Todas as classificações da Fiorentina na Série A

Eis as classificações da Fiorentina na Série A:

Fiorentina-78 presenças
Épocas: 1931-32 a 1937-38, 1939-40 a 1942-43, 1945-46 a 1992-93, 1994-95 a 2001-02,

2004-05 a 2014-15

CAMPEÃO: 1956,1969
2ºlugar: 1957,1958,1959,1960,1982
3ºlugar: 1935,1954,1962,1977,1984,1999
4ºlugar: 1932,1941,1952,1964,1965,1966,1968,1973,1986,1996,2008,2009,

2013,2014,2015

5ºlugar: 1933,1950,1951,1955,1967,1970,1981,1983,1998
5ºlugar (Zona Sul): 1946
6ºlugar: 1934,1943,1963,1972,1974,1980,2007
7ºlugar: 1948,1953,1961,1979,1989,2000
8ºlugar: 1949,1975,1988
9ºlugar: 1937,1942,1976,1985,1997,2001,2006,2011
10ºlugar: 1987,1995
11ºlugar: 2010
12ºlugar: 1936,1990,1991,1992
13ºlugar: 1940,1971,1978,2012
16ºlugar: 1938,1993,2005
17ºlugar: 1947,2002

uefa 64

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Barreirense todas as classificações na I Divisão de Basquetebol

fpb 2

Eis as classificações do Barreirense na I Divisão de Basquetebol:

Barreirense-42 presenças
Épocas: 1938-39, 1940-41, 1948-49 a 1950-51, 1952-53, 1954-55 a 1961-62, 1975-76 a 1986-87, 1989-90 a 1992-93, 2000-01 a 2011-12
CAMPEÃO: 1957,1958
2ºlugar: 1959,1961,1962,1982,1983,1984
3ºlugar: 1953,1960,1985,1986
4ºlugar: 1949,1951,1955,1956,1976
Meias-finais: 1939
5ºlugar: 1978
6ºlugar: 1977,1979,2009,2012
7ºlugar: 1950,1981,2004
8ºlugar: 1992,2008
Quartos-de-final: 1941
9ºlugar: 1980,1990,1991,2005,2007
10ºlugar: 1993,2001,2002,2006,2010
11ºlugar: 1987
12ºlugar: 2011
13ºlugar: 2003

Barreirense campeão de basquetebol: 1956-57 e 1957-58

1956-57 J V E D PONTOS P
1-Barreirense 14 10  2  2 780-579 36
2-Sporting 14 11  0  3 981-759 36
3-Académica 14  9  1  4 780-552 33
4-Benfica 14  9  0  5 776-651 32
5-FC Porto 14  5  1  8 649-712 25
6-Sanjoanense 14  4  0 10 593-800 22
7-CUF 14  4  0 10 587-787 22
8-Vasco da Gama 14  2  0 12 661-903 18
1957-58 J V E D PONTOS P
1-Barreirense 10  8  0  2 607-429 26
2-Sporting 10  8  0  2 636-498 26
3-Académica 10  6  0  4 450-390 22
4-Belenenses 10  4  1  5 473-538 19
5-FC Porto 10  2  1  7 476-601 15
6-Conimbricense 10  1  0  9 409-595 12

fpb 2

Uma escola de formação de excelência, de onde vieram muitas das figuras do basquetebol português quer no passado quer no presente, por exemplo, Betinho Gomes, que joga na Liga ACB, campeonato principal de Espanha e dos mais importantes a nível europeu. Tem inúmeros títulos nas camadas jovens. Porém, o último grande triunfo nos seniores foi a Taça de Portugal na época de 1984-85, na altura, a segunda consecutiva e a sexta e última do seu historial. Esta geração conseguiu vencer três Taças de Portugal, mas, falhou no assalto ao epíteto de campeã nacional.

Se esta na década de 80 não atingiu o título máximo, a dos anos 50, início dos 60, também, colecionou três Taças de Portugal: 1956-57, 1959-60 e 1962-63, todavia, foi campeã nacional, um bicampeonato: 1956-57 e 1957-58 e a correspondente dobradinha em 1957. Foi o ponto alto da história do Barreirense, que o levou, também, a defender Portugal nas competições europeias. Um equipa de ouro, em dois campeonatos sui generis, já que, permitiam empates, coisa que no basquetebol atual não existe. Claro que eram outros tempos, havia primeiro uma fase regional e depois uma poule final para apurar o campeão, com 14 jogos e dez jogos no caso do segundo título, todavia, são títulos que valem tanto como os outros e que os adeptos do Barreirense esperam ver repetir no futuro.

