XXII Europeu de Basquetebol Feminino, 1989, Bulgária: mais um para a União Soviética

 

 

 

1989- Bulgária: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Checoslováquia 78-75
      Itália 79-48
      Holanda 59-56
    Meias-finais Bulgária 90-71
    FINAL Checoslováquia 64-61
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Apesar de haver jogos com a União Soviética mais renhidos, os outros países já não eram atropelados quando jogavam com as russas, esta voltou a ser campeã.  Continuava a ganhar consecutivamente desde o título 1958 que fugiu para a Bulgária. Mas, já se reparava que esta hegemonia estava cada vez mais ameaçada. A Checoslováquia foi vice-campeã pela sétima vez e última, pois esta país ia ser dividido em dois no início da década de 90. Nunca foi campeã, apesar de vários lugares no pódio. A Bulgária também foi o quarto e último bronze da sua história. A Jugoslávia ficou num honroso quarto lugar pela quarta ocasião.

 

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XXII Europeu de Voleibol Feminino, 2001, Bulgária: tricampeonato para a Rússia

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2001- Bulgária: Rússia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) França 3-0 (25-23,25-22,25-16)
      Grécia 3-0 (25-13,25-20,25-19)
      República Checa 3-0 (25-12,25-15,25-13)
      Roménia 3-0 (25-17,25-13,25-10)
      Bulgária 3-0 (25-22,25-16,25-12)
    Meias-finais Ucrânia 3-0 (25-18,25-19,25-17)
    FINAL Itália 3-2 (21-25,25-23,25-23,18-25,15-6)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

Em 2001, na Bulgária, no Europeu de Voleibol Feminino, a Rússia fez o tricampeonato. Depois de ter triunfado também em 1997 e 1999. Foi o seu 17ºtítulo. Uma prova convincente até à final já que não cedeu nenhum set até esse patamar, nem mesmo nas meias-finais. A final já foi mais complicada, só superou a Itália na negra, ao fim de cinco sets. A Itália e esta medalha de prata, na altura, era a sua melhor classificação de sempre. Ainda esperou mais uns anos para o ouro que viria nesta mesma década. A Bulgária conquistou o bronze 22 anos depois do último em 1979. Melhor que isto só título de 1981. A Ucrânia foi a sensação do torneio ao ficar em quarto lugar. Melhor só o terceiro de 1993.

 

IV Campeonato do Mundo de Basquetebol Feminino, 1964, Perú: Bis para a União Soviética

Neste Mundial 1964 de Basquetebol Feminino no Perú teve como vencedora a União Soviética. Revalidaram o título conquistado em 1959 em casa. Um percurso por parte das russas imaculado. A vitória mais difícil foi no último jogo contra a Bulgária, onde triunfaram por 17 pontos! As restantes foram por mais de 17 pontos, o que demonstra o domínio das soviéticas nesta altura do basquetebol feminino. Uma coisa que raramente aconteceu no futebol, mas era normal nas outras modalidades: duas fases de grupo, na primeira apurava-se as seleções que iam discutir num grupo final o título, nesse quem mais jogos ganhasse era campeão. Foi o que aconteceu com a União Soviética, triunfou em todos os jogos e assim sagrou-se vencedora. A Checoslováquia ficou em segundo, na altura a melhor classificação de sempre, apenas igualada no futuro, nunca melhorada.  A Bulgária conseguiu o seu único bronze no historial deste evento. Os EUA ficaram em quarto, uma das suas piores prestações.

 

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1964-Perú: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo C) Japão 86-39
      Chile 91-28
      Brasil 68-50
    Fase Final Jugoslávia 73-45
      Brasil 70-47
      Checoslováquia 70-35
      Perú 80-41
      EUA 71-37
      Bulgária 72-55
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

 

 

IV Mundial de Voleibol Feminino 1962, União Soviética: título para o Japão

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O Campeonato do Mundo de voleibol feminino de 1962 realizou-se na União Soviética. As soviéticas que tinham ganho os primeiros três mundiais foram surpreendidas em casa pela seleção do Japão que assim celebrou o seu primeiro título mundial. E não se pode sequer por em causa este feito! Em nove encontros só cederam um set perante as anfitriães. De resto tudo 3-0. Assim as nipónicas foram justamente campeãs mundiais.  A prata foi para as russas, a primeira da história. O bronze pela segunda e última vez para a Polónia, depois do de 1956, não mais estiveram no pódio desde então. A Bulgária ficou com o quarto lugar também pela segunda vez, a primeira foi em 1952. Até aos dias de hoje as búlgaras ainda não fizeram igual ou melhor. Numa prova que mais uma vez não teve final e foi decidida por um grupo final onde quem ganhasse mais jogos era campeão.

