2014, Mundial do Brasil: 24 anos depois a Alemanha festeja

64 anos depois o Mundial regressava ao Brasil e tal como em 1950 este foi traumático para os anfitriões. A Alemanha conquistou novamente o cetro e deixou bem vincado isto ao esmagar os brasileiros nas meias-finais por 7-1. A maior humilhação da sua história em casa, perante o seu público. Se em 1950 tinham perdido um encontrou diante do Uruguai, onde só precisavam um empate para serem campeões, aqui foram completamente dilacerados pelos alemães. Mundial no Brasil significa trauma para estes. A Alemanha depois de esmagar os anfitriões nas meias-finais, na final teve mais, muito mais, complicações, onde só no prolongamento bateram a Argentina de Messi. Pela primeira vez desde a unificação os germânicos ganharam esta prova. E Messi continua sem ganhar nada de importante pelo seu país. É verdade que nos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil venceu a Alemanha na final, conseguindo o ouro olímpico, mas não é bem a mesma coisa!

A Argentina após duas décadas sem fazer nada de jeito neste evento chegou à final. Também 24 anos depois da última, em 1990, onde perderam para a RFA. O país germânico ainda não estava unificado. Aí liderados por Maradona conseguiram chegar tão longe. Com Messi parecia que finalmente o título não ia fugir, mas os germânicos foram melhores, tal como em 1990. Os vice-campeões de 2010, a Holanda chegou às meias-finais, onde só cederam nas grandes penalidades, contra a Argentina. Venceram depois o jogo da consolação, acabando em terceiro lugar. Por sua vez, a Espanha, a Itália e a Inglaterra não passaram a fase de grupos. Uma autêntica desilusão!

A Costa Rica e a Colômbia foram as grandes sensações deste Mundial. Ambas chegaram aos quartos-de-final pela primeira vez, sendo, que a primeira perdeu só nas grandes penalidades para a Holanda e os colombianos foram afastados pelo Brasil. Um jogador desta nação destacou-se, James Rodriguez, foi o melhor marcador deste evento. A Argélia também chegou pela primeira vez aos oitavos, empurrados para fora pelos alemães só no prolongamento. A Bélgica também alcançou os quartos, eliminada pela Argentina. Ainda se evidenciaram a Nigéria e os EUA que também disputaram os oitavos.

Portugal voltou a entrar num Mundial. Uma prova marcada pelas sucessivas lesões nos jogadores fruto de uma má planificação. A derrota por 4-0 com a Alemanha foi fundamental no resto da prova. Um empate a dois com os EUA e uma vitória tangencial contra o Gana não chegou para alcançar os oitavos. Mais uma má prestação em campeonatos do Mundo fora da Europa.

 

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ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
2014, Brasil: Alemanha      
       
    1ªfase, Grupo G Portugal 4-0
      Gana 2-2
      EUA 1-0
    Oitavos-de-final Argélia 2-1 a.p.
    Quartos-de-final França 1-0
    Meias-finais Brasil 7-1
    FINAL Argentina 1-0 a.p.
         
 Onze principal: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels e Howedes; Kramer (Schurrie), Schweinsteiger e Kroos; Muller, Klose (Goetze) e Ozil (Mertesacker)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Goetze (113m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

 

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2006, Alemanha, Mundial: título para a Itália

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32 anos depois, a Alemanha organizava um Mundial. Com uma pequena diferença, desta vez era a totalidade do território germânico. Não como em 1974, em que estava dividida em duas. Parecia que tudo estava pronto para a festa, mas, a Itália, nas meias-finais, nos dois últimos minutos do prolongamento, acabou com o sonho alemão, vencendo por 2-0 e doze anos depois estava na final doze anos após a última. Curiosamente, tal como em 1994, nos EUA, foi decidida nas grandes penalidades, porém, ao contrário da de 1994, a sorte sorriu aos italianos que não falharam uma e viram os franceses desperdiçarem uma que foi o suficiente para a festa. Para a França, oito anos após a sua única final, tiveram aqui a hipótese de alargar o seu palmarés, todavia, aconteceu o que digo acima: a festança foi para os transalpinos, 24 anos depois do seu último troféu que tinha acontecido no Mundial de 1982, na Espanha!