Equipas campeãs em ambos os géneros: Sporting Espinho, Voleibol

1956-57, I Divisão Voleibol J V D SETS P
1-Sporting Espinho 3 2 1 8-6 5
2-Benfica 3 2 1 7-5 5
3-Sporting 3 1 2 6-7 4
4-FC Porto 3 1 2 5-8 4
Play-off para o título:
Sporting Espinho-Benfica 3-1 (15-12,8-15,15-12,15-13)

O Sporting Espinho colecionou até ao momento 18 títulos de voleibol masculino. É a equipa com mais títulos, seguido do Técnico com treze (apesar dos lisboetas não triunfarem desde 1967-68), este foi o primeiro em 1956-57. Numa altura em que o formato da disputa consistia em uma poule final de quatro clubes, por sua vez, apurados de dois campeonatos regionais, o de Norte e o do Sul. Cada um qualificava dois clubes. Para se atribuir o título jogava-se esse grupo de quatro clubes, a uma volta, onde quem ganhasse mais jogos festejaria. Todavia, nesta época, 1956-57, ficaram duas equipas empatadas na liderança e respeitando os regulamentos da altura, tinha-se que se disputar uma finalíssima entre esses, onde quem vencesse era campeão. E foi, dessa forma, que os espinhenses conquistaram o seu primeiro título, batendo o Benfica por 3-1 nesse jogo. Os benfiquistas ainda esperariam muito para alcançar o seu primeiro troféu no escalão máximo do voleibol português.

1959-60, I Divisão Voleibol Feminino J V D SETS P
1-Sporting Espinho 6 6 0 18-4 12
2-Sporting 6 4 2 15-9 10
3-Leixões 6 1 5  6-17  7
4-Benfica 6 1 5  8-16  7

Com um domínio inicial do Sporting Espinho, nas primeiras cinco épocas da I Divisão de voleibol feminino, isto é, entre 1959-60 e 1963-64, ganhou quatro desses cinco anos, só falhou o de 1961-62. Após essas conquistas, não mais celebraram qualquer troféu no escalão máximo do voleibol feminino, mantendo-se nesses quatro. O molde de disputa era idêntico ao que se usava em 1956-57 , a única diferença era que em vez de uma volta, disputava-se duas, uma no Norte e outra no Sul. Assim, após o campeonato de 1956-57, pelos homens, em 1959-60, conquistariam o primeiro com as senhoras, tornando-se o Sporting Espinho o clube que mais rápido venceu nos dois géneros, neste caso, no voleibol. Só três clubes mais conseguiram isso no voleibol além dos (as) espinhenses.

