Terceira vitória na Taça Inglaterra do Wolverhampton: 1948-49

Este clube estava a entrar na sua fase dourada do seu historial. Nos anos 50, conquistaria três campeonatos ingleses e participaria na Taça dos Campeões (agora Liga dos Campeões). Não ganharam mais campeonatos após este três. A Taça de Inglaterra foi a catapulta para esses títulos. Começou aqui a germinar-se essa mentalidade vencedora e também a construir a equipa que alcançaria tais feitos. Nesta edição da taça dificuldades só nas meias-finais, onde só eliminaram o Manchester United após dois jogos, empatando o primeiro e como as regras da altura previam houve um jogo de desempate, onde o Wolves triunfou conquistando o lugar na final. Na final, vitória frente ao Leicester City e terceira FA Cup para este clube.

 

 

1948-49, Taça Inglaterra: Wolverhampton    
   
         
         
         
    3ªeliminatória Chesterfield 6-0
    4ªeliminatória Sheffield United 3-0*
    Oitavos-de-final Liverpool 3-1
    Quartos-de-final West Bromwich 1-0
    Meias-finais Manchester United 1-1+/1-0+
    FINAL Leicester City 3-1
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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Segunda Taça de Inglaterra para os Wolves: 1907-08

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1907-08, Taça Inglaterra: Wolverhampton    
   
         
         
         
    1ªeliminatória Bradford City 1-1*/1-0
    2ªeliminatória Bury 2-0
    Oitavos-de-final Swindon Town 2-0
    Quartos-de-final Stoke City 1-0*
    Meias-finais Southampton 2-0+
    FINAL Newcastle 3-1
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

Neste início do século XX, os Wolves voltaram aos grandes resultados. Venceram a Taça Inglaterra pela segunda vez. Isto ocorreu em 1907-08. Começava a criar-se aqui uma tradição deste clube neste evento.  Jogos sempre equilibrados e na final, diante do Newcastle, uma vitória por 3-1 deu a segunda para esta agremiação britânica. Depois disto, seria uma longa espera até conquistarem a terceira. No entanto, no início do século XX, duas conquistas não estava nada mau! O problema é que nos seguintes 109 anos desta competição só triunfaria duas vezes e a última há muito tempo. Porém, em 1908 foi uma valorosa festa, mostrava que este clube sabia ganhar. Até esta altura ainda não tinham conquistado o campeonato, coisa que apenas ocorreria nos anos 50. O período dourado da história deste clube.

Wolverhampton vence a Taça Inglaterra 1892-93

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Wolverhampton Wanderers ou simplesmente Wolves, como são conhecidos em Inglaterra, teve o seu primeiro grande resultado em 1892-93 quando conquistou a sua primeira Taça de Inglaterra ou FA Cup. Como a prova ainda estava na sua terceira década de existência, não se pode tecer grandes comentários históricos, no entanto, refira-se a eliminação do Blackburn Rovers, que entre 1883-84 a 1890-91, tinha conquistado cinco. A seguir só mais uma em 1927-28. De resto adversários que ainda pouco tinham feito à altura. A única exceção foi a final, onde bateram o Everton por 1-0, albergando assim a sua primeira Taça de Inglaterra. Agora com o treinador português Nuno Espírito Santo, o objetivo é subir de divisão e se isso acontecer, estando na Premier League, talvez vencer outra FA Cup não seja uma miragem.

 

 

1892-93, Taça Inglaterra: Wolverhampton    
   
         
         
         
    1ªeliminatória Bolton 1-1*/2-1
    2ªeliminatória Middlesbrough 2-1
    Quartos-de-final Darwen 5-0
    Meias-finais Blackburn Rovers 2-1
    FINAL Everton 1-0
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro

XVIII Europeu de Voleibol Feminino, 1993, Checoslováquia: título para a Rússia

 

 

1993, Checoslováquia: Rússia
   
 
 