Uma das surpresas do torneio foi a Ucrânia. Primeira presença e única até agora, consegui atingir os quartos-de-final, depois de eliminar a Suíça, nas grandes penalidades, nos oitavos. Na eliminatória seguinte, a Itália foi claramente mais forte, 3-0, porém não deixou de ser uma boa prestação. Outra participação razoável foi obtida pela Austrália, chegou aos oitavos, perdendo, com uma grande penalidade muito controversa, perto do fim, com os carrascos da Ucrânia, a Itália. O Gana que até aqui nunca tinha participado, apesar de na altura ostentar quatro títulos de campeão africano, também chegou aos oitavos, mas, aí o Brasil foi naturalmente mais forte, e venceu sem dificuldades. Os ganeses igualaram Marrocos, Camarões, Senegal e Nigéria como equipa africanas que sobreviveram a uma fase de grupos na história deste evento.

Portugal teve aqui pela primeira vez duas participações consecutivas. Ao contrário da de 2002, no Japão e Coreia Sul, os lusitanos tiveram uma excelente prestação, concluindo em quarto lugar, segunda melhor performance, só em 1966, fizeram melhor e acabaram em terceiro. Uma fase de grupos perfeita com três jogos e três vitórias. Nos oitavos, diante da Holanda, num jogo muito complicado, com muitos cartões e expulsões, um golo de Maniche chegou para a apurar a seleção para os quartos. Aí, frente à Inglaterra, o guarda-redes Ricardo foi herói, defendendo três grandes penalidades, no desempate, apurando, 40 anos depois os portugueses para as meias-finais. Zidane, de grande penalidade, fez a diferença e eliminou Portugal. No jogo para o pódio, os alemães foram superiores. Não obstante isto tudo, os portugueses ficaram nos quatro primeiros, uma excelente participação.

 

 

ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
2006, Alemanha: Itália      
       
    1ªfase, Grupo E Gana 2-0
      EUA 1-1
      República Checa 2-0
    Oitavos-de-final Austrália 1-0
    Quartos-de-final Ucrânia 3-0
    Meias-finais Alemanha 2-0 a.p.
    FINAL França 1-1/5-3 g.p.
         
 Onze principal: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Materazzi e Grosso; Gattuso e Pirlo; Camoranesi (Del Piero), Totti (Iaquinta) e Perrotta (De Rossi); Toni
         
Marcha do marcador: 0-1, por Zidane (7m, gp); 1-1, por Materazzi (19m)

Penalties: 1-0, por Pirlo; 1-1, por Wiltord; 2-1, por Materazzi; 2-1, Trezeguet (à barra); 3-1, por De Rossi; 3-2, por Abidal; 4-2, por Del Piero; 4-3, por Sagnol; 5-3, por Grosso

         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

XVIII Europeu de Voleibol Feminino, 1993, Checoslováquia: título para a Rússia

 

 

1993, Checoslováquia: Rússia
   
 
 
  1ªfase (Grupo 2) Ucrânia 0-3 (10-15,13-15,7-15)
  Bielorrússia 3-0 (15-5,15-3,15-6)
  Grécia 3-1 (15-5,10-15,15-7,15-3)
  Roménia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
  Alemanha 3-0 (15-3,15-7,15-9)
  Meias-finais Itália 3-1 (15-9,12-15,16-14,15-2)
  FINAL Checoslováquia 3-0 (17-15,15-3,15-6)
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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Em 1993, a União Soviética estava dissolvida. Parecia um raio de esperança para os adversários deste país que tinha dominado hegemonicamente esta competição. E o início parecia dar-lhes razão já que as russas perderam o primeiro jogo, da fase de grupos, por 3-0, diante da Ucrânia. Porém, este foi um pequeno percalço numa caminhada rumo ao título. Não mais perderam, cederam apenas mais dois sets, e conquistaram mais um título. O primeiro pós URSS. As coisas politicamente mudavam, mas desportivamente o vencedor continuava a ser o mesmo. No entanto, no futuro as coisas mudariam. A Rússia não deixou de triunfar, todavia, não o fez  como nos tempos da União Soviética, houve outras campeãs, embora as russas continuassem a triunfar.

XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

XVII Europeu de Voleibol Feminino, 1991, Itália: título soviético

1991, Itália: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-0 (15-7,15-2,15-11)
      França 3-0 (15-6,15-11,15-13)
      Albânia 3-0 (15-2,15-7,15-6)
      Grécia 3-0 (15-7,15-2,15-3)
      Itália 3-0 (15-6,15-6,15-9)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-6,15-3,15-11)
    FINAL Holanda 3-0 (15-4,15-2,15-3)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

O Europeu de voleibol feminino de 1991 disputou-se na Itália. Mais uma vez com o vencedor do costume: a União Soviética. A última vez que esta nação participou nesta prova, pois, pouco depois subdividiu-se em vários países. A Rússia seria a sua sucessora pois era a potência colonizadora. Quanto à prova nada à dizer quanto à justeza da sua vitória. Não cedeu qualquer set. Poucos vezes concedeu mais de dez pontos em cada set (recorde-se que isto ainda era a pontuação antiga onde só se marcava pontos no próprio serviço e era até aos quinze). Foi um autêntico passeio rumo a mais um título. O último como URSS. Ao contrário dos masculinos, nos femininos a Rússia não ficou muito abalada com este fim, pois conquistou mais alguns. Nos homens apenas mais um em 2013.

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XVII Europeu de Voleibol, 1991, Alemanha: título soviético

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1991, Alemanha: URSS    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Suécia 3-0 (15-5,15-13,15-13)
      Polónia 3-0 (16-14,15-11,15-6)
      Finlândia 3-0 (15-12,15-7,15-11)
      Grécia 3-1 (10-15,15-9,15-2,15-6)
      Alemanha 3-0 (15-13,15-11,15-13)
    Meias-finais Holanda 3-0 (15-8,15-8,15-8)
    FINAL Itália 3-0 (15-11,17-16,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Neste Europeu ocorreu o fim de uma era. A União Soviética estava a aproximar-se do fim. Este foi a sua última aparição como país unido num Campeonato da Europa. Em 1993, já se tinha subdividido em várias nações. Como tinha acontecido até então, o título não lhe escapou. Um troféu conquistado sem grandes aflições, só cedeu um set em sete jogos, o que demonstra o domínio neste evento de 1991, na Alemanha. Ao vencer a Itália na final estava-se a dar a passagem do testemunho, pois, apesar desta derrota na final, seriam os italianos a dominar a década de 90 do voleibol internacional. A única coisa que não ganharam foi os Jogos Olímpicos. De resto: Liga Mundial, tricampeã do Mundo (1990,1994,1998) e vários Europeus.

Este título também foi um marco. Desde o fim da União Soviética, os russos, potência colonizador desse país, só venceram mais um Europeu, o de 2013. Isto mostra que a Rússia ainda tem muito a percorrer para se equiparar às equipas da URSS dos anos 60,70 e 80.

VII Taça das Confederações, 2005, Alemanha: vitória para o Brasil

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2005-Alemanha: Brasil
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Grécia 3-0
  México 0-1
  Japão 2-2
  Meias-finais Alemanha 3-2
  FINAL Argentina 4-1
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Mudou-se a ideia de quando organizar isto. Em vez de ser de dois em dois anos, onde o país escolhido se candidatava, passava a disputar-se no país que albergava o próximo Mundial, no ano anterior. Assim, a Alemanha recebia o Campeonato do Mundo de 2006, subsequentemente, em 2005, organizava esta Taça das Confederações. O sistema de apuramento para isto era o mesmo.

O Brasil, que 2003, tinha tido uma má prestação, não passando da fase de grupos, aqui, quase repetia o mesmo, pois, ficou igualado em pontos com o Japão, tinha a mesma diferença de golos, só que tinha mais golos marcados, passando assim em segundo lugar no grupo. Safaram-se por pouco!

A partir daí, os brasileiros acertaram e arrancaram rumo ao segundo troféu. Nas meias-finais venceram os anfitriões, a Alemanha, num jogo renhido. Na final, esmagaram a Argentina, goleando por quatro a um. Fizeram deste modo a festa pela segunda vez.

Este evento, em 2005, não teve grandes surpresas, os favoritos passaram todos e só foram derrotados por outros. O que ia contra o que aconteceu em edições anteriores, onde houveram sempre surpresas. Este ano nenhuma!