cev

Real Madrid nas competições europeias (UEFA): 1955-56 a 1983-84

uefa 45

ÉPOCA FASE ATINGIDA RESULTADO
1955-56 Taça dos Campeões: VENCEDOR: Stade Reims 4-3
1956-57 Taça dos Campeões: VENCEDOR: Fiorentina 2-0
1957-58 Taça dos Campeões: VENCEDOR: AC Milan 3-2 a.p.
1958-59 Taça dos Campeões: VENCEDOR: Stade Reims 2-0
1959-60 Taça dos Campeões: VENCEDOR: Eintracht Frankfurt 7-3
1960-61 Taça dos Campeões: 1/8 final: Barcelona 2-2/1-2*
1961-62 Taça dos Campeões: Finalista: Benfica 3-5
1962-63 Taça dos Campeões: 1ªeliminatória: Anderlecht 3-3/0-1*
1963-64 Taça dos Campeões: Finalista: Inter Milão 1-3
1964-65 Taça dos Campeões: ¼ final: Benfica 1-5*/2-1
1965-66 Taça dos Campeões: VENCEDOR: Partizan Belgrado 2-1
1966-67 Taça dos Campeões:  ¼ final: Inter Milão 0-1*/0-2
1967-68 Taça dos Campeões: Meias-finais: Manchester United 0-1*/3-3
1968-69 Taça dos Campeões: 1/8 final: Rapid Viena 0-1*/2-1
1969-70 Taça dos Campeões: 1/8 final: Standard Liège 0-1*/2-3
1970-71 Taça das Taças: Finalista: Chelsea 1-1/1-2
1971-72 Taça UEFA: 2ªeliminatória: PSV Eindhoven 3-1/0-2*
1972-73 Taça dos Campeões: Meias-finais: Ajax 1-2*/0-1
1973-74 Taça UEFA: 1ªeliminatória: Ipswich Town 0-1*/0-0
1974-75 Taça das Taças: ¼ final: Estrela Vermelha 2-0/0-2/5-6 g.p.*
1975-76 Taça dos Campeões: Meias-finais: Bayern Munique 1-1/0-2*
1976-77 Taça dos Campeões: 1/8 final: Club Brugge 0-0/0-2*
1977-78 Não se qualificou
1978-79 Taça dos Campeões: 1/8final: Grasshoppers 3-1/0-2*
1979-80 Taça dos Campeões: Meias-finais: Hamburgo 2-0/1-5*
1980-81 Taça dos Campeões: Finalista: Liverpool 0-1
1981-82 Taça UEFA: ¼ final: Kaiserslautern 3-1/0-5*
1982-83 Taça das Taças: Finalista: Aberdeen 1-2 a.p.
1983-84 Taça UEFA: 1ªeliminatória: Sparta Praga 2-3*/1-1
+Campo neutro; *recinto adversário

As competições europeias foram criadas em 1955, com o aparecimento da Taça dos Campeões (agora Liga dos Campeões ) e Taça das Feiras (agora Liga Europa). A primeira nunca foi interrompida, todos os anos se realiza; a segunda, só a primeira edição demorou três anos a ser concluída, isto é, a final só se disputou em 1958. Continuou a ter alguma irregularidade porque a segunda vez que se concorreu teve o início em 1958 e a final em 1960. Depois disto, passou-se a ter confrontos entre equipas europeias todos os anos, tal como a Taça dos Campeões e como a Taça das Taças, fundada em 1960-61 e, por sua vez, extinta em 1998-99.

O Real Madrid entrou em grande na Taça dos Campeões, alcançando um recorde que dificilmente será igualado: venceu as primeiras cinco edições da Taça dos Campeões, culminando num espetacular 7-3, em 1959-60, frente ao Eintracht Frankfurt.  Depois, duas finais perdidas, em 1961-62, noutra final de luxo, frente ao Benfica, onde o bis de Eusébio venceu o hat-trick de Puskas, com o resultado de 3-5 para os da capital espanhola. Em 1963-64, novo desgosto, 1-3 frente ao Inter Milão. Porém, em 1965-66, novo título, frente ao Partizan Belgrado, 2-1, com Miguel Muñoz a ser dos poucos a conquistar esta prova como treinador e jogador.

O Real Madrid continuava a dominar em Espanha, contudo, os resultados da Europa eram pobres, comparando com a primeira década das competições europeias, apesar, de em, 1962-63, terem sido eliminados na 1ªeliminatória da Taça dos Campeões, a única vez que tal ocorreu (lembrar que na altura não existia fase de grupos). No entanto, recuperam bem com duas finais em três anos, intercalado, com uma derrota, nos quartos-de-final, em 1964-65, de 5-1 frente ao Benfica.

Depois de oito finais em onze anos, as coisas começaram a complicar-se. Na Taça das Taças ainda disfarçaram, perdendo a final de 1970-71 frente ao Chelsea, na finalíssima, 2-1, após empate a um na final. Nova derrota nesta prova, no prolongamento, em 1982-83, frente ao Aberdeen de Alex Ferguson. De resto, algumas eliminações prematuras e quatro derrotas em meias-finais, a última das quais, em 1979-80, o mesmo score de 1964-65, contra o Benfica, ou seja, depois de ganhar a primeira mão por 2-0, foram derrotados na RFA, pelo Hamburgo, pelos mesmos 5-1, não indo à final. Até que, após quatro meias-finais disputadas e perdidas (1967-68, 1972-73,1975-76 e 1979-80), na Taça dos Campeões, os castelhanos à quinta passaram à final após quinze anos, no entanto, não seria de festa que seria do Liverpool por 1-0. Seria preciso esperar pelo fim do século XX para razões para festejar no evento agora chamado Liga dos Campeões.

