falo do percurso da Itália rumo ao título, no Eurovolley de 2003, na Alemanha. Fez uma primeira fase com cinco jogos, cinco vitórias, cedendo apenas dois sets.  A Rússia nas meias-finais foi trucidada, perdeu em três partidas e em nenhuma delas chegou aos vinte pontos. Na final, num jogo espetacular, ao cabo de cinco sets, a Itália fez a festa diante da França. Foi o quinto título da história italiana neste evento.  Para a França, 16 anos depois, igualava o que era à altura a sua melhor prestação, a prata.  A Rússia conseguiu o bronze pela quinta e última vez no seu historial. A Sérvia e Montenegro ficou pela única vez no seu palmarés em quarto lugar.

 

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XXIII Europeu de Voleibol Feminino, 2003, Turquia: primeiro para a Polónia

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Está a decorrer o Europeu de Voleibol Feminino de 2019. Portugal participa pela primeira vez. Tentará o difícil apuramento para os oitavos. Tem outra novidade, conta com 24 seleções.  Uma das nações favoritas ao título é a Polónia. Em 2003, na Turquia, obteve o seu primeiro título, depois de quatro segundos, quatro terceiros e até um quarto lugar. O seu jogo mais fácil foi o da final. A Turquia acusou a pressão e foi batida em três sets e em nenhum deles sequer chegou aos 20 pontos. As polacas, nos seis jogos anteriores, não tinham vencido nenhum em só 3 partidas, na final, não deram hipóteses. Para as turcas foi a sua primeira medalha. O melhor que tinha feito até então era um nono lugar em 1995 e esta era apenas a sua sexta presença neste certame. Desde 2003, não falharam qualquer edição do Europeu, embora, ainda não tenham repetido este segundo lugar.  12 anos depois a Alemanha chegava ao bronze, seria preciso mais uma década para melhorar isto. Para a Holanda foi o único quarto lugar da sua história.

 

 

 

 

2003- Turquia: Polónia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) Holanda 3-2 (25-22,25-19,32-34,23-25,15-5)
      Ucrânia 3-1 (25-19,23-25,25-19,25-23)
      Bulgária 3-2 (25-17,25-22,22-25,20-25,15-12)
      Itália 1-3 (25-20,22-25,20-25,22-25)
      República Checa 3-1 (25-19,23-25,25-22,25-16)
    Meias-finais Alemanha 3-2 (25-23,20-25,22-25,25-22,15-9)
    FINAL Turquia 3-0 (25-17,25-14,25-17)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

1971-72 J V E D GOLOS P

1967-68, Técnico campeão de voleibol

1967-68 J V D SETS P
1-Técnico 14 12  2 39-17 26
2-FC Porto 14 12  2 39-17 26
3-Sporting Espinho 14  9  5 35-21 23
4-Leixões 14  7  7 31-35 21
5-CDUP 14  6  8 25-31 20
6-Académica 14  5  9 26-33 19
7-Benfica 14  3 11 18-37 17
8-Nacional Ginástica 14  2 12 16-38 16

 

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Agora é um nome periférico no voleibol. Poucos sabem que existe e ainda menos conhecem o seu passado glorioso nesta modalidade. No feminino a sua última presença data de 2005-06, quando acabaram em décimo e desceram de divisão. No masculino a derradeira aventura foi em 1988-89, onde se classificaram em nono e foram relegados.

É neste género que o Técnico viveu momentos inolvidáveis. Foi campeão nacional de voleibol masculino por treze vezes! Mais que FC Porto, Benfica e Sporting. Só o Sporting Espinho tem mais. Esses triunfos foram alcançados entre 1946-47, primeira edição do campeonato, e 1967-68. Em 22 épocas somaram esses troféus. Têm ainda um recorde que ninguém ainda igualou, um heptacampeonato entre 1946-47 e 1952-53. Foi o Sporting que acabou essa série. Só ganharam uma Taça de Portugal em 1966-67 por uma simples razão, como digo acima, a I Divisão começou em 1946-47, a Taça de Portugal iniciou-se em 1964-65, daí este pormenor.

No ano do seu último título não havia subidas e descidas de divisão. Fazia-se dois campeonatos regionais, Norte e Sul e os quatro primeiros de cada apuravam-se para discutir o título, fazendo-o defrontando todos a duas voltas. Foi um ano engraçado porque o Técnico e o FC Porto acabaram igualados em pontos e no somatório de sets ganhos e perdidos, mas o primeiro tinha vantagem no confronto direto com os portistas. Assim festejou o seu 13ºtítulo o que lhe permite ainda estar no segundo lugar  no ranking de clubes com mais troféus nesta modalidade. O Benfica em 1967-68 acabou em sétimo lugar, uma das piores prestações de sempre!

XXII Europeu de Voleibol Feminino, 2001, Bulgária: tricampeonato para a Rússia

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2001- Bulgária: Rússia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) França 3-0 (25-23,25-22,25-16)
      Grécia 3-0 (25-13,25-20,25-19)
      República Checa 3-0 (25-12,25-15,25-13)
      Roménia 3-0 (25-17,25-13,25-10)
      Bulgária 3-0 (25-22,25-16,25-12)
    Meias-finais Ucrânia 3-0 (25-18,25-19,25-17)
    FINAL Itália 3-2 (21-25,25-23,25-23,18-25,15-6)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

Em 2001, na Bulgária, no Europeu de Voleibol Feminino, a Rússia fez o tricampeonato. Depois de ter triunfado também em 1997 e 1999. Foi o seu 17ºtítulo. Uma prova convincente até à final já que não cedeu nenhum set até esse patamar, nem mesmo nas meias-finais. A final já foi mais complicada, só superou a Itália na negra, ao fim de cinco sets. A Itália e esta medalha de prata, na altura, era a sua melhor classificação de sempre. Ainda esperou mais uns anos para o ouro que viria nesta mesma década. A Bulgária conquistou o bronze 22 anos depois do último em 1979. Melhor que isto só título de 1981. A Ucrânia foi a sensação do torneio ao ficar em quarto lugar. Melhor só o terceiro de 1993.

 

XXII Europeu de Voleibol 2001 República Checa: primeiro título para a Jugoslávia

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Ao fim de quatro terceiro lugares, dois em 1995 e 1999, a Jugoslávia, à altura, campeã olímpica, venceu o Europeu de 2001, de voleibol. Apenas perdeu uma vez na sua caminhada rumo ao título. Essa derrota não teve grandes complicações pois ocorreu no último jogo da fase de grupos quando já estava apurada. O primeiro jogo do torneio também foi renhido, superiorizando-se à França por 3-2. Nas meias-finais, diante da Rússia, e na final, contra a Itália vitória claríssimas por 3-0, festejando-se assim o seu primeiro título. Para a Itália foi a segunda vez que conseguia a prata. A Rússia pela quarta vez alcançava o bronze. A República Checa pela segunda edição seguida ficou em quarto lugar. Depois do fim da Checoslováquia, que venceu três vezes isto, são as suas melhores classificações.

 

 

 

 

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2001- República Checa: Jugoslávia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) França 3-2 (25-18,25-21,25-27,23-25,15-13)
      Polónia 3-0 (25-19,25-14,25-22)
      Hungria 3-1 (27-29,25-18,25-17,25-19)
      Itália 3-0 (25-21,25-23,27-25)
      Alemanha 2-3 (25-19,21-25,25-17,23-25,12-15)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-20,25-17,29-27)
    FINAL Itália 3-0 (25-21,25-18,25-20)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

 

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