 

 

 

 

 

1962, União Soviética: Japão

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo C) RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1)
      Coreia do Norte 3-0 (15-2,15-6,15-11)
      China 3-0 (15-5,15-12,15-7)
    Fase Final [RDA 3-0 (15-7,15-10,15-1] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 3-0 (15-3,15-5,15-2)
      Bulgária 3-0 (15-3,15-2,15-8)
      União Soviética 3-1 (14-16,15-7,15-11,15-3)
      Brasil 3-0 (15-4,15-2,15-4)
      Roménia 3-0 (15-2,15-0,15-1)
      Checoslováquia 3-0 (15-2,15-4,15-1)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

XXI Europeu de Basquetebol, 1979, Itália: mais um para os soviéticos

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Depois do tri jugoslavo, nas últimas três edições, a União Soviética recuperou o título. Cedeu apenas uma derrota na primeira fase de grupos diante da Espanha. De resto, venceu todos os jogos. Com maior ou menor dificuldade os russos chegaram à final contra a surpreendente Israel. Na final uma vitória concludente por 98-76 chegou para mais um troféu. Israel ficou em segundo lugar, melhor classificação de sempre e única vez que ficou nos quatro primeiros. Os melhores resultados a seguir a isto são dois quinto lugares em 1953 e 1977.  A Jugoslávia mesmo assim não saiu de mãos a abanar pois conquistou o bronze. A Itália, país anfitrião fixou-se no quarto lugar, um lugar respeitável.

 

 

 

 

 

 

1979-Itália: União Soviética

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Holanda 92-84
      Bulgária 104-71
      Espanha 90-101
    Fase Final [Espanha 90-101] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Jugoslávia 96-77
      Checoslováquia 71-66
      Israel 92-71
      Itália 90-84
    FINAL Israel 98-76
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XXI Europeu de Voleibol, 1999, Áustria: festa italiana

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Num Europeu com apenas oito seleções, dois grupos de quatro, a Itália festejou o seu quarto título. E na final venceu a nação que lhe tinha infligido uma derrota na fase de grupos. Na final teve a sua vingança, venceu a Rússia por 3-1 e festejou. Para a Rússia foi a primeira final perdida da sua história desde que este tipo de formato foi introduzido nos europeus de voleibol. A Jugoslávia somou o quarto bronze. A República Checa classificada em quarto lugar foi o melhor resultado desde o fim da Checoslováquia. Neste altura, na Europa e no Mundo quem mandava no voleibol era a Itália.

 

 

 

 

 

 

1999-Áustria: Itália

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Áustria 3-0 (25-12,25-16,25-19)
      Bulgária 3-0 (25-21,25-21,25-23)
      Rússia 1-3 (20-25,25-22,18-25,20-25)
    Meias-finais Jugoslávia 3-1 (25-17,25-22,24-26,25-22)
    FINAL Rússia 3-1 (19-25,25-17,25-22,29-27)
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

III Mundial de Basquetebol Feminino, 1959, União Soviética: título para as russas

O terceiro mundial de basquetebol feminino teve lugar na União Soviética, em 1959. Desta vez foi apenas decidido num único grupo com oito seleções, onde quem ganhasse mais jogos sagrar-se-ia campeão. Os EUA não participaram. Sem a oposição das americanas, as russas não tiveram grandes dificuldades em conquistar este título. Já dominavam a nível europeu, isto foi só juntar o útil ao agradável, o seu primeiro cetro mundial. Venceram todos os seus jogos por mais de dez pontos, o que expressa esse sinal, não houve adversários à altura. A Bulgária, ao ser segunda classificada, alcançou a sua melhor classificação de sempre, não mais superada ou igualada. A Checoslováquia conseguiu mais um pódio, o segundo bronze. A Jugoslávia obteve um honroso quarto lugar, que ainda ia demorar um tempo até ser repetido.