Na Taça UEFA, ao contrário do que aconteceu na Taça das Taças, com duas finais, perdidas, mas disputadas, aqui os resultados tinham sido fracos: quatro presenças, duas eliminações na 1ªeliminatória, e o melhor que conseguiram foram uns quartos-de-final em 1981-82, com nova humilhação na RFA, novamente após ter ganho por dois golos de diferença na primeira mão, 3-1, com uma retribuição de 5-0 do Kaiserlautern no seu recinto, deixando o Real Madrid completamente arrasado. Contudo, na Taça UEFA as coisas seriam melhores nesta década de 80!

Em 1977-78 passou-se uma coisa raríssima na história deste clube: não participou em quaisquer competição europeia, isto é, em 1976-77, não teve esse ensejo nem via campeonato, nem via taça, terminando a época fora dos lugares europeus, assim, não se apurando para disputar jogos europeus em 1977-78.

Benfica na Taça de Portugal: 1951-52 a 1980-81

Neste período temporal, o Benfica venceu doze taças e perdeu cinco finais, isto é, disputou 17 hipóteses de conquistar este troféu. Com o decorrer dos anos, equipas fora da esfera dos grandes começaram a eliminar os encarnados: Sporting Braga, Académica, Boavista, Leixões, Vitória Setúbal; isto demonstra que o fosso entre os principais clubes e os restantes diminuiu, não muito, mas sim, em relação aos anos 30 e 40. Fosso esse que seria aproximado nas próximas décadas. De realçar ainda o facto de o Sporting ter eliminado o Benfica em três edições consecutivas, 1975-76 a 1977-78, coisa inédita na história desta prova.

Outra curiosidade é o facto de apenas Otto Glória, treinador brasileiro, que conquistou três vezes isto, ser o único a ganhar mais que uma ocasião, de resto uma lista de vários técnicos que levantaram a taça pelo Benfica uma só vez. Apenas Cândido Tavares, Ribeiro dos Reis, Fernando Caiado, José Augusto e Mário Wilson são portugueses, de resto, tudo de fora. O FC Porto foi a equipa que mais vezes defrontou o Benfica na final, seis vezes (1952-53,1957-58,1958-59,1963-64,1979-80 e 1980-81), os encarnados ganharam cinco, o FC Porto uma, 1957-58 (ainda a única que conseguiu derrotar os lisboetas na final) e o Sporting (1951-52,1954-55,1969-70,1970-71,1971-72,1973-74),também, disputou seis finais, triunfando duas e perdendo quatro. As outras duas derrotas foram frente ao Vitória Setúbal, 1964-65 e o Boavista em 1974-75 (final disputada no Estádio José de Alvalade).

Image

ÉPOCA FASE ATINGIDA/ADVERSÁRIO RESULTADO
1951-52 VENCEDOR: Sporting 5-4
1952-53 VENCEDOR: FC Porto 5-0
1953-54 1ªeliminatória: Sporting 2-3/2-1/2-4+
1954-55 VENCEDOR: Sporting 2-1
1955-56 Oitavos-de-final: Belenenses 1-2*
1956-57 VENCEDOR: Sporting Covilhã 3-1
1957-58 Finalista vencido: FC Porto 0-1
1958-59 VENCEDOR: FC Porto 1-0
1959-60 Meias-finais: Sporting 0-3*/0-0
1960-61 Oitavos-de-final: Vitória Setúbal 3-1/1-4*
1961-62 VENCEDOR: Vitória Setúbal 3-0
1962-63 Meias-finais: Sporting 1-0/0-2
1963-64 VENCEDOR: FC Porto 6-2
1964-65 Finalista vencido: Vitória Setúbal 1-3
1965-66 Quartos-de-final: Sporting Braga 1-4*/3-1
1966-67 Quartos-de-final: Académica 0-2*/2-1
1967-68 Meias-finais: FC Porto 2-2/0-3*
1968-69 VENCEDOR: Académica 2-1 a.p.
1969-70 VENCEDOR: Sporting 3-1
1970-71 Finalista vencido: Sporting 1-4
1971-72 VENCEDOR:Sporting 3-2 a.p.
1972-73 Oitavos-de-final: Leixões 0-2*
1973-74 Finalista vencido: Sporting 1-2 a.p.
1974-75 Finalista vencido: Boavista 1-2
1975-76 5ªeliminatória: Sporting 0-1*
1976-77 Oitavos-de-final: Sporting 0-3*
1977-78 Quartos-de-final: Sporting 1-3*
1978-79 4ªeliminatória: Sporting Braga 1-2*
1979-80 VENCEDOR: FC Porto 1-0
1980-81 VENCEDOR: FC Porto 3-1
+Campo neutro; *recinto adversário