 

 

 

18 anos depois, novo título: Europeu 2016, Hóquei em Patins

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Depois de derrotas traumatizantes, especialmente, em casa, em 2012; e após um longo jejum, desde o Mundial de 2003, que não ganhava nada, Portugal voltou a festejar. O título mundial tinha sido em Oliveira de Azeméis, esta conquista, foi aí também. Parece ser uma cidade talismã para os portugueses, de novo, em 2016.

Tal como em 2003, a Espanha foi eliminada nas meias-finais. Tal como em 2003, frente à Itália. É verdade que a campeã em título era a Itália e que os castelhanos estão num período de transição, mas não deixa de ser uma coincidência engraçada.

Portugal teve um autêntico passeio até à final. Se as vitórias frente à Suíça e a Áustria eram esperadas, mais golo menos golo, a clareza do triunfo frente à Espanha (6-1), foi um bocado surpreendente. Depois, nova vitória nos quartos, sem discussão, diante a Inglaterra. Nas meias, o mesmo, à Suíça que tinha derrotado a França, nos quartos, onde causou alguma surpresa.

A final do Mundial de 2003 foi decidida no prolongamento, com um golo de Pedro Alves. Em 2016, não se chegou a isso. Portugal teve uma primeira parte desastrosa, mas fez uma segunda excecional, vencendo a final por 6-2. 18 anos depois novamente campeões europeus. Treze anos depois conquistou novamente algo, na mesma cidade. Espera-se pelo Mundial do próximo ano para ver até onde pode ir esta geração.

2016-Portugal: Portugal:
 
   
 
 
  1ªfase (Grupo B) Suíça 8-0
  Espanha 6-1
  Áustria 14-1
  Quartos-de-final Inglaterra 12-0
  Meias-finais Suíça 8-0
  FINAL Itália 6-2
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

 

 

 

 

 

 

XIII Europeu de Futebol, 2008, Áustria/Suíça: título espanhol

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ÉPOCA   FASE ATINGIDA ADVERSÁRIO RESULTADO
         
Áustria/Suíça 2008:      
Espanha      
    1ªfase, Grupo D Rússia 4-1
      Suécia 2-1
      Grécia 2-1
    Quartos-de-final Itália 0-0/4-2 g.p.
    Meias-finais Rússia 3-0
    FINAL Alemanha 1-0
         
 Onze principal: Casillas; Sergio Ramos, Marchena, Puyol e Capdevila; Marcos Senna, Iniesta, Xavi, Fabregas e Silva (Cazorla); Fernando Torres (Guiza)
         
Marcha do marcador: 1-0, por Fernando Torres (33m)
         
* jogos no recinto adversário; +campo neutro;

 

Marcado para a Áustria e a Suíça, a Espanha pôs fim a um interregno de 44 anos sem ganhar nada. Parecia maldição. Mas, em 2008, no Europeu, o tiki-taka pôs fim a isso. Um golo, na final, de Fernando Torres bastou para conquistarem o ceptro europeu. Isto foi o início da melhor geração de sempre do futebol espanhol.

Uma primeira fase concluída com três vitórias em três jogos. De seguida, o jogo mais difícil de todo o torneio para a seleção espanhola: só nas grandes penalidades, nos quartos-de-final, é que conseguiu eliminar a Itália. Nas meias, tal como na fase de grupos, outra goleada e triunfo tranquilo frente à Rússia. Na final, o golo de Torres bastou para derrotar a Alemanha.

As surpresas deste torneio foram a Turquia (que na fase de grupos perdeu contra Portugal) e a Rússia que chegaram às meias-finais. Para os turcos foi a melhor prestação de sempre. Para os russos foi a melhor desde o fim da União Soviética. Contudo, antes desse facto, a URSS, tinha chegado à final do Europeu de 1988, onde perdeu aí contra a Holanda. Relembre-se que este país venceu o primeiro Europeu da história, em 1960, na França.

Portugal teve uma prestação razoável: ganhou o seu grupo com vitórias nos primeiros dois jogos, garantido logo aí esse factor, a derrota contra a Suíça não contou para nada, nem para os lusitanos nem para os suíços. Nos quartos-de-final calhou a Alemanha, que tinha ficado em segundo no grupo, em virtude de ter perdido com a Croácia. Um jogo infeliz do guarda-redes Ricardo eliminou os portugueses, derrotados por 3-2.

 

 

 

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