 

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1959-União Soviética: União Soviética

   
   
         
         
         
    Fase Final Jugoslávia 80-42
      Polónia 67-45
      Hungria 51-29
      Coreia do Sul 89-24
      Checoslováquia 59-46
      Roménia 70-39
      Bulgária 51-38
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

III Mundial de Voleibol, 1956, França: Checoslováquia campeã

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O Campeonato do Mundo de Voleibol de 1956 disputou-se na França. O campeão não foi a União Soviética que tinha ganho as primeiras duas edições deste evento. Não só isto aconteceu como ficaram em terceiro. Ainda não havia finais nesta prova. A uma primeira fase de grupos, seguia-se um grupo final com dez equipas, todos contra todos, onde quem ganhasse mais jogos alcançava o título. Foi isso mesmo que a Checoslováquia fez: triunfou nesses nove encontros e sagrou-se campeã mundial. A Roménia foi segunda, ainda, atualmente, o seu melhor resultado, igualado mais tarde, mas nunca superado. Nos dias que correm, ver os romenos em segundo numa prova deste calibre, é quase uma miragem, embora, estes tenham conquistado um Europeu nos anos 60. O terceiro classificado foi a União Soviética, a pior posição de sempre até 1956. No futuro, quer os soviéticos, quer a Rússia, depois do fim destes, fizeram provas piores, mas, à altura era assim.

Portugal estreou-se neste evento, participando pela primeira vez. Alcançou um lugar a meio da tabela, décimo quinto. Foi uma presença razoável, podia-se ter subido um ou dois lugares nesta tabela, mas não foi mau. Teríamos que esperar pelo século XXI para voltarmos a competir neste evento.

 

 

 

 

 

 

 

1956-França: Checoslováquia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) RDA 3-0 (15-5,15-4,15-7)
    Fase Final Jugoslávia 3-1 (15-9,15-13,7-15,15-6)
      Roménia 3-2 (3-15,11-15,15-9,15-2,15-3)
      China 3-0 (15-13,15-3,15-8)
      França 3-0 (15-2,15-3,15-5)
      Polónia 3-0 (15-8,15-8,15-9)
      Hungria 3-0 (15-5,15-9,15-6)
      Bulgária 3-2 (15-11,11-15,17-19,15-8,17-15)
      EUA 3-0 (15-4,15-8,15-10)
      URSS 3-2 (9-15,15-3,15-13,9-15,15-12)
         
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

II Mundial de Voleibol Feminino, 1956, França: bis para a União Soviética

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A França albergou esta segunda edição do Mundial de Voleibol feminino em 1956. A União Soviética fez o bis depois de ter conquistado o primeiro em 1952. A Roménia conquistou a medalha de prata sua melhor classificação de sempre neste evento. A Polónia conquistou o bronze. Quanto à URSS venceu todos os jogos, o mais difícil foi contra a Roménia, com uma recuperação depois de ter perdido os dois primeiros sets. Esta vitória fez toda a diferença pois se o triunfo tivesse pendido para as romenas, seriam estas as campeãs. Como as russas prevaleceram conquistaram assim o seu segundo título mundial. Um formato de apuramento de campeão que seguiu o mesmo da outra edição: uma primeira fase de grupos, onde, após esta se encontravam num grupo final de dez seleções onde quem triunfasse mais era campeão. Apesar desse jogo renhido com a Roménia, a União Soviética ganhou todos os outros jogos, festejando assim o seu segundo troféu neste evento.

 

1956-França: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo A) Luxemburgo 3-0 (15-1,15-2,15-0)
      EUA 3-0 (15-7,15-4,15-6)
      Israel 3-0 (15-2,15-2,15-0)
    Fase Final [EUA 3-0 (15-7,15-4,15-6)] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      China 3-0 (15-8,15-0,15-9)
      Coreia do Norte 3-0 (15-6,15-6,15-7)
      Roménia 3-2 (12-15,11-15,15-6,15-2,15-8)
      Holanda 3-0 (15-2,15-7,15-12)
      RDA 3-0 (15-1,15-2,15-3)
      Bulgária 3-0 (15-12,15-7,15-12)
      Polónia 3-1 (15-4,9-15,15-6,

15-6)

      Checoslováquia 3-0 (15-13,15-8,15-5)
         
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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