Clubes na I Divisão de Voleibol, 2019-20: Nacional Ginástica

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Parece que em Portugal se confunde desporto com futebol! Esta modalidade não é a única do país! Deve-se dar atenção a todas! Por isso, é que faço a apresentação aqui dos 14 clubes que vão disputar a I Divisão de Voleibol.
O primeiro clube é o único promovido, campeão da II Divisão, Nacional Ginástica que 11 anos depois regressa aos grandes. Será a sua 15ªpresença. As épocas em que competiu aqui foram: 1966-67 a 1968-69, 1971-72 a 1973-74, 1975-76, 1978-79 e 1979-80, 1982-83 e 1983-84, 1995-96 e 1996-97, 2007-08. A melhor classificação foi um quinto lugar em 1971-72. Não chegou a qualquer final da Taça Portugal. Será uma época onde tentará não descer; se tudo correr bem, talvez mais qualquer coisa, um lugar nos oito primeiros.
Apesar de não ter títulos nas 3 provas mais importantes do Voleibol: Campeonato, Taça de Portugal e Supertaça, ganhou outros de alguma importância. O primeiro é o campeonato da A2 em 2006-07. Já não existe esta prova. Decorreu entre 1997-98 e 2010-11. Então era o segundo escalão do voleibol. Nas primeiras edições os dois primeiros entravam na segunda fase da A1 (agora I Divisão), na Série dos Últimos. Depois acabou-se com isso e passou a ser um segundo escalão normal. Optou-se por acabar com ela em 2011 e voltar ao que tinha sido tradição. É nessa cultura que o Nacional Ginástica tem três títulos da II Divisão: 1965-66, 1994-95 e 2018-19. Para fechar este palmarés a equipa B deste clube venceu a III Divisão em 2014-15 e 2015-16.
Para fechar, falemos dos escalões de formação. Não tem títulos máximos em seniores, mas nas camadas jovens foi campeão de Juniores em 1964-65 e 1966-67. O Nacional Ginástica, clube com poucos recursos, mas que é definitivamente um dos históricos desta modalidade.

 

V Mundial de Andebol Feminino, 1973, Jugoslávia: único título das anfitriãs

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As anfitriãs do Mundial de 1973 de Andebol Feminino, isto é, a Jugoslávia, conseguiram fazer o percurso completo, ou seja, sagraram-se campeãs mundiais pela única vez na historial, depois de terem perdido as finais de 1965 e 1971, nas duas edições anteriores. Chegaram a mais finais, porém, nunca mais ergueram o cetro mundial,  em 1990 e 2013. A Roménia, medalha de prata, falhou o título que seria o seu segundo, desiderato que nunca festejaria, ficou-se pelo de 1962 e teve perto em 2005, mas as russas foram mais fortes. A União Soviética obteve o bronze, único do seu palmarés. Estava a preparar a equipa que dominaria o andebol feminino nos anos 1980.  A Hungria, campeã em 1965, também o seu troféu solitário, atingiu o quarto lugar, não mais repetiria esta classificação. A Jugoslávia não teve uma caminhada fácil, chegando mesmo a perder um jogo na segunda fase de grupos, mesmo assim apurou-se para a final. Aí bateu a Roménia por 16-11 e fez a festa!

 

 

 

 

 

1973- Jugoslávia: Jugoslávia

   
   
         
       
         
    1ªfase (Grupo D) Holanda 20-4
      Dinamarca 11-10
    2ªfase (Grupo II) [Dinamarca 11-10] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Polónia 8-9
      URSS 7-5
    FINAL Roménia 16-11
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

V Mundial de Andebol, 1964, Checoslováquia: título para os romenos

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1964- Checoslováquia: Roménia

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo D) União Soviética 16-14
      Noruega 18-10
      Japão 36-12
    2ªfase (Grupo 2) [União Soviética 16-14] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
      Dinamarca 25-15
      Checoslováquia 16-15
    FINAL Suécia 25-22
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