  1ªfase (Grupo 2) Ucrânia 0-3 (10-15,13-15,7-15)
  Bielorrússia 3-0 (15-5,15-3,15-6)
  Grécia 3-1 (15-5,10-15,15-7,15-3)
  Roménia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
  Alemanha 3-0 (15-3,15-7,15-9)
  Meias-finais Itália 3-1 (15-9,12-15,16-14,15-2)
  FINAL Checoslováquia 3-0 (17-15,15-3,15-6)
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

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Em 1993, a União Soviética estava dissolvida. Parecia um raio de esperança para os adversários deste país que tinha dominado hegemonicamente esta competição. E o início parecia dar-lhes razão já que as russas perderam o primeiro jogo, da fase de grupos, por 3-0, diante da Ucrânia. Porém, este foi um pequeno percalço numa caminhada rumo ao título. Não mais perderam, cederam apenas mais dois sets, e conquistaram mais um título. O primeiro pós URSS. As coisas politicamente mudavam, mas desportivamente o vencedor continuava a ser o mesmo. No entanto, no futuro as coisas mudariam. A Rússia não deixou de triunfar, todavia, não o fez  como nos tempos da União Soviética, houve outras campeãs, embora as russas continuassem a triunfar.

XVIII Europeu de Basquetebol Feminino, 1981, Itália: mais um para a União Soviética

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1981, Itália: URSS    
   
       
       
       
  1ªfase (Grupo B) Hungria 94-68
    Roménia 90-40
    Checoslováquia 99-58
    Suécia 95-60
    Bulgária 111-78
  Meias-finais Jugoslávia 94-60
  FINAL Polónia 85-42
     

 

Mais um campeonato, mais um título para União Soviética. Mais uma vez um passeio. Venceram todos os jogos por pelo menos 25 pontos. O mais “renhido” foi contra a Hungria, com uma vitória por 26 pontos. Isto demonstra o poderio e a hegemonia das soviéticas. Simplesmente, à altura, não tinham rival. Não tinham ninguém que pudesse mostrar ou rivalizar com estas. E seria um domínio que se estenderia até à dissolução da União Soviética, embora, as coisas se equilibrassem um bocado mais para diante na década de 80. Mas no início desta, ninguém oferecia resistência a estas fantásticas equipas soviéticas.

XVIII Europeu de Basquetebol, 1973, Espanha: título para a Jugoslávia

1973, Espanha: Jugoslávia    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo B) Espanha 65-59
      Grécia 84-68
      Bulgária 76-65
      Itália 73-71 a.2p.
      França 80-70
    Meias-finais Checoslováquia 96-71
    FINAL Espanha 78-67
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

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No Europeu de 1973, na Espanha, este teve um vencedor diferente: a Jugoslávia. E teve outro fator diferente a União Soviética não chegou à final. Esta foi uma final sem os soviéticos, algo que já não acontecia há muito tempo. Curiosamente, o primeiro encontro do torneio na fase de grupos frente aos anfitriões, a Espanha, foi o mesmo do jogo decisivo do torneio o Jugoslávia e Espanha. E o que daí adveio foi o mesmo vitória para os jugoslavos. Se na fase de grupos era apenais mais um jogo, na final deu o título à Jugoslávia. Algo que este país já procurava. De resto, vitória em todos os jogos, uns com mais dificuldades, outras com menos, mas triunfos. Até à final, onde bateu o país anfitrião somando assim o seu primeiro troféu e começando uma hegemonia que dominou a restante década de 70.

XVIII Europeu de Voleibol, 1993, Finlândia: título para a Itália

 

A Itália começou a deixar a sua marca nos Europeus de voleibol. Iria iniciar um período onde conquistou vários títulos neste evento. Seriam seis ouros neste período. Este o segundo. Aos quais juntou três mundiais e oito Ligas Mundiais. Foram tempos dourados no voleibol transalpino. Este foi conquistado sem ceder qualquer derrota. O jogo mais difícil foi a final frente à Holanda, onde apenas na negra asseguraram o título. A Holanda também teve nesta década de 90 a sua geração de ouro. Mas aqui o troféu foi para os italianos. Foi uma época de domínio para os amantes do voleibol da Itália. A única coisa que escapou foi o título olímpico, de resto, limparam tudo, mais que uma vez.