15ª intromissão no pódio entre os 3 Grandes (Belenenses, 1956-57, 3ºlugar)

Numa época onde o Belenenses ficou longe do título e também um dos piores terceiros classificados da história do campeonato português. Neste ano, o Sporting faria a sua pior época até então, já que, nunca até 1956-57 tinha ficado abaixo de terceiro, coisa que aconteceria muitas vezes depois, classificando-se como piores lugares quatro quintos, sendo que em dois deles com os mesmos pontos que o sexto classificado.

O Belenenses fez uma época discreta, com péssimos resultados fora de casa, conseguindo mesmo assim uma das melhores perfomances da sua história quanto a golos marcados, 74, só na época de 1942-43 fez melhor, marcando 78, igual à época do título, onde também marcou 74. Tendo realizado nesta época defensivamente o seu pior registo até então, sofrendo 50 golos, só batido em 1993-94 com 51 golos sofridos e em 1997-98 e 2008-09 com 52,  e 2003-04 com 54. Mais uma vez, Matateu e Vicente viam o título cada vez mais c0mo uma miragem.

Esta época foi pródiga em factos históricos, o Lusitano Évora alcançou a sua melhor época de sempre, com um quinto lugar, a apenas um ponto do quarto classificado. Motivos para não relembrar, tiveram o Sporting Covilhã e o Atlético que desciam à II Divisão, no primeiro caso, após nove épocas consecutivas, no segundo caso após doze. O Sporting Covilhã chegou à final da Taça de Portugal, perdendo por 3-1 contra o Benfica, no entanto, seria a primeira equipa a descer de divisão e a disputar essa final na mesma época, facto que só aconteceria uma vez mais, 42 anos depois, por intermédio do Beira-Mar com uma diferença, em 1998-99, o Beira-Mar ganhou a Taça de Portugal, batendo na final o Campomaiorense, por 1-0, marcado pelo génio de Ricardo Sousa.

1956-57 J V E D GOLOS P
1-Benfica 26 17 7  2 75-25 41
2-FC Porto 26 18 4  4 86-23 40
3-Belenenses 26 13 7  6 74-50 33
4-Sporting 26 12 7  7 62-28 31
5-Lusitano Évora 26 13 4  9 57-51 30
6-Académica 26 12 4 10 45-33 28
7-Torreense 26 10 4 12 44-50 24
8-Oriental 26  8 7 11 27-44 23
9-CUF 26  9 3 14 35-69 21
10-Vitória Setúbal 26  8 4 14 40-59 20
11-Barreirense 26  8 4 14 39-62 20
12-Caldas 26  6 7 13 32-63 19
13-Sporting Covilhã 26  7 4 15 33-62 18
14-Atlético 26  6 4 16 32-62 16
1956-57: Belenenses, 3ºlugar CASA FORA
Benfica 2-2 2-2
FC Porto 4-3 0-5
Sporting 2-2 2-2
Lusitano Évora 5-0 2-5
Académica 3-2 1-1
Torreense 6-2 2-6
Oriental 5-1 1-1
CUF 5-1 2-3
Vitória Setúbal 5-1 2-1
Barreirense 4-0 1-2
Caldas 5-0 1-1
Sporting Covilhã 2-0 2-3
Atlético 4-2 4-2
CASA FORA TOTAL
V E D GOLOS V E D GOLOS J V E D GOLOS P
11 2 0 52-16 2 5 6 22-34 26 13 7 6 74-50 33

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