A Roménia mostrou aqui o seu potencial no mundo de Andebol de 1964. Conquistou o seu segundo título consecutivo. Sobreviveu a duas fases de grupos sem perder qualquer jogo. Na final, encontrando o vencedor do outro grupo, a Suécia, derrotou-a com uma vitória equilibrada de 25-22. Eram os tempos onde a Roménia era candidata ao título. Atualmente, está muito longe disso! A Suécia conseguiu a sua primeira medalha de prata, melhorando do bronze que tinha alcançado no mundial transato. Não conseguiu o seu terceiro título, depois de ter ganho em 1954 e 1958 e só faria nos anos 90. A Checoslováquia, país anfitrião, obteve o seu segundo bronze, depois de o de 1954, não mais acabou em terceiro até ao seu fim nos anos 90, do século XX. A Alemanha Ocidental repetiu o resultado de 1961.

V Mundial de Basquetebol Feminino, 1967, Checoslováquia: título para a União Soviética

 

 

 

 

1967- Checoslováquia: União Soviética

   
 
 
  1ªfase (Grupo A) Jugoslávia 83-48
  EUA 71-37
  Austrália 75-37
  Fase Final [Jugoslávia 83-48] -resultado que transita da 1ªfase acumulando aos jogos desta fase final
  Japão 57-42
  Checoslováquia 62-52
  Coreia do Sul 83-50
  RDA 86-67
 
 
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

 

A quinta edição do Mundial de Basquetebol Feminino teve lugar na Checoslováquia, onde as soviéticas fizeram o tri, três títulos consecutivos. Num ano em que as americanas ficaram num agora inimaginável 11ºlugar, o seu pior lugar de sempre. Para a União Soviética foi um passeio rumo ao título, o jogo mais renhido foi na fase de decisão do título, onde ganharam por uma diferença de 10 pontos, diante das anfitriãs. De resto, tudo acima disso. A Coreia do Sul foi a surpresa e acabou em segundo lugar. Esta prata não é inédita, pois voltaria a repeti-la no futuro. A Checoslováquia conseguiu o seu terceiro bronze. Outra sensação, a RDA ficou em quarto lugar que foi o seu melhor lugar de sempre. Para as russas foi o tri e o concomitantemente o seu terceiro título. Na Europa e no Mundo nesta altura não havia rival para este país.

 

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XXIII Europeu de Voleibol, 2003, Alemanha: título para os italianos

 

 

 

 

2003- Alemanha: Itália

   
   
         
         
         
    1ªfase (Grupo 2) República Checa 3-1 (25-19,25-21,22-25,25-23)
      Espanha 3-0 (25-16,25-22,25-16)
      França 3-1 (25-21,17-25,26-24,25-20)
      Eslováquia 3-0 (25-14,25-12,25-15)
      Alemanha 3-0 (25-17,25-20,25-19)
    Meias-finais Rússia 3-0 (25-18,25-18,25-16)
    FINAL França 3-2 (25-18,40-42,25-18,27-29,15-9)
         
         
*jogos no estádio do adversário; +campo neutro; a) apurado por moeda ao ar
 

Está a decorrer a fase decisiva do Europeu de Voleibol Feminino e em breve começará o Masculino, onde Portugal vai estar presente pela quinta vez. Aqui falo do percurso da Itália rumo ao título, no Eurovolley de 2003, na Alemanha. Fez uma primeira fase com cinco jogos, cinco vitórias, cedendo apenas dois sets.  A Rússia nas meias-finais foi trucidada, perdeu em três partidas e em nenhuma delas chegou aos vinte pontos. Na final, num jogo espetacular, ao cabo de cinco sets, a Itália fez a festa diante da França. Foi o quinto título da história italiana neste evento.  Para a França, 16 anos depois, igualava o que era à altura a sua melhor prestação, a prata.  A Rússia conseguiu o bronze pela quinta e última vez no seu historial. A Sérvia e Montenegro ficou pela única vez no seu palmarés em quarto lugar.

 

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