1993, Finlândia: Itália    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Bulgária 3-1 (15-6,15-8,13-15,15-8)
      França 3-1 (15-4,15-4,15-17,16-14)
      Checoslováquia 3-0 (15-3,15-6,15-2)
      Suécia 3-0 (15-4,15-7,15-5)
      Holanda 3-1 (15-4,15-10,11-15,15-11)
    Meias-finais Alemanha 3-0 (15-1,15-6,15-11)
    FINAL Holanda 3-2 (15-6,15-5,13-15,8-15,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

Leixões o primeiro de onze seguidos: 1975-76

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Esta é a imagem do título conquistado em 2016-17. 25 anos depois do último e 16º do historial do clube. Todavia, houve um período na história do campeonato de voleibol feminino em que o Leixões colecionava títulos. Ano após ano. Hoje deixo a classificação de um início de algo bonito, que começou em 1975-76. Entre 1975-76 e 1985-86, as matosinhenses venceram onze campeonatos seguidos, algo sem paralelo no palmarés da modalidade. Além disso, junte-se mais cinco Taças de Portugal. Um domínio hegemónico. Apenas no andebol feminino, por parte, do Madeira SAD, se encontra algo parecido. Nesse hiato temporal, quase ninguém as batia. Ainda, este ciclo começou e interrompeu a série de nove campeonatos seguidos pelo Benfica. Porém, as lisboetas não ganharam mais nada nesta vertente e género. O Leixões não mais conseguiu tal sequência, mas ainda ganhou mais alguns troféus. Mas isto foi algo de incrível! Provavelmente irrepetível!

De referir que em 1975-76 não havia segundas fases, divisões em grupos ou play-offs. Jogavam as quatro melhores equipas do Norte e do Sul respetivamente. Depois, quem ficasse em primeiro, após 14 jogos, todos contra todos, casa e fora era considerado campeão.

 

1975-76 J V D SETS P
1-Leixões 14 13  1 41-11 27
2-CDUP 14 11  3 38-10 25
3-Benfica 14 11  3 36-16 25
4-Vila Real 14  9  5 32-18 23
5-Sporting Braga 13  4  9 16-30 17
6-Desportivo Póvoa 14  3 11 16-36 17
7-CDUL 14  2 12 10-38 16
8-Escola Matosinhos 13  2 11  8-34 15

 

 

1998, Barcelona do Equador volta a surpreender na Taça Libertadores da América

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Oito anos depois de ter chegado à final da Taça Libertadores da América, o clube equatoriano, Barcelona, voltou a chegar à final da mesma. Infelizmente, como em 1990, perdeu essa final. Não deixa de ser um feito até porque além deste clube, no Equador, só o LDU Quito e o Independiente del Valle conseguiram chegar a uma final. O primeiro festejou em 2008, o segundo também perdeu em 2016. Todavia, isto não retira a dimensão de tal feito. Só faltou levantar a taça!

Ao contrário de 1990, o Barcelona teve sorte no caminho rumo à final. Não apanhou nenhum clube brasileiro ou argentino nas três eliminatórias que antecedem os jogos decisivos. Talvez, devido a este facto, não deram muita luta frente ao Vasco da Gama, clube brasileiro. Os cariocas venceram facilmente, triunfando nos dois jogos, conseguindo, até agora, a sua única conquista neste evento. Porém, o clube do Equador, com duas finais, continua a ser o que mais as disputou no seu país.

 

       
1998, Taça dos Libertadores: Barcelona Equador    
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 1) Deportivo Quito 0-0
      Bucaramanga 1-0
      América 1-0
      Deportivo Quito 1-1*
      Bucaramanga 0-1*
      América 1-1*
    Oitavos-de-final Colo Colo 2-1/2-2*
    Quartos-de-final Bolívar 1-1*/4-0
    Meias-finais Cerro Porteño 1-0/1-2/4-3 g.p.*
    FINAL Vasco Gama 0-2*/1-2
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro
 

 